Daniel de Araújo Souza

DANIEL DE ARAÚJO SOUZA

Médico Veterinário, MBA, D.Sc., especializado no sistema agroindustrial da carne ovina. Consultor da Prime ASC - Advanced Sheep Consulting. Facebook.com/prime.asc Twitter.com/prime_asc

27/08/2009

Análise semestral do mercado doméstico da carne ovina brasileira

Em nosso artigo anterior analisamos sucintamente os efeitos imediatos da crise financeira global sobre o mercado doméstico da carne ovina brasileira. No entanto, as reações subseqüentes da crise ainda não poderiam ser elucidadas, de forma a gerar alguma insegurança e baixa nas perspectivas sobre o setor. Assim, com base nas informações disponíveis após a economia brasileira passar pela fase mais conturbada da crise, é possível ter uma noção mais clara da situação atual da carne ovina no mercado doméstico.

Incrementando o desenvolvimento gastrintestinal em cordeiros
29/04/2009

Incrementando o desenvolvimento gastrintestinal em cordeiros

O desenvolvimento do neonato em um ruminante funcional envolve várias mudanças anatômicas, fisiológicas e metabólicas dos pré-estômagos (rúmen, retículo e omaso) que se iniciam a partir do momento em que os cordeiros passam a ingerir alimentos sólidos. Essas mudanças estão vinculadas ao desenvolvimento das papilas que revestem a superfície da mucosa nos pré-estômagos, assim como das camadas musculares dessa mesma mucosa, responsáveis pelo tamanho, capacidade contrátil e mobilidade dos compartimentos.

26/03/2009

Impacto da crise sobre o setor da carne ovina

Os indicadores comerciais mais recentes sugerem uma rápida desaceleração da atividade agropecuária nos países onde a indústria ovina tem importância econômica, sobretudo, aqueles que mantêm uma estreita relação comercial com o NAFTA e a UE-27, uma vez que estarão mais vulneráveis aos efeitos da retração da atividade econômica nos respectivos blocos, incluindo outros membros da OECD (Organization for Economic Co-Operation and Development).

25/07/2008

Encontrando as exigências da indústria e do mercado

A cadeia produtiva da carne ovina tem apresentado um grande desenvolvimento nos últimos anos, havendo um maior conhecimento e demanda por parte dos consumidores que, por sua vez, tem estimulado investimentos em novas plantas frigoríficas e unidades de produção. No entanto, um aumento na demanda não implica apenas no crescimento do consumo, mas também na busca por produtos de maior qualidade, padronizados, inspecionados e saudáveis. Isto tem se refletido em uma elevação do patamar de exigência dos consumidores, o que tem levado a indústria frigorífica a estabelecer sistemas de pagamento de acordo com o perfil de animal fornecido pelo produtor.

Otimizando a sobrevivência neonatal
19/06/2008

Otimizando a sobrevivência neonatal

A mortalidade neonatal, tanto em sistemas extensivos quanto em intensivos, constitui um dos principais pontos que impactam negativamente a produção ovina, podendo ser um fator causador de grande perda econômica.<br><br>Taxas de mortalidade entre 15 e 25% são comuns em todo o mundo, e a maioria dessas mortes ocorre durante o período neonatal, dentro de 1 a 3 dias de nascimento, sendo este período uma fase fisiologica e metabolicamente instável para o cordeiro, e crucial para sua sobrevivência.

03/06/2008

O Uruguai e a carne ovina

O Uruguai é o maior player das Américas no agronegócio da carne ovina, sendo um importante fornecedor para países da União Européia, Oriente Médio, assim como, para o Brasil, um de seus mais significantes clientes.<br><br>O setor agropecuário, no Uruguai, representa mais de 70% das exportações do país, sendo o responsável pelo crescimento da economia uruguaia nos últimos 4 anos e com alta participação do setor pecuário, especialmente no segmento de carnes vermelhas.

25/03/2008

Ovinos vivos: um segmento de mercado em potencial

No mercado internacional, um percentual significante da carne ovina comercializada mundialmente é representado pelo segmento de ovinos vivos ou de animais "em pé" que, em 2005, perfez um total de 15,7 milhões de cabeças exportadas e movimentou quase 1,2 bilhões de dólares. Nos últimos 10 anos, o maior mercado para ovinos vivos tem sido a Ásia e a África, particularmente o Oriente Médio, que tem se desenvolvido como uma importante rota comercial durante a década de 1970, principalmente a partir do Irã. Desde então, o mercado se expandiu para muitos países da região, incluindo Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes e Jordânia.

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