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Leite a pasto e em confinamento na ótica regenerativa

POR INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

ESPAÇO ABERTO

EM 28/06/2022

13 MIN DE LEITURA

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Atualizado em 25/06/2022

Produção a pasto ou em confinamento? Qual dá mais lucro? Qual dá mais trabalho? Qual delas apresenta mais riscos? Mais emissões de gases de efeito estufa (GEE)? Mais uso da terra? Melhores condições de bem-estar animal e agregação de valor?

Estas são perguntas realizadas com frequência no âmbito da exploração pecuária e mais especificamente na atividade leiteira. As respostas dependem, entre outros fatores, principalmente da situação da propriedade, das pretensões produtivas e dos interesses envolvidos.
 

O animal e seu ambiente

Plantas, animais, solos e condições climáticas são elementos básicos de todos os ecossistemas terrestres (Fig. 1).

Figura 1: Solo, clima, planta e animal: componentes fundamentais de diferentes ambientes.

componentes fundamentais de diferentes ambientes.
Fonte: Wilkinson & Lowery, 1973 - traduzida pelos autores.
 

Enquanto as plantas produzem carboidratos a partir do processo fotossintético, os animais (herbívoros), ao se alimentarem, estimulam a renovação vegetal, aceleram a reciclagem de nutrientes, promovem a reposição/acúmulo de matéria orgânica e a atividade microbiana no solo e, colaboram para a manutenção dos ciclos hidrológicos.

Dessa forma, plantas e animais, partilhando o mesmo espaço, são molas propulsoras do bom funcionamento dos sistemas naturais. Por que seria diferente nos sistemas de produção?


O ambiente e a produção animal

Sem a adoção de práticas compensatórias, a introdução de animais de criação em ambientes naturais pode ocasionar redução nas populações de animais silvestres pela maior competição por recursos. Isso pode ser acentuado se o uso das áreas resultar em diminuições da cobertura do solo, uso indiscriminado de agrotóxicos ou descontinuidade de ecossistemas.

Por outro lado, o planejamento adequado dos sistemas de produção permite não só a obtenção de bons resultados produtivos mas também, a manutenção da fauna e flora nativas, e até mesmo a reversão de processos de degradação com a simples utilização de práticas produtivas que possibilitem:

  • Manutenção de plantas vivas o ano todo,
  • Incremento da fertilidade e da cobertura do solo,
  • O aumento da atividade microbiana e da diversidade vegetal,
  • Manejo adequado dos animais,
  • Controle integrado de pragas e doenças.

Ou seja, o problema não é a produção agropecuária, mas sim a forma como ela é feita!

 

O uso de tecnologias: para cada situação uma solução

De forma geral, toda tecnologia tem seu potencial de contribuição, desde que bem executada – da forma certa, no lugar certo e no tempo certo – e que se considere suas peculiaridades (Fig. 2).

Figura 2: Produção de leite em confinamento e a pasto: um mundo de possibilidades.

 Produção de leite em confinamento e a pasto: um mundo de possibilidades.
Fonte: Elaborada pelos autores.


Sistemas de produção em confinamento, com adequado controle da alimentação e das condições ambientais, podem viabilizar o ciclo produtivo dos animais em locais onde existem restrições para a produção ao ar livre, apesar da maior necessidade de investimentos. Acompanhados de mecanismos regulatórios e incentivos, constituem-se em garantia de segurança alimentar e de rentabilidade dos produtores em diversas partes do mundo.

Da mesma forma, sistemas de produção baseados em pastagens compostas de espécies de alta qualidade, manejadas de forma adequada, podem apresentar excelentes resultados, com alta eficiência de utilização e qualidade de forragem (baixas taxas de senescência e pisoteio). Mas, também podem levar à falta de alimento para os animais ou à sobra exagerada, com perdas de desempenho em ambos os casos.

Diferentes combinações podem ser adotadas, incluindo sistemas mistos com instalações móveis, na busca de melhores resultados produtivo-ambientais.

Nesse sentido, na comparação produção a pasto x confinamento, temos:

 

     1. Trabalho e qualidade de vida do trabalhador

Em igualdade de condições e nível tecnológico, a produção a pasto em relação a sistemas de confinamento demanda, em geral, menos mão-de-obra e propicia maior qualidade de vida aos trabalhadores devido ao(à):

  • Manejo da alimentação: armazenagem, mistura e distribuição nos confinamentos / troca de piquetes e suplementação na produção a pasto;
  • Limpeza e manutenção das instalações: mais penosa e frequente em confinamentos;
  • Ambiente de trabalho: menor ocorrência de poeiras, maus cheiros e contatos com dejeções dos animais na produção a pasto.

 

     2. Bem-estar animal

Com manejo adequado da alimentação (confinamento), das pastagens (a pasto) e das condições sanitárias e ambientais (fornecimento de água de qualidade, circulação de ar, espaço para movimentação, estruturas antiestresse e abrigos), a produção a pasto tende a proporcionar melhor conforto aos animais. Isso se deve à maior modulação da temperatura que ocorre em ambientes com vegetação arbórea, nas diferentes estações do ano.

Além disso, nestes sistemas, a maior disponibilidade de área e “riqueza” de elementos tendem a permitir uma melhor expressão do comportamento natural dos animais. Esta possibilidade pode, no entanto, resultar em maiores gastos energéticos, com impactos negativos na produção, se estes não forem adequadamente levados em conta.


     3. Emissões de gases de efeito estufa

Se considerarmos somente as emissões entéricas dos animais, o maior uso de alimentos concentrados no confinamento resulta em menores emissões de GEE por animal e por kg de produto. Esta situação se altera quando se inclui as emissões e remoções de carbono (C) oriundas da produção e fornecimento de forragens e concentrados, e do manejo dos dejetos (Tab. 1).


Tabela 1: Emissões de GGE em diferentes países e sistemas de produção.

Emissões de GGE em diferentes países e sistemas de produção.
Fonte: Elaborada pelos autores.
 

Sistemas de produção baseados no uso de pastagens melhoradas, livres de desmatamento e com deposição direta dos dejetos animais nas pastagens, podem apresentar valores de emissão de GEE muito baixos ou negativos, o que não é possível ser obtido em confinamentos dadas suas características.
 

     4. Uso da terra

Comparando o uso da terra para o manejo dos animais, a produção em confinamento envolve áreas muito pequenas em relação às utilizadas em sistemas a pasto.

No entanto, as áreas ocupadas para a produção e processamento de soja, milho (grão e silagem) e demais volumosos componentes da dieta dos animais alteram esta relação, na proporção de suas produções de matéria seca (MS) e respectivos teores de proteína e energia (Tab. 2):

  • Áreas de soja (grão) e milho (silagem) produzem em média 1.350 e 1.600 kg de proteína bruta (PB) por hectare (ha) ano e 2.870 e 14.000 kg de nutrientes digestíveis totais (NDT) / ha ano, respectivamente;
  • Áreas de Panicum e de capim elefante (pasto) podem produzir 3.000 e 4.500 kg de PB / ha ano e 17.100 e 27.500 kg de NDT / ha ano, respectivamente.
     

Tabela 2: Produção de MS, PB e NDT por ha e por ano de ingredientes da dieta de animais leiteiros.

 Produção de MS, PB e NDT por ha e por ano de ingredientes da dieta de animais leiteiros.
Fonte: Elaborada pelos autores.
 

Sendo o consumo diário de MS dos animais uma percentagem de seu peso vivo, evidencia-se que o uso da terra pode ser minimizado com a adoção de sistemas de produção a pasto baseados em pastagens de alta produção, com baixos níveis de utilização de concentrados.


     5. Demais impactos ambientais

Sistemas eficientes de produção a pasto com baixo uso de insumos apresentam, em geral, impactos ambientais baixos a muito baixos em comparação com sistemas confinados, não somente em termos de emissões de GEE e uso da terra (Tab. 3).


Tabela 3: Uso da água e de combustíveis fósseis, eutrofização das águas e acidificação terrestre em produções a pasto e em confinamento.

Uso da água e de combustíveis fósseis, eutrofização das águas e acidificação terrestre em produções a pasto e em confinamento.
Fonte: Elaborada pelos autores.


De modo geral, quanto mais recursos, insumos externos e energia (transporte e processamento) forem utilizados na produção, maiores serão seus impactos ambientais. Devido a isso, valores favoráveis à produção em confinamento somente são observados quando ocorrem problemas relativos à nutrição, sanidade, ambiência e/ou potencial genético dos animais na produção a pasto.

Esta situação nos remete a uma questão primordial: só é possível se ter comparações válidas sobre uma mesma base. Ou seja, qualquer sistema produtivo com desajustes e/ou deficiências tende a apresentar piores resultados produtivo-ambientais, não podendo, portanto, ser comparado com outro que não os apresente.
 

     6. Custos e riscos produtivos

A comparação de custos e riscos produtivos de sistemas tão diferentes como a produção de leite a pasto e em confinamento pode ser feita, de forma preliminar, com base nos custos de alimentação já que os mesmos, seguidamente, correspondem à metade ou mais dos custos produtivos totais.

Considerando-se a relação histórica dos preços de forragens (pasto ou silagem) e concentrados, incluindo custos de produção, armazenamento e distribuição destes ingredientes, tem-se, em geral:

  • 1 kg de matéria seca (MS) de silagem custa em torno de duas vezes o custo de 1 kg de MS de pasto utilizado pelo animal em pastejo;
  • 1 kg de ração de boa qualidade custa de cinco a dez vezes mais que 1 kg de pasto.

Assim, com um consumo de cerca de 15 kg MS / animal dia (3% do peso vivo; 500 kg) e 16% de PB na dieta, diferentes combinações de silagem, pasto e ração (PB de 8, 15 e 22%, respectivamente) dão origem a situações produtivas diversas (Fig. 3).


Figura 3: Diferentes situações produtivas em função das estratégias de alimentação adotadas.

Diferentes situações produtivas em função das estratégias de alimentação adotadas.
Fonte: Elaborada pelos autores.

Apesar do aumento do custo da alimentação ser maior do que o da produção de leite esperada, isso não é o mais relevante, uma vez que o acréscimo produtivo pode compensar o incremento do custo de alimentação, se o preço do litro de leite for alto e o custo dos insumos baixo (o que raramente ocorre no Brasil).

O principal problema é o risco inerente aos diferentes sistemas produtivos: quanto maior o custo e a dependência de insumos externos à propriedade, maior o impacto financeiro de diminuições de preço dos produtos e de aumentos de preço dos insumos (Fig. 4).

Figura 4: Histórico de preços de leite, pagos ao produtor no mundo em dólares (a), e de milho e soja no Brasil em reais e em dólares (b).

Histórico de preços de leite, pagos ao produtor no mundo em dólares (a), e de milho e soja no Brasil em reais e em dólares (b)
Fonte: Elaborada pelos autores, com base em dados da LTO Nederland, Infortambo, CLAL e CEPEA/ESALQ, compilados pelo Milkpoint, 2022; e em cotações CEPEA, 2022.

Ainda sobre custos e riscos, devemos incluir nesta “conta” os custos:

  • Aquisição e manutenção das instalações;
  • Descarte de animais por problemas sanitários;
  • Risco de perda de oportunidades de valorização dos produtos/sistemas, que tendem a ser mais importantes em sistemas de produção em confinamento.
     

Possibilidades de incremento de renda e a situação brasileira

Grandes alterações climáticas, perdas de biodiversidade (incluindo polinizadores e inimigos naturais de pragas de culturas) e crescente uso de agrotóxicos resultaram no aumento dos custos dos alimentos e impactaram negativamente na sua qualidade, nas últimas décadas.

Essas constatações têm suscitado reações em todo o mundo, fomentando o aumento da demanda por alimentos diferenciados (Fig. 5) e criando oportunidades de agregação de valor (produtos verdes e regenerativos, sistemas de baixo carbono, etc.), redução de custos financeiros (subsídios e índices ESG) e geração de rendas adicionais (bonificações e créditos de C).


Figura 5: Perspectiva de demanda por tipo (a) e taxa de crescimento por região (b) de lácteos orgânicos/regenerativos para 2026.

Fonte: Kumar, 2019 - traduzida pelos autores.
 

Essas diferentes possibilidades são formas de reconhecimento do esforço de produtores e demais elos das cadeias de produção em prol da promoção de alimentos, ambientes e vidas mais saudáveis, com possibilidades de remuneração adicional que podem superar o valor convencional dos produtos (Fig. 6).

Figura 6: Diferenciação produtiva e certificações: formas de agregação de valor e estabilização produtiva.

Diferenciação produtiva e certificações: formas de agregação de valor e estabilização produtiva.Fonte: Adaptado de RegenerAgri, 2022 e Dick et al., 2022 - traduzida pelos autores.
 

E isso é só o começo!

O aumento da expectativa de vida e de sua qualidade centraram as atenções do mundo na saúde humana e dos ecossistemas, sobretudo, após a pandemia do Covid-19. Vida longa combina com saúde, água e ar puros, alimentos frescos, saudáveis e saborosos, e paisagens agradáveis.

Esta é a nova realidade do mundo que exige uma “nova” agricultura, na qual o Brasil tem um futuro promissor com grandes possibilidades, mas também responsabilidades.

Neste contexto, produção em confinamento é uma ferramenta valiosa em situações e períodos específicos. Porém, no Brasil, não deve ser vista como um substituto à produção pastoril, com raríssimas exceções.

Do Sul do País, com produção de forragem verde o ano todo, ao Centro-Norte, onde radiação solar, temperatura e disponibilidade hídrica favoráveis permitem produções de forragem cinco vezes maiores do que na Nova Zelândia, por exemplo, os sistemas de produção a pasto se impõem naturalmente.
 

Produção animal regenerativa: possibilidades e desafios

A produção de alimentos saudáveis como estratégia de restauração dos ecossistemas planetários, de valorização de diferentes culturas e de promoção do reencontro da produção de grãos com a produção animal tornou-se o grande objetivo do setor agropecuário.

Na busca de um maior equilíbrio produtivo-ambiental, enfoques, práticas e sistemas de produção têm se harmonizado, (Fig. 7) de forma quase consensual, entre ambientalistas, produtores, empresas e agentes do mercado alinhados com os objetivos da Década da Restauração dos Ecossistemas 2021-2030, das Nações Unidas.

Figura 7: Enfoques, práticas e sistemas de produção recomendados na agricultura do século XXI.


Fonte: Kiss the Ground / Project Drawdown, 2022 - traduzida pelos autores.
 

Resta assumir nossa vocação de País que “em se plantando tudo dá”, afinal de contas:

  • Temos conhecimentos e recursos tecnológicos que há 20-30 anos eram inimagináveis e nos permitem conhecer, monitorar e influir sobre a complexidade dos ambientes naturais como nunca.
  • Sabemos que nossas ações têm impactos locais e universais: sejam eles positivos ou negativos, tudo está interligado.
  • Queremos o melhor para nossas vidas, para nossos filhos e para o Planeta.

Pensemos grande! Muitos dependem de nossas atitudes! Façamos nossa parte!

 

Sobre o Instituto de Agricultura Regenerativa

O Instituto de Agricultura Regenerativa é uma associação privada, sem fins lucrativos, engajada na consolidação de um novo paradigma: a produção de alimentos saudáveis, ricos em nutrientes e sem resíduos de substâncias tóxicas pode promover a restauração de processos e relações naturais, gerando benefícios socioeconômicos e ambientais. Como tal, seus efeitos se assemelham ao que ocorre em ambientes naturais, onde os diferentes indivíduos interagem, de forma sinérgica e complementar.

Sem deixar de reconhecer a contribuição de práticas como o preparo mínimo do solo e o uso de culturas de cobertura em substituição aos agrotóxicos como contribuições efetivas da agricultura orgânica, a agricultura regenerativa dá um passo à frente: incorpora uma abordagem holística da produção agrícola, embasada em princípios de hierarquia ecológica e práticas conservacionistas. Com isso, regeneração, manutenção e aumento da resiliência da produção de alimentos se aliam à melhoria da qualidade de vida de produtores e consumidores de alimentos, tanto do meio rural como de grandes aglomerações urbanas.

Mais informações, acesse o site.

 

Colaboraram para esta publicação:

Marcelo Abreu da Silva - Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutor em Ecoetologia.
Milene Dick - Médica Veterinária, Mestre em Agronegócios e Doutora em Zootecnia.
Derli Siqueira da Silva - Engenheiro Agrônomo, Mestre em Zootecnia e Doutor em Agronomia.
Cléia Maria Siqueira - Médica Veterinária, Mestre em Zootecnia.
Maria do Carmo Both - Médica Veterinária, Mestre e Doutora em Zootecnia.
Rickiel Rodrigues Franklin da Silva - Engenheiro Agrônomo, Mestre em Agronomia.
Sebastião Ferreira de Lima - Engenheiro Agrônomo, Mestre em Agronomia e Doutor em Fitotecnia.
Cícero Célio de Figueiredo - Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutor em Agronomia.
João Carlos Gonzales - Médico Veterinário, Mestre e Doutor em Ciências Veterinárias.
Kleber Augusto Gastaldi - Zootecnista, Mestre e Doutor em Zootecnia.
Homero Dewes - Farmacêutico, Mestre e Doutor em Biologia.

 

Referências

CEPEA, 2022. Indicador do milho ESALQ/BM&FBOVESPA e indicador da soja CEPEA/ESALQ - Paraná. In: https://www.cepea.esalq.usp.br/br/consultas-ao-banco-de-dados-do-site.aspx

Dick, M., et al. 2022. Climate change and land use from Brazilian cow-calf production amidst diverse levels of biodiversity conservation. J. Clean. Prod. 342: 130941.

Kiss the Ground, 2020. In: https://kissthegroundmovie.com/

Kumar, 2019. Organic dairy foods and drinks marked by type: global opportunity analysis and industry forecast, 2019-2026. 161p.

Milkpoint, 2022. Preços internacionais pagos ao produtor. In: https://www.milkpoint.com.br/preco-do-leite/

Project Drawdown, 2022. In: https://drawdown.org/

RegenerAgri, 2022. Planejamento Integrado de Sistemas de Produção. In: https://www.regeneragri.com/servi%C3%A7os/planejamento-integrado

Wilkinson, S.R., Lowery, R.W. 1973. Cycling of mineral nutrients in pasture ecosystems. In: Chemistry and biochemistry of herbage. Academic Press. 247-315.

INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

O Instituto de Agricultura Regenerativa é uma associação privada, sem fins lucrativos, engajada na consolidação da produção de alimentos saudáveis, ricos em nutrientes e sem resíduos de substâncias tóxicas.

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MATEUS HENRIQUE SILVA LOBO

PRODUÇÃO DE LEITE

EM 03/07/2022

Que bela abordagem sobre o sistema de produção como um todo, o autoor foi muito feliz nessa abordagem bem sucinta e cautelosa.

Até quando a monocultura de milho vai ser sustentável para alimentar vacas o ano todo? Ainda mais nesse mercado de custos extremamente altos.

Será se a conta que diz se o produtor tem sucesso na atividade seja realmente a media de produção que ele consegue dentro de um barracão?
INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

ELDORADO DO SUL - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 03/08/2022

Muito gratos pelo comentário e pela lembrança de que vacas não produzem leite somente quando suplementadas com milho ou outro grão, e altos custos e níveis de produção. A base da produção leiteira sempre será a oferta de forragem de qualidade, e o lucro do produtor depende, em geral, muito mais do custo de produção e da qualidade do leite, do que do volume diário produzido.
EDUARDO PRADI VENDRUSCOLO

CASSILÂNDIA - MATO GROSSO DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 03/07/2022

Excelente artigo!!
INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

ELDORADO DO SUL - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 03/08/2022

Obrigado pelo feedback.
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