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Produção de leite com grande limitação de insumos: é possível?

POR INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

PRODUÇÃO DE LEITE

EM 06/01/2022

14 MIN DE LEITURA

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"Podemos ter adequada produção de leite, pastagens de qualidade, e lavouras de milho e soja de alta produção, com grande limitação de insumos?"
 

Em meio ao caráter instigante do tema, não recomendamos na produção leiteira em geral o estabelecimento de pastagens e demais culturas sem a utilização de adubos ou corretivos. Alta tecnologia sim, alternativas que podem ser adotadas para otimizar o uso dos recursos e os resultados produtivos sim, indicamos fortemente, principalmente diante do cenário atual de altos preços de insumos e incertezas com os rumos da pandemia do Covid-19.

Mas, afinal, podemos ter adequada produção de leite, pastagens de qualidade, e lavouras de milho e soja de alta produção, com grande limitação de insumos?

Ao longo das últimas décadas, tornou-se comum atrelar tecnologia com uso de insumos, de máquinas sofisticadas, novas soluções ou ainda técnicas e produtos inovadores. Porém, tecnologia não é sinônimo de uso de insumos e demais recursos tecnológicos. Tecnologia é “conhecimento técnico-científico aplicado a uma atividade, com vistas à resolução de problemas”.

A utilização adequada dos recursos naturais para a produção de alimentos, incluindo o uso de técnicas de controle de perdas de solo por erosão, por exemplo, têm muitas vezes efeitos produtivos maiores que a adoção de soluções tecnológicas complexas, sofisticadas, eletrônicas e digitais.

A adequada reutilização como fertilizante dos dejetos da sala de ordenha, o cultivo em nível, a instalação de terraços e cordões vegetados, e a implementação de demais manejos conservacionistas consagrados, com o uso de tratores e implementos antigos, são muito mais eficientes e tecnológicos que o plantio “morro acima, morro abaixo”, realizado com insumos e máquinas de última geração.

Tecnologia não tem relação com quantidade de insumos, tamanho e idade de máquinas ou grau de novidade de produtos e processos envolvidos. Tem muito mais a ver com o conhecimento da situação e a efetividade/viabilidade das alternativas propostas. Neste sentido, o uso de ferramentas adequadas de diagnóstico, monitoramento e processamento de informações podem ser de grande utilidade e determinantes na busca por maiores produtividades.

Portanto, o ano safra 2022/2023 tem tudo para ser um ano de uso intensivo de tecnologia. O uso maior ou menor de insumos dependerá das características de clima e solo da região, do sistema de produção, do grau de conhecimento, das ferramentas utilizadas e, acima de tudo, das pessoas envolvidas; o que confere a produtores e consultores protagonismo e responsabilidades.

Figura 1. Relação entre o rendimento relativo da cultura e o teor do nutriente no solo, e as indicações de adubação para cada faixa de teor.

Fonte: CQFS (2016).

Esta conjunção de fatores pode ser mais facilmente apreciada a partir da Figura 1. Em situações de menor fertilidade do solo (níveis baixos ou muito baixos de disponibilidade de nutrientes), em áreas novas ou em pastagens degradadas, o produtor terá de investir em incremento de fertilidade para a obtenção de maiores rendimentos relativos (em relação a seu potencial), devendo, no entanto, avaliar a relação custo-benefício das diferentes alternativas de intervenção.

Com o tempo, o efeito cumulativo das correções resulta em melhorias dos níveis de disponibilidade de nutrientes (de baixos para médios) e de expressão do potencial produtivo das culturas (de 40-60% para 80-90%), situação que demanda um maior detalhamento dos fatores produtivos e ajustes mais finos nas fertilizações.

Em maiores níveis de fertilidade, a dependência de aportes de nutrientes é menor, porque o solo consegue dar suporte para a expressão de 90 a 100% do potencial produtivo da planta, sendo necessária somente adubação de manutenção (nível alto) ou de reposição daquilo que a planta exporta (nível muito alto). Nestas duas situações, pode-se utilizar baixa fertilização sem perdas de produtividade no curto, médio e longo prazo. No cenário atual, também é possível trabalhar com adubação zero em áreas com maiores níveis de fertilidade, sem perda produtiva, já que a planta utiliza os nutrientes do solo (e não do adubo aplicado).

Porém, deve-se atentar para as peculiaridades de cada situação: solos argilosos exigem um maior tempo de correção, mas esgotam seus nutrientes mais lentamente, ao passo que solos arenosos são mais fáceis de corrigir e reduzem seus estoques rapidamente.

Em todas as situações, o diagnóstico, a “construção” da fertilidade do solo e sua manutenção têm como pontos de partida:

  1. Adequadas amostragens de solo, que bem reproduzam a heterogeneidade da área;
  2. Boas análises de fertilidade, realizadas por laboratório de qualidade reconhecida, e interpretadas por profissional qualificado.

No entanto, a produção de leite sem adubação de pastagens e lavouras por uma ou duas safras, sem perda de produtividade, não se faz somente com diagnóstico e manejo adequado do uso de fertilizantes, que inclui a definição de épocas/formas de aplicação, e tipo de produto/manejo adotado.

Tal situação resulta de uma adequada articulação do sistema de produção como um todo, e exige uma avaliação caso a caso, baseada no contexto geral da propriedade, que inclua o uso de informações do presente e do passado, para projetar a eficiência do futuro.

Todo esse contexto produtivo deve considerar, além dos aspectos químicos do solo, suas características físicas (textura arenosa ou argilosa, presença ou não de agregados e de camadas compactadas) e biológicas, que afetam diretamente a disponibilidade dos nutrientes para as culturas. Análises e insumos de alta qualidade não resultam em sistemas eficientes se o solo tiver uma baixa atividade biológica.

Ainda, solos desestruturados ou compactados não produzem adequadamente, mesmo que sejam quimicamente adequados. Estas diferentes características são afetadas por fatores como a cobertura do solo, a ocorrência ou não de revolvimento, a diversidade e sequência de cultivos, assim como o uso de agroquímicos e bioestimulantes. A adoção de uma determinada prática melhoradora contribui potencialmente para a obtenção de melhores resultados, mas não permite por si só a sua otimização, uma vez que a expressão do potencial produtivo das plantas e dos animais depende das diferentes características do ambiente onde se encontram.

Numa visão mais ampla, como suporte de plantas e inúmeros outros organismos, o solo é parte primordial dos diferentes ecossistemas. Nestes ambientes, plantas, herbívoros, aves e predadores interagem sob variadas situações edafoclimáticas, descrevendo ciclos dinâmicos que condicionam seu desenvolvimento e a renovação de seus sistemas vitais.

Na produção de alimentos, o homem pode atuar de forma desordenada, com riscos de degradação do ambiente, ou pode potencializar seus processos, incentivando sua regeneração. A consideração destes riscos e oportunidades na proposição de sistemas agropecuários abre todo um mundo de novas possibilidades de racionalização do uso de insumos.

Neste sentido, a implementação de práticas melhoradoras da produção animal, desde as mais simples às mais sofisticadas, parte de um mesmo fundamento: o incremento da cobertura do solo.

Um solo coberto apresenta menores variações de temperatura e maior disponibilidade hídrica, permitindo o incremento da quantidade e qualidade dos volumosos produzidos (Figura 2).

Figura 2. Comparação do desenvolvimento de plantas de soja (a) com e (b) sem cobertura.


Fonte: Semler et al. (2020).

Daí para a geração de oportunidades de incremento produtivo é uma questão de escolhas, que incluem formas de implantação das culturas, nível de diversidade dos cultivos, integração ou não de atividades, e estratégias de potencialização da eficiência de uso dos recursos.

A correta implantação das culturas, com a manutenção da cobertura e a diminuição da mobilização do solo, melhora sua estrutura, diminui as perdas de fertilizantes e corretivos, e aumenta a atividade biológica, potencializando a produção (Figura 3).

Figura 3. Produtividade de soja sob três épocas de aplicação de K2O com e sem cobertura. 


Fonte: Semler et al. (2020).

Como resultado, poderá ser observada maior ciclagem e disponibilização de nutrientes, uma vez que a palhada funciona como “fonte de liberação lenta” de elementos necessários ao desenvolvimento das plantas. Além disso, ao interferir na mobilização/disponibilização de nutrientes no sistema, a palhada confere maior flexibilidade na definição de épocas de aplicação de fertilizantes.

Devido a esta intervenção, a presença e o volume disponível de palha devem ser considerados na definição da época de coleta de amostras de solo, de forma que a análise retrate os teores efetivamente disponíveis nos momentos de maior exigência dos cultivos que compõem o sistema. Amostragens realizadas logo após a colheita de milho em grão ou da produção de silagem de grão úmido, por exemplo, podem subestimar a fertilidade do solo, uma vez que grande parte dos nutrientes pode estar acumulada na palhada.

Uma boa sequência de cultivos contribui para o aumento da diversidade, devido à alternância ou consórcio de plantas com diferentes exigências e adaptações (à seca, excesso hídrico, frio, calor, pragas e doenças).

O uso de espécies com raízes mais ou menos desenvolvidas e mais ou menos profundas, predispõe o sistema a uma maior utilização do fósforo (P) e potássio (K) nativos do solo, assim como o uso de leguminosas promove a fixação de nitrogênio (N) atmosférico, com consequente redução da necessidade de uso de fertilizantes.

Em solos de menor fertilidade, consórcios com leguminosas podem promover, adicionalmente, incrementos da CTC (capacidade de troca de cátions) e da disponibilidade de N, P, K e Mg (magnésio) no solo (Figura 4). Estes efeitos podem ser potencializados com o uso de diferentes tipos de bioestimulantes, os quais podem contribuir direta ou indiretamente para a redução da necessidade de uso de fertilizantes, por meio do aumento da fixação e absorção de nutrientes pelas raízes das plantas, do incremento da solubilidade de nutrientes na solução do solo e especialmente pelo maior desenvolvimento do sistema radicular.

Figura 4. Efeito de quatro sistemas de rotação de culturas na produtividade de grãos de milho em 2008 e 2009.


Fonte: Uzoh et al. (2019)

Observe que estamos nos referindo a biossistemas produtivos, onde as pastagens e demais cultivos e suas interações promovem o aumento da biodiversidade do solo, contribuindo para a regeneração do sistema como um todo.

Nesse sentido, por exemplo, quando se utiliza um bioestimulante promotor de crescimento de plantas e se obtém maior massa vegetal sobre a área, grande parte desse material retornará ao solo, resultando em incremento de material orgânico depositado e, em consequência, benefícios ao ambiente produtivo.

Um novo patamar de adequação do uso de recursos na propriedade é alcançado com a integração da produção de pastos, grãos e árvores, se possível, na totalidade das áreas produtivas.

Com isso, se tem uma maior “circularidade” entre processos com:

i) estímulo ao rebrote e à renovação das plantas pelo pastejo ou corte da forragem;
ii) melhores condições de crescimento para plantas e animais, com “quebra” do efeito dos ventos, menor perda de umidade e amenização dos efeitos do frio e do calor excessivos devido à presença de árvores;
ii) maior desenvolvimento da macro, meso e microflora e fauna do solo, como resultado da deposição de raízes pelas plantas e de fezes e urina pelos animais;
iv) maior matéria orgânica no solo, com consequente incremento da produção vegetal, sem aumento da fertilização; 
v) maior capacidade de suporte / lotação animal, devido ao melhor aproveitamento dos recursos disponíveis na propriedade.

Estes efeitos se tornam evidentes quando se compara, como ilustrado na Figura 5, sistemas convencionais de produção de grãos com sistemas integrados de rotação plurianual. Com o aumento da matéria orgânica do solo de 28,4 para 37,3g kg-1 em Latossolo Vermelho Argiloso, após nove anos de uso de um sistema de produção de grãos integrado com produção de pastagem, o teor crítico de P no solo para alcançar a máxima produtividade de soja, com a aplicação de metade da dose de P, (3Mg ha-1) foi a metade do que o teor crítico de P no solo em área cultivada exclusivamente com grãos.

Figura 5. Efeito de dois sistemas de rotação de culturas na relação entre o P extraível na camada arável (0 a 20 cm) e o rendimento de grãos de soja.


Fonte: Souza et al. (1997)

O aumento dos sítios de adsorção e o efeito tampão da matéria orgânica para níveis tóxicos de Al e Mn promovem um melhor ambiente para o sistema radicular. Como resultado, podem-se observar incrementos dos níveis de carbono no solo (Tabela 1), que podem igualar ou mesmo superar os níveis da vegetação natural, principalmente em consórcios de gramíneas de alta produção e leguminosas, agregando à questão produtiva vantagens adicionais em termos ambientais.


Tabela 1. Estoques de carbono orgânico em um Latossolo Vermelho submetido a diferentes sistemas de manejo por 11 anos.


L-PC= plantio convencional; P-PD=plantio direto; S1P3= rotação soja 1 ano – B. Brizantha 3 anos; S4P4= rotação soja 4 anos – P maximum 4 anos; PP= pastagem permanente (B. decumbens); PP+L= pastagem permanente (B. decumbens) consorciada com leguminosas e; VN= vegetação nativa Cerrado.
Fonte: Salton et al. (2011)

Uma melhor eficiência de aproveitamento da radiação solar, dos nutrientes do solo e dos alimentos produzidos para os animais pode ser obtida por meio da manutenção de raízes vivas o ano todo, se possível, na totalidade das áreas produtivas.

Dessa forma, é possível maximizar a proteção do solo, a ciclagem de nutrientes e a atividade biológica, criando condições para que os principais processos que norteiam o funcionamento dos ambientes naturais ocorram nos sistemas de produção, tendo como base a premissa universal da manutenção da vida em movimento. Neste sentido, a forma de uso das pastagens tem função primordial.

Ao serem movimentados na área (com cercas elétricas e demais barreiras e contenções), vacas e demais categorias de animais leiteiros estimulam ciclos de crescimento e renovação das pastagens, de forma similar ao que ocorre na migração de grandes rebanhos silvestres em ambientes naturais.

Na sequência, com período adequado de descanso da pastagem, quanto maior a frequência de troca de piquetes:

vi) mais homogêneo será o efeito do animal sobre o crescimento da pastagem e a distribuição de dejetos;
vii) maior será o estímulo ao rebrote, a presença de folhas verdes e a qualidade / produção da pastagem;
viii) menores serão as perdas de forragem por pisoteio, por envelhecimento de partes das plantas (que se tornam secas ou muito fibrosas) e pela presença de plantas indesejáveis.

Estes efeitos refletem também no desenvolvimento e na dinâmica das raízes (Tabela 2), que a cada ciclo de utilização e descanso têm seu crescimento e renovação estimulados, tornando-se assim a forma mais fácil e efetiva de incorporação de matéria orgânica no solo.

Tabela 2. Produtividade de raízes e renovação anual do sistema radicular em pastagens de montanha na Argentina, com e sem pastejo.



Fonte: Pucheta et al. (2004).

 

Um olhar adequado para este conjunto de fatores e interações torna a situação atual de aumento de preços e de instabilidades um momento de oportunidades.

Agregando, tempos de crise são, geralmente, tempos de alto uso e geração de tecnologia / conhecimento, tempos de oportunidades:
ix) para produtores retornarem ao básico, aos fundamentos dos sistemas de produção;
x) para técnicos demonstrarem seu valor por meio do uso de ferramentas adequadas, com vistas à racionalização do uso de recursos disponíveis e à obtenção de melhores relações custo-benefício.

Neste contexto, o ano safra 2022/2023 já começou. Seus resultados dependem do que tem sido feito na propriedade e do que será feito daqui para frente. Investimentos em diagnósticos e planejamentos precisos, com base na otimização de processos, em redução de perdas e riscos, e em eficiência fotossintética podem fazer toda a diferença.
 

Sobre o Instituto de Agricultura Regenerativa

O Instituto de Agricultura Regenerativa é uma associação privada, sem fins lucrativos, engajada na consolidação de um novo paradigma: a produção de alimentos saudáveis, ricos em nutrientes e sem resíduos de substâncias tóxicas pode promover a restauração de processos e relações naturais, gerando benefícios socioeconômicos e ambientais. Como tal, seus efeitos se assemelham ao que ocorre em ambientes naturais, onde os diferentes indivíduos interagem, de forma sinérgica e complementar.

Sem deixar de reconhecer a contribuição de práticas como o preparo mínimo do solo e o uso de culturas de cobertura em substituição aos agrotóxicos como contribuições efetivas da agricultura orgânica, a agricultura regenerativa dá um passo à frente: incorpora uma abordagem holística da produção agrícola, embasada em princípios de hierarquia ecológica e práticas conservacionistas. Com isso, regeneração, manutenção e aumento da resiliência da produção de alimentos se aliam à melhoria da qualidade de vida de produtores e consumidores de alimentos, tanto do meio rural como de grandes aglomerações urbanas.

Para saber mais sobre o Instituto, acesse o site. 
 

Colaboraram para esta publicação: 

Marcelo Abreu da Silva - Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutor em Ecoetologia 
Milene Dick - Médica Veterinária, Mestre em Agronegócios e Doutora em Zootecnia 
Sebastião Ferreira de Lima - Engenheiro Agrônomo, Mestre em Agronomia e Doutor em Fitotecnia. 
Tales Tiecher - Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutor em Ciência do Solo
Rickiel Rodrigues Franklin da Silva - Engenheiro Agrônomo, Mestre em Agronomia 
Homero Dewes - Farmacêutico, Mestre e Doutor em Biologia 
 

Referências

CQFS. 2016. Manual de calagem e adubação para os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Comissão de Química e Fertilidade do Solo. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (SBCS). 376p.

Pucheta, E., et al. 2004. Below-ground biomass and productivity of a grazed site and a neighbouring ungrazed exclosure in a grassland in central Argentina. Austral. Ecol., 29, 201-208.

Salton, J.C., et al. 2011. Teor e dinâmica do carbono no solo em sistemas de integração lavoura-pecuária. Pesq. Agropec. Bras., 46, 1349-1356.

Souza, D.M.G., et al. 1997. Eficiência da adubação fosfatada em dois sistemas de cultivo em um latossolo de Cerrado. 26º Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, SBCS.

Uzoh, I., et al. 2019. Legume-maize rotation effect on maize productivity and soil fertility parameters under selected agronomic practices in a sandy loam soil. Sci. Rep., 9, 8539.

Semler, T., et al. 2020. Manejo da adubação potássica em solos de textura arenosa. Resultados CAD Parecis. In: https://www.aprosoja.com.br/download/link/bJFjbzXxq3.

INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

O Instituto de Agricultura Regenerativa é uma associação privada, sem fins lucrativos, engajada na consolidação da produção de alimentos saudáveis, ricos em nutrientes e sem resíduos de substâncias tóxicas.

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TÉO GARCIA OBINO

BAGÉ - RIO GRANDE DO SUL - ESTUDANTE

HÁ 21 HORAS E 42 MINUTOS

Excelente artigo. Muito importante para nós estudantes e para quem lida com o agronegócio dia a dia. Parabéns!!
VAGNER RODRIGUES

BAGÉ - RIO GRANDE DO SUL - ESTUDANTE

EM 21/01/2022

VAGNER RODRIGUES-URCAMP-BAGE: Agradeço por estar em uma instituição de ensino que tem representantes que sabem muito, e nos cobram pelas responsabilidades de após formados seguir com esses cuidados, preservando a sanidade, saúde dos animais e preservação do meio ambiente. muito obrigado a o Professor Derly e Professora cleia.
GABRIELA NEITZKE MACKE

IBIAÇÁ - RIO GRANDE DO SUL - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS

EM 21/01/2022

Excelente artigo. Retrata muito bem nossa atual realidade. Parabéns aos envolvidos!
JOÃO VITOR ANDINA BENDER

EM 21/01/2022

Excelente! Sabemos que o conhecimento aplicado de forma correta ainda é nossa melhor ferramenta no agronegócio. Parabéns pelo artigo!
JOÃO VITOR ANDINA BENDER

EM 21/01/2022

Excelente! Realmente, a verdadeira tecnologia ainda é o conhecimento aplicado da forma correta. Parabéns pelo artigo!
MICHELE LANGER

EM 21/01/2022

Excelente artigo técnico que retrata muito o que se está vivenciando na atualidade. Com certeza tecnologia ainda não tem a resposta pra tudo, já que as variações de solo é imensa. Acredito que há uma procura maior de recursos naturais, devido aos insumos estar no momento com o custo elevado!
Parabéns pelo artigo!
MICHELE LANGER

EM 21/01/2022

Excelente colocação do que se está vivenciando atualmente. Com certeza tecnologia não é a resposta para tudo, já que variações de solo são imensas!
JUANA GISLER MOREIRA

MONTENEGRO - RIO GRANDE DO SUL - ESTUDANTE

EM 21/01/2022

Muito bom, que agregado de conhecimento saber da Possibilidade de forma "natural" o crescimento e desenvolvimento do solo com a maximização a proteção do solo, a ciclagem de nutrientes e a a atividade biológica.
GUILHERME DIAS

BAGÉ - RIO GRANDE DO SUL - ESTUDANTE

EM 21/01/2022

Muito bom! Ótimo artigo
GUILHERME DIAS

BAGÉ - RIO GRANDE DO SUL - ESTUDANTE

EM 21/01/2022

Muito bom! Ótimo artigo
DILNEI GISLER MOREIRA

PORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 21/01/2022

Ótimo artigo técnico! Parabéns!
TEREZA ALMA

SÃO PAULO - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 14/01/2022

Finalmente, um grupo de técnicos de alto nível falando em produção integrada com o ambiente. Até quando vamos continuar fazendo de conta que está tudo bem? ... apesar da degradação ambiental, dos resíduos de defensivos e dejetos na água e nos alimentos que consumimos, e da baixa renda dos produtores, por conta da alta quantidade de insumos ditos necessários para a produção de leite??
INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

ELDORADO DO SUL - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 14/01/2022

Obrigado pelo comentário. Quanto à tua pergunta "Até quando ...?", as evidências estão aí para quem quiser ver:
1) escalada do consumo de produtos diferenciados (verdes, orgânicos ou regenerativos) com remuneração também diferenciada;
2) adesão "meteórica" de empresas a princípios ESG (ambientais, sociais e de governança) e a compromissos de desmatamento zero / carbono neutro;
3) uso crescente de certificações para o acesso a mercados, a créditos subsidiados, a bonificações, etc.
Ou seja, o mundo está mudando muito rápido. Quer participar deste movimento? Nos procure!
BRASIL AGRO

CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 13/01/2022

Obrigado à equipe do Instituto pelas informações. Muito práticas, fundamentadas e dizendo o que poucos dizem: leite é saúde e saúde só se "produz" em sistema equilibrado, com solo, planta e animal saudáveis. Para isso, é preciso utilizar muito mais conhecimento técnico que insumos de fora da propriedade. Sugiro salientarem, em postagens futuras, que a vaca é um herbívoro ruminante, ou seja, "funciona" melhor comendo fibras de alta qualidade. Também que o que mais interessa para o produtor é o lucro e o nível de risco, não a produção por vaca/dia. Estes dois balizadores me parecem fundamentais na decisão pelo uso, tipo e quantidade de insumos externos utilizados na produção de leite.
INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

ELDORADO DO SUL - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 14/01/2022

Obrigado pelo comentário. Suas sugestões sobre a vaca = ruminante e sobre o que interessa para o produtor são muito apropriadas. Procuraremos salientar estes tópicos oportunamente.
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