China espera que visita de Bolsonaro traga avanço no comércio do agro

O Brasil já é o maior parceiro comercial da China na América Latina e o país asiático está disposto a ampliar ainda mais essa cooperação, disse o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. O diplomata participou nesta última  manhã de segunda-feira de evento promovido pelo Conselho Superior do Agronegócio (Cosag), da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), na capital paulista, para debater sobre a visão do gigante asiático como investidor do agronegócio brasileiro.

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O Brasil já é o maior parceiro comercial da China na América Latina e o país asiático está disposto a ampliar ainda mais essa cooperação, disse o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. O diplomata participou nesta última manhã de segunda-feira de evento promovido pelo Conselho Superior do Agronegócio (Cosag), da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), na capital paulista, para debater sobre a visão do gigante asiático como investidor do agronegócio brasileiro.

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À imprensa após a reunião, Wanming lembrou que a visita do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, ao seu país em outubro deve trazer “novos avanços no comércio agropecuário”, sem especificar, porém. Exportadores brasileiros de carne têm aguardado com expectativa desde maio, por exemplo, a habilitação de novas unidades de abate pelos chineses para exportar a proteína para lá.

O embaixador lembrou, ainda, que a pauta comercial entre Brasil e China é de US$ 100 bilhões e que o objetivo do gigante asiático é “realizar o desenvolvimento do comércio no longo prazo e de forma equilibrada”. Ele ressaltou também que a China deve promover a diversificação dos produtos comercializados, para “otimizar a pauta comercial”. Neste contexto, Wanming ressaltou que quer dar as “boas vindas para os produtos agropecuários brasileiros e também àqueles de maior valor agregado”.

“Temos, também, expectativa de aumento dos investimentos chineses no processamento, na manufatura e em tecnologia no setor agropecuário”, disse. “Isso contribui para a exportação dos produtos de alto valor agregado do Brasil para a China. Nessa direção, queremos expandir nossa cooperação com o Brasil”, finalizou.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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