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Produção industrial sobe 0,2% em setembro, aponta IBGE

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 01/11/2017

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A produção industrial subiu 0,20% em setembro ante agosto, na série com ajuste sazonal, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio abaixo da mediana das previsões (+0,50%) mas dentro do intervalo das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde uma queda de 0,10% a uma expansão de 1,50%.

Em relação a setembro de 2016, a produção subiu 2,6%. Nessa comparação, sem ajuste, as estimativas variavam de um aumento de 1,70% a 4,50%, com mediana positiva de 3,00%. No ano, a indústria teve alta de 1,6%. No acumulado em 12 meses, a produção da indústria registrou avanço de 0,4%.

Produção por categoria

A produção industrial cresceu em oito dos 24 ramos pesquisados na passagem de agosto para setembro, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Outros 16 segmentos tiveram resultados negativos.

As principais influências positivas foram de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (6,7%) e produtos alimentícios (4,1%), após terem registrado resultados negativos no mês anterior: -1,5% e -4,8%, respectivamente.

Outras contribuições positivas foram de indústrias extrativas (1,0%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (1,0%). Extrativas eliminaram parte da queda de 2,2% acumulada nos meses de julho e agosto, enquanto veículos avançaram pelo segundo mês consecutivo, acumulando um crescimento de 7,5% no período. "As atividades que avançam em setembro são segmentos que têm um peso importante no setor industrial. Juntos, os quatro são cerca de 50% do setor industrial", ressaltou André Macedo, gerente na Coordenação de Indústria do IBGE.

Na direção oposta, entre os 16 ramos que reduziram a produção em setembro, os desempenhos de maior relevância foram produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-20,9%) e perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-6,1%). Outros impactos negativos relevantes ocorreram em produtos do fumo (-15,5%), produtos diversos (-6,0%), produtos de metal (-1,6%) e artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-3,6%).

As informações são do jornal O Estado de São Paulo.  

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