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O que esperar do mercado lácteo no fim de 2021?

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 17/11/2021

2 MIN DE LEITURA

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Os últimos 60 dias, pelo menos, não tem sido fáceis para aqueles que acompanham o mercado lácteo brasileiro. O cabo de guerra entre indústria e varejo pelos preços dos derivados não tem sido vantajoso para os laticínios, que conviveram com consecutivas quedas nos preços praticados nas vendas aos varejistas nestes últimos períodos (no UHT, foram 8 semanas seguidas de menores preços, na muçarela, 12).

O movimento foi repassado nas negociações por matéria-prima, e o produtor recebeu menos em outubro pelo leite entregue em setembro (cerca de R$ 0,05/litro), assim como vem acontecendo em novembro, pelo leite entregue em outubro (as prévias indicam queda de mais R$ 0,15/litro). No mercado spot, a história não foi diferente, e o preço do produto despencou.

Naturalmente, este não é o cenário esperado pelos amantes da cadeia láctea. Diante de custos de produção do leite tão elevados no campo, a lamentação é ainda maior. Neste momento, entretanto, a única ação possível é pensar no futuro: há luz no fim do túnel?

Ainda que a situação não seja fácil, existem alguns sinais que podem tornar o momento menos ruim:

  • Inflação nominal acumulada em 12 meses é bem menor do que já foi: o preço do UHT em janeiro, se comparado ao de janeiro de 2020, era 30% superior. O preço de outubro, se comparado a outubro do ano passado, é “apenas” 4% maior. No caso da muçarela, em janeiro a discrepância contra o ano anterior era de 34%. Em outubro, 3,5%. Menor inflação tende ser incentivadora de consumo na ponta;
  • O varejo começou a “virar” o sinal de repasse ao consumidor: desde a 3ª semana de maio, os preços do UHT, em comparação a 4 semanas anteriores, eram maiores. Na 4ª semana de outubro, esta comparação mostrou preços 1,5% menores (em relação a 4 semanas antes). Varejo praticando preços menores deve estimular “encontro” de preço de equilíbrio para que consumo volte a acontecer;
  • Oferta apertada: apesar da sazonalidade indicar maior produção neste último trimestre, o aperto na rentabilidade deve fazer com que a produção venha aquém do esperado. Além disso, o cenário externo indica momento propício para exportações e difícil para importações.

Caso estes sinais se confirmem, a tendência é que tenhamos menos incentivos a quedas nos preços a partir de dezembro. Nas negociações mais recentes entre indústria e varejo, ao menos para o UHT, já existiram relatos mais otimistas.

Resta saber se o retrato atual não nos surpreenderá com grandes alterações...

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