FAZER LOGIN COM O FACEBOOK ESQUECI MINHA SENHA SOU UM NOVO USUÁRIO

Índice de preços de alimentos da FAO caiu 1,1% em agosto; lácteos com alta de 1 ponto

O Índice de Preços dos Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) caiu 2 pontos (1,1%) em agosto na comparação com julho, para 169,8 pontos. Foi a terceira queda mensal consecutiva, determinada por recuos observados nos mercados de açúcar e cereais.

O índice para lácteos ficou em 194,5 pontos, com alta de 1 ponto (0,5%), "indicando uma reversão das quedas acentuadas registradas nos dois meses anteriores”.

O subíndice dos cereais teve média de 157,6 pontos em agosto, queda de 10,8 pontos (6,4%) em relação ao mês anterior. “Os valores do milho caíram acentuadamente devido às expectativas de uma colheita muito maior do que a prevista anteriormente nos Estados Unidos. Os preços do trigo também permaneceram sob pressão descendente, refletindo amplas disponibilidades de exportação”, disse a FAO no texto de divulgação do indicador.

O índice para açúcar ficou em 174,8 pontos em agosto, com queda mensal de 7,3 pontos (4%). "O último declínio mensal dos preços internacionais do açúcar é justificado em grande parte pelo enfraquecimento do real ante o dólar, que tende a incentivar as exportações brasileiras do adoçante", disse a organização.

Em contrapartida, os preços dos óleos vegetais subiram 7,5 pontos (5,9%) entre julho e agosto. O indicador ficou em 133,9 pontos, devido ao aumento nos preços do óleo de palma - que, por sua vez, subiu com maior demanda internacional e menor estoque na Malásia.

A FAO também indicou que os preços do óleo de soja avançaram acompanhando a demanda robusta dos setores de alimentos e biodiesel e o menor volume de esmagamento nos Estados Unidos. Do mesmo modo, a crescente demanda dos produtores de biodiesel da União Europeia (UE) forneceu suporte para o aumento dos preços internacionais do óleo de canola.

O subíndice da carne registrou 179,8 pontos em agosto, avanço de quase 1 ponto (0,5%) em relação a julho, "continuando com os moderados aumentos de preços registrados nos últimos sete meses". Conforme a FAO, as cotações internacionais da carne suína se fortaleceram ainda mais, sustentadas pela proliferação da peste suína africana na Ásia e na Europa, enquanto as cotações de carne ovina e de frango permaneceram estáveis. "O comércio internacional de carne bovina permaneceu robusto”, destacou a FAO.

As informações são do jornal Valor Econômico.

0

DEIXE SUA OPINIÃO SOBRE ESSE ARTIGO! SEGUIR COMENTÁRIOS

5000 caracteres restantes
ANEXAR IMAGEM
ANEXAR IMAGEM

Selecione a imagem

INSERIR VÍDEO
INSERIR VÍDEO

Copie o endereço (URL) do vídeo, direto da barra de endereços de seu navegador, e cole-a abaixo:

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

SEU COMENTÁRIO FOI ENVIADO COM SUCESSO!

Você pode fazer mais comentários se desejar. Eles serão publicados após a analise da nossa equipe.