No caso das carnes, a alta em relação ao mês anterior, a oitava seguida, foi de 0,7%. Segundo a FAO, a valorização foi determinada sobretudo pelas carnes ovina e bovina, que encontram demanda aquecida no mercado internacional, principalmente na China. A agência da ONU destacou que, embora estejam em alta no mercado chinês, por causa da epidemia de peste africana, as cotações da carne suína estão pressionadas no exterior graças ao aumento da oferta exportáveis, especialmente da Europa.
O indicador que mede as oscilações dos óleos vegetais, por sua vez, registrou variação positiva de 1,3% e alcançou 135,7 pontos, mais alta nível e, 13 meses. A alta foi diretamente influenciada pelos óleos de palma e colza, e só não foi maior porque os óleos de soja e girassol caíram.
Houve quedas, em contrapartida, nos grupos de lácteos — 0,6%, para 193,4 pontos (piso desde fevereiro) — e açúcar — 3,9%, para 168 pontos (piso desde setembro de 2018). No primeiro caso, a retração foi determinada por queijos e manteigas.
O indicador dos cereais, finalmente, ficou praticamente estável em 157,6 pontos, mais baixo patamar do ano. O trigo subiu, apesar da oferta mundial confortável — mas, por esse motivo, o milho caiu.
As informações são do jornal Valor Econômico.