Os primeiros dois anos foram de natureza experimental, assim como regras semelhantes estabelecidas em outros países da UE, como França e Itália. A prorrogação por mais dois anos continuaria com esse caráter experimental. Para a COAG Castilla y León esta expansão é positiva, mas considera que deve ser implementada de forma definitiva e ampliada a todos os alimentos, indicando também a percentagem por origem quando se trata de misturas. Uma rotulagem clara permitirá ao consumidor escolher livremente.
O Tribunal de Justiça da UE pronunciou-se recentemente sobre este tipo de rotulagem. Afirmou que a menção da origem ou do local de origem dos alimentos, em particular do leite e do leite utilizado como ingrediente, só será possível, entre outras condições, se for objetivamente demonstrado que existe uma relação entre a origem ou a proveniência de um alimento e algumas das suas qualidades e se os Estados-Membros fornecem provas de que a maioria dos consumidores atribui uma importância significativa a esta informação.
O Barômetro do Clima de Confiança do setor agroalimentar desenvolvido pelo MAPA indicou que “7 em cada 10 consumidores olham para a origem dos alimentos. Por sexo, as mulheres prestam mais atenção do que os homens. Os alimentos que mais procuram a origem espanhola são os produtos frescos: principalmente peixes, frutas, vegetais e carnes”. Especificamente nas pesquisas com consumidores, a maioria relaciona a menção ao país de origem à qualidade dos alimentos.
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As informações são do Agrodigital, traduzidas pela Equipe MilkPoint.
