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Coronavírus: impactos no mercado lácteo; atualizações em tempo real

POR EQUIPE MILKPOINT

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 03/04/2020

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Diante da incertezas trazidas pela pandemia do coronavírus, a Equipe MilkPoint, juntamente com o MilkPoint Mercado, trará atualizações sobre os pontos mais importantes que impactarão o setor lácteo. Acompanhe conosco! 

 

Sexta-feira, 03/04/2020, 17:45 h — por Valter Galan

Efeitos de curto prazo:

  • Operações de compra e transporte de leite, processamento e distribuição de derivados lácteos ocorrendo de forma normal. No entanto, já são reportadas algumas dificuldades para encontrar frete adicional (ao já contratado), tanto na coleta de leite quanto na distribuição de produto acabado;
  • Depois da negociação do spot na terça/quarta, hoje foram reportadas vendas de leite spot abaixo dos patamares do fechamento na virada da quinzena, principalmente no Paraná;
  • Expectativa de melhoria nas vendas na ponta final de consumo em função do pagamento de salários. Leite UHT com estabilidade de preços e baixos estoques na indústria, indicando ainda bom fluxo de volumes de venda. Iogurtes seguem com volumes oscilando e leites em pó industriais começam a verificar redução ou corte nos pedidos.
  • Os queijos têm tido bem maior dificuldade de manter preço, em função da redução forte de volume dos canais institucionais – os preços recuaram 50 centavos/kg nesta semana.

 

Quarta-feira, 01/04/2020, 17:00h — por Valter Galan

Efeitos de curto prazo:

  • Liberada a venda de leite fluido de laticínios com inspeção municipal e estadual para laticínios com inspeção federal, para aliviar a situação destes pequenos laticínios que atuam nos mercados institucionais e têm tido sua venda dificultada para estes canais;
  • Grande volume de leite direcionado ao mercado spot por indústrias do mercado institucional de queijos, o que fez cair a média negociada hoje no spot (queda de 13 centavos/litro na média Brasil);
  • Volumes de venda de iogurtes seguem com tendência de enfraquecimento e, aparentemente, a mesma tendência começa a aparecer esta semana para os leites em pó no mercado institucional (sacos de 25kg) – alguns cancelamentos de pedidos foram reportados;
  • De forma geral e com exceções de alguns casos de pequenas empresas, operações de compra e transporte de leite, processamento e distribuição de derivados lácteos ocorrendo de forma normal.

 

Segunda-feira, 30/03/2020, 17:30h — por Valter Galan

Efeitos de curto prazo:

  • Vendas de leite UHT da indústria aos canais varejistas ainda fluindo com bons volumes, apesar da elevação de preços nas 2 últimas semanas (produto atingiu média de R$ 3,15/litro base São Paulo, segundo o MilkPoint Mercado). A forte estiagem no Rio Grande do Sul e os preços elevados do milho e da soja estão reduzindo o ritmo da produção nas principais bacias leiteira e também ajudam a sustentar o mercado;
  • Volumes e preços de leite em pó fracionado com boas vendas, mas não tão aceleradas como as do UHT. Os leites em pó industriais (sacos de 25 kg, para uso industrial em outros derivados lácteos, biscoitos, sorvetes e etc.) estão com mercado bem sustentado em função dos baixos estoques da indústria, da baixa competitividade do produto importado e da queda na produção nacional;
  • Mercado de iogurtes com volumes de venda começando a patinar para algumas empresas;
  • Salvo as exceções de pequenos/médios laticínios atuando no mercado institucional, as operações de coleta e transporte de leite e fabricação e distribuição dos derivados lácteos estão normais na maioria das empresas do mercado.

 

Quinta-feira, 26/03/2020, 17:35h — por Valter Galan

Efeitos de curto prazo:

  • Os riscos de ruptura de compra de leite estão basicamente concentrados em pequenas empresas. Nenhuma grande empresa hoje cogita a interrupção de compra e, ao contrário, algumas delas vem capturando oportunidades de melhora da base de produtores diretos;
  • Da mesma forma, nenhuma grande empresa tem recomendado, até o momento, a redução do volume de produção a seus produtores. Estas recomendações tem vindo majoritariamente de pequenas e médias empresas com canais de venda mais focados no mercado institucional;
  • Mercado spot com bastante oferta destas mesmas pequenas e médias empresas. Aqui um ponto: empresas sem SIF ou SISB tem dificuldades de vender leite spot (empresas com SIF não podem comprar este leite);
  • Depois de acelerar em grandes centros (como São Paulo), os iogurtes têm desaceleração de vendas nestes mercados e aceleração em mercados secundários (interior dos principais estados do país).

 

Quarta-feira, 25/03/2020, 17:15h — por Valter Galan

Efeitos de curto prazo:

  • Operações de coleta de leite nas fazendas, processamento nas fábricas e distribuição de produtos lácteos ainda normais de forma geral;
  • No entanto, em função da forte redução dos volumes de venda em canais “institucionais” (foodservice, distribuidoras, restaurantes, etc.), algumas empresas de menor porte focadas nestes canais de venda já sinalizam a interrupção da coleta de leite de produtores diretos a partir do dia 01/04/2020;
  • Ao mesmo tempo, segue crescendo a inadimplência nas vendas da indústria aos canais de distribuição, além dos pedidos de prorrogação de prazo de pagamento de vendas já faturadas;
  • Queijos nos canais “institucionais” seguem com forte queda nos volumes. Queijos nos super/hiper mercados e atacarejos seguem com bom fluxo de vendas e empresas focadas nestes canais tem estoques reduzidos;
  • Leite UHT aparentemente encontrou um teto de preço, mas segue “rodando” com bons volumes de venda;
  • Transporte a partir de empresas em importantes bacias leiteiras do Sul e Goiás para São Paulo tem custado mais caro, já que os fretes de retorno, que normalmente tinham carga, têm retornado vazios (redução da atividade industrial no estado de São Paulo).

 

Segunda-feira, 23 de março de 2020,16:30h — por Valter Galan e Marcelo Pereira de Carvalho

Efeitos de curto prazo:

  • Operações de coleta de leite nas fazendas, processamento nas fábricas e distribuição de produtos lácteos ainda normais de forma geral;
  • Algumas dificuldades de transportadores de produtos finais das principais bacias para trazer cargas a São Paulo – motorista não quer vir e/ou estrutura de apoio aos motoristas (restaurantes) fechados/indisponíveis;
  • Algumas dificuldades com mão-de-obra em fábrica (logística de transporte até a fábrica e absenteísmo que cresce);
  • Canais de distribuição (principalmente pequenos distribuidores e food service, que tiveram de parar de operar) solicitando/indicando postergação de prazo de pagamento para vendas já realizadas e/ou cheques já emitidos. Inadimplência crescendo;
  • Reforçada a avaliação, principalmente para os queijos, de que há canais com enorme restrição de volume de vendas (pequenos distribuidores, food service) e canais (super/hipermercados, atacarejo) nos quais o fluxo de vendas está funcionando bem. Laticínios maiores, mais bem estruturados e com cadastro de vendas em diferentes canais, tem se beneficiado;
  • Aumenta volume de leite fresco disponível dos queijos (principalmente pequenos laticínios) para o leite spot;
  • Redução do volume de produção de queijos e, com isso, já se percebe redução de oferta de soro de leite no mercado e aumento de preços.

 

Sexta-feira, 20 de março de 2020, 16:30h — por Valter Galan

Efeitos de curto prazo:

  • Operações de coleta de leite nas fazendas, processamento nas fábricas e distribuição de produtos lácteos ainda normais de forma geral;
  • Preços do leite UHT fecham a semana próximos a R$ 3,00/litro, confirmando forte aquecimento do mercado pelo efeito de aumento de compras e estocagem de produto pelo consumidor final;
  • Leite em pó fracionado com mercado também aquecido, bem como outros derivados lácteos típicos de consumo/preparação de refeições no lar (como a manteiga);
  • Indústrias de queijo focadas em distribuidores reportando forte queda de volumes de venda e acúmulo de estoques;
  • Indústrias de queijo que atendem o mercado de restaurantes/cadeias de fast food em shoppings também com forte queda nas vendas para estas lojas. No entanto, estas indústrias estimam aumento nas vendas de cerca de 30% nas lojas “de rua”, principalmente em função do aumento das vendas delivery destas lojas.
  • Indústrias de queijo focadas no varejo final (super e hipermercados) seguem com volumes de venda bastante fortes

Efeitos de médio/longo prazos:

  • Alguns laticínios reportam aumento no nível de absenteísmo de mão-de-obra de fábrica;
  • Ao mesmo tempo, em algumas regiões, começam a aparecer restrições a circulação de ônibus municipais que transportam operários de fábrica. Neste caso, as empresas têm (até o momento) conseguido alinhar soluções paliativas com o poder público local;
  • Não confirmadas, até este momento, as restrições ao funcionamento de portos;
  • Algumas consultorias indicam projeção de recuo mais forte do PIB este ano.

 

Quinta-feira, 19 de março de 2020, 16:30h

Por Marcelo Pereira de Carvalho - PointCast #27, Coronavírus: impactos no setor lácteo

Por Valter Galan

Efeitos de curto prazo:

  • Cadeia de abastecimento das empresas ainda operando sem restrições: coleta e processamento de leite estão funcionando, bem como a logística de distribuição de derivados;
  • UHT segue com forte movimento de alta nos preços de venda da indústria ao varejo. Cotações chegam próximas aos R$ 3/litro;
  • Queijos: indústrias especializadas em food service (cadeias de fast food, shoppings) e refeições coletivas (como catering) com vendas quase paralisadas; em contrapartida, indústrias com atuação mais forte em varejo com incremento das vendas (pelo efeito de estocagem no consumidor final).

Efeitos de médio/longo prazos:

  • Ameaça de interrupção das atividades de portos (demanda do sindicato dos Estivadores): interrupção do abastecimento de itens importados, para produtores de leite (menor impacto) e indústrias (ingredientes, aditivos – maior impacto);
  • Atenção a possíveis problemas futuros na cadeia de abastecimento por falta de motoristas (risco de exposição, principalmente na distribuição de produtos finais, mas também na coleta de leite).

 

Quarta-feira, 18 de março de 2020, 16:30h - por Valter Galan e Marcelo Pereira de Carvalho: 

Efeitos de curto prazo:

  • Leite UHT subindo forte esta semana, resultado da restrição de circulação recomendada e do comportamento do consumidor final, que tem ido aos supermercados se abastecer de estoques de bens de giro rápido; segundo as sondagens iniciais da equipe do MilkPoint Mercado, os valores são de 30 a 60 Centavos mais altos que na semana passada. Efeito semelhante pode ser esperado para os leites em pó;
  • Produtos frescos (como iogurtes), não tão “estocáveis”, têm crescido em embalagens de maior volume (embalagens “família”). No entanto, como são produtos de compra mais frequente (consumidor compra sempre que vai ao supermercado), tendem a ser mais atingidos por uma redução de compras neste momento;
  • Refeições feitas em casa e refeições por delivery (principalmente pizzas/lanches) aumentam. Queijos e indústrias de queijos mais especializadas nestes canais já reportam aumento de vendas;

Efeitos de médio prazo:

  • A projeção para o crescimento da economia brasileira este ano cai dia a dia. O último Boletim FOCUS (da sexta-feira passada) indicou crescimento de 1,7% (contra 2,3% há um mês) e, nesta semana, com a consolidação da pandemia em nossa país, já há vários analistas apontando para crescimento negativo da economia este ano — na China a produção industrial caiu 13,5% nos dois primeiros meses de 2020 (primeira queda em quase 30 anos!), como efeito do coronavírus. Provavelmente, então, teremos mais um ano de recuo do PIB. Talvez seja prematuro quantificar os efeitos no consumo, uma vez que a composição de gastos da população será certamente alterada (menos viagens, lazer, etc), podendo haver realocação para produtos de necessidade direta.
  • Mercado internacional caindo, em função da drástica redução da atividade econômica nos países e, ao mesmo tempo, da forte queda dos preços internacionais do petróleo. As nossas importações só não crescem porque a taxa de câmbio (que hoje ronda os R$ 5,10/US$) inviabiliza as importações (a uma taxa de câmbio de R$ 5,10/US$, o leite importado a valores do GDT hoje chega ao Brasil ao redor de R$ 1,67/litro, cerca de 35 Centavos por litro acima do Cepea média Brasil).

 

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TARCÍSIO ALVES TEIXEIRA

RIO DE JANEIRO - RIO DE JANEIRO

EM 02/04/2020

Parabéns pela cobertura!
Isso que é jornalismo!
MARLUCIO PIRES

EDEALINA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 31/03/2020

Muito obrigado por nos manter informado
JOÃO LEONARDO PIRES CARVALHO FARIA

MONTES CLAROS - MINAS GERAIS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 30/03/2020

Vamos que vamos!
PEDRO H F BENZ

EM 27/03/2020

Parabéns pela cobertura. Excelente trabalho.
MARLUCIO PIRES

EDEALINA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 25/03/2020

Bom dia Valter. Ontem esperei ansioso pelo seu resumo da situação de mercado pro dia 24, mas não veio. Por favor, continue nos atualizando.