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Para refletir: em que superfície anda minha vaca?

NOVIDADES DOS PARCEIROS

EM 17/08/2020

4 MIN DE LEITURA

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Atualizado em 17/08/2020

Com objetivo de evoluirmos na produção leiteira, e em paralelo buscar a rentabilidade na atividade, estamos retirando as vacas de seu real ambiente, locais onde sua locomoção era feita em terra e capim... e às colocamos sobre o concreto, muitas vezes abrasivos e pontiagudos, não importando o ambiente: freestall, corredores de acesso, manejo ou propriamente na sala de ordenha.

Com certeza este é um fator importante a ser considerado, pois o desconforto causado ao animal é altamente prejudicial e resulta em agravamento significativo dos problemas de cascos.

“Nas últimas décadas os problemas relacionados às enfermidades de cascos em bovinos vêm ganhando importância devido ao seu alto impacto sobre os gastos nas fazendas leiteiras, sendo considerados, juntamente com os problemas de glândula mamária e reprodutivos, como as principais perdas econômicas na pecuária leiteira. A claudicação causada por lesão nos dígitos pode acarretar perdas consideráveis sobre a produção de leite, com comprometimento de até 20% sobre produção. Além das perdas diretas na produção de leite, os problemas de casco também provocam diminuição da eficiência reprodutiva, aumentam a incidência de mastite, gastos com tratamentos, taxa de descarte, podendo chegar, em alguns casos, até na morte do animal” (FERREIRA,2005).

A vaca tem como hábito natural a locomoção, acessando o alimento e buscando água, este processo nos permite identificar de maneira precoce os problemas de casco, pelo “índice de locomoção” do animal.

Trata-se de uma técnica visual, simples e objetiva: com a vaca permanecendo parada, sua linha dorsal deve formar uma linha reta, com ambas as patas paralelas e apoiadas no chão, bem como em movimento, a postura do animal permanece normal, segura e tranquila, sem proteger nenhuma das patas ou demonstrar qualquer sensação de dor.

Estes problemas se identificados antecipadamente, evitam enormes prejuízos à Fazenda, pois vacas com problemas de casco diminuem sensivelmente a ingestão de alimento, de água, diminuem muito sua produção, reduzem drasticamente a taxa de concepção e elevam os custos com tratamentos, o que certamente resultará em inúmeros descartes prematuros e quedas na lucratividade do negócio na propriedade.

“Na Europa, diversos estudos sobre os custos de manqueira em vacas leiteiras relataram variações de US$175.00 a US$372.40 por vaca alojada no rebanho” (Esselemont, 1990; Whitaker et al., 1983). Ou seja, este é um fator de extrema relevância para a rentabilidade na atividade. Como as vacas acabam se deslocando diariamente nesses pisos abrasivos, ações voltadas para sanar estas questões, são importantes para evitar essa condição e oferecer mais conforto à vaca.

Atualmente o uso da borracha, tem sido uma maneira adequada, com eficiência cientificamente comprovada em áreas de circulação como: corredores, salas de espera, manejo e sala de ordenha. Ambientes que fazem uso desta solução, proporcionam à vaca ter maior estabilidade, segurança (andando de peito aberto) e menor abrasividade para o casco, somados aos fatores “durabilidade” e “praticidade na limpeza”, tornam este investimento completamente viável na propriedade.

SOBRE A BORRACHA

A borracha por natureza é um isolante térmico, que apresenta uma outra vantagem: no Brasil temos regiões com temperaturas e condições extremas: quente, frio e umidade elevada, com isso algumas empresas têm concentrado seus esforços em alta tecnologia no desenvolvimento de borracha ideal para as demandas da pecuária. Vale ressaltar aqui uma questão importante, a saúde humana! Algumas soluções encontradas no mercado, possuem HAPs (Hidrocarbonetos Aromáticos Policíclicos) em sua composição, estes itens são possíveis causadores de câncer quando são queimados no processo de vulcanização da borracha, por isso é importante ficar atento, e optar por soluções que substituam estas bases de gordura e petróleo por azeite natural de soja, um componente com praticamente zero emissão de HAPs.

Desta forma é muito importante, como qualquer investimento, sempre avaliar a origem e garantias do fabricante de borrachas, fornecedor e profissionais na instalação. Além das recomendações específicas de utilização, existem materiais para finalidades distintas (pisoteio de bovinos, equinos, humanos, superfícies com declividades ou planas, densidades e espessuras diferentes) o que evita que situações desagradáveis aconteçam após a instalação na propriedade, garantindo maior conforto na locomoção e bem estar dos animais.

DICA ÚTIL

A Weizur do Brasil está no Mês do Conforto Animal, a Campanha acontece entre os dias 17/Agosto a 18/Setembro; Neste período a empresa está ofertando aos clientes, pagamento facilitado dos produtos em até 12x iguais, com Preços e Condições Especiais no período de campanha! Aproveite as inúmeras opções para as mais diversas finalidades e tipos de pisos necessários para a sua propriedade.

Pisos como o Karera, opção voltada para proteção no ambiente de áreas pavimentadas, reduzem o impacto com a superfície e aliviam a pressão nas patas dos animais, ou até mesmo o Piso Monta, ideal para áreas em declive (rampas) onde seu formato proporciona ao animal maior segurança na passada e menor risco de acidentes por quedas. Deixo aqui particularmente minha recomendação, o Colchão Wingflex, um colchão macio que se adapta à anatomia do animal, distribuindo o peso por igual para não causar pontos de pressão nas articulações. Wingflex propicia ao rebanho o conforto necessário para que o descanso do animal seja maior, elevando assim a rentabilidade na produção leiteira.

Para saber mais sobre o Mês de Conforto Animal Weizur, clique no Link abaixo e confira esta super oportunidade!

https://www.weizur.com.br/prevenda/conforto-animal/
 

Texto por: Joel Graciolla – Supervisor Comercial Weizur – RS / Depto Marketing.


Dúvidas? Entre em contato com a Weizur pelo Box abaixo.

 

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