Todavia, dada a grande diversidade edafoclimática característica da região Nordeste, não foi obtido um resultado condizente com os objetivos relacionados ao desenvolvimento de um modelo que tornasse possível a implantação nas unidades de produção locais, pelo menos para sua grande maioria.
Neste sentido, a busca pelo entendimento dos modelos já conduzidos pelos gestores locais, conjuntamente com a identificação das características positivas ou até mesmo, e ainda mais relevante, das características limitantes, passa a ser o fundamento do pensamento sobre modelos de sistemas de produção que possuem maior possibilidade de serem implementados localmente e que se tornem positivamente relevantes.
Em geral, as maiores limitações tem sido de caráter climático, com notada influencia do padrão de precipitação intra e inter anos. Conjuntamente ao padrão regional da precipitação, a formatação de modelos de produção de alimentos para os rebanhos, desconsiderando a variação, tem causado limitações técnica e, sobretudo econômica, inviabilizando as tentativas de sistemas de produção sustentáveis. É verdade que esta característica tem maior relevância para os modelos de sequeiro e menor impacto nas áreas irrigadas.
Assim, modelar sistemas tendo em sua base a compreensão da variabilidade temporal e espacial dos eventos chuva, tipo de solo, temperatura, disponibilidade de insumos (alimentos concentrados e fertilizantes) e disponibilidade de terra conjuntamente com a disponibilidade de capital, passa ser básico. É de posse destas informações que serão avaliadas as possibilidade de se manter os animais em sistemas a pasto, semi-confinados ou em confinamento total, tendo sua determinação em função das características citadas anteriormente e do preço do leite na região, também em caráter histórico.
Durante sua palestra no Interleite Nordeste com o tema “Sistema de produção de leite na região Nordeste: quais os mais viáveis?", Rodrigo Gregório Da Silva, Professor do Instituto Federal do Ceará – IFCE, pretende abordar detalhadamente os sistemas de produção de leite passíveis de serem implementados no Nordeste, seus desafios, oportunidades e retornos.
Não perca a oportunidade de participar deste grande evento do setor leiteiro, que pela primeira vez será realizado no nordeste! As inscrições com desconto vão até o dia 25 de outubro. Até esta data, estudantes pagam R$ 125,00 e profissionais, R$ 200,00. Após esta data, os valores passarão a ser de R$150,00 e R$250,00, respectivamente. Aproveite a oportunidade e faça já a sua!
Para quem não puder ir até Salvador para participar presencialmente do Interleite Nordeste, haverá a oportunidade de participação online, cujas inscrições são limitadas para apenas 100 pessoas. O valor a ser investido para ter acesso à transmissão online do Interleite Nordeste é de R$250,00. Como as vagas são limitadas, fiquem atentos! Para fazer sua inscrição, acesse o botão abaixo:
O Palestrante:
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