Cuide da alimentação de seu rebanho, pois ele é um dos fatores mais importantes para o sucesso da produção leiteira.
Esse curso online é dividido em 5 módulos, cada um liberado semanalmente e realizado totalmente via Internet. O aluno tem algumas ferramentas para tirar suas dúvidas, como o Fórum de Debates (disponível 24 horas por dia) e as Conferências Online (atividade com data pré-definida).
Os módulos deste curso são baseados nos seguintes temas:
- Sistema Digestivo - formação do estômago dos ruminantes, fisiologia da digestão, microbiologia do rúmen, fermentação e cinética ruminal;
- Energia - metabolismo energético, carboidratos estruturais, efetividade da fibra, carboidratos não estruturais, processamento de grãos de cereais, lipídios;
- Proteína - metabolismo ruminal de proteínas, síntese de proteína microbiana, digestão e absorção intestinal, utilização dos aminoácidos absorvidos;
- Minerais, Vitaminas e Água - macro e microminerais, fontes de minerais, vitaminas hidro e lipossolúveis, fontes de vitaminas, exigências de água;
- Atendendo as exigências nutricionais - sistemas nutricionais, dicas práticas para formulação de rações.
O objetivo do curso não é ensinar formulação de dietas e, sim, permitir que o aluno consiga avaliar se a dieta oferecida ao rebanho está adequada segundo os conceitos essenciais sobre nutrição animal.
Os instrutores deste curso serão Alexandre M. Pedroso e Marina de Arruda Camargo Danés. Conheça um pouco mais sobre os instrutores aqui!
Esta será a 6ª edição deste curso online AgriPoint, realizada por estes mesmos instrutores, sendo que já foram mais de 470 interações de perguntas e respostas no fórum de debates, entre os 250 participantes inscritos, com alunos de 21 estados*, além do Distrito Federal. (* Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.)
Na última versão deste curso, realizada em 2008, participaram alunos de 19 Estados do Brasil e de 3 outros países: Estados Unidos, Nova Zelândia e Portugal, sendo ao todo 2 horas de conferência online.
Veja abaixo o depoimento de alunos que participaram do curso em 2008:
"Para quem quer crescer profissionalmente é fundamental"
Francisco Celio da Silva - produtor de leite - Limoeiro do Norte - CE
"Um excelente curso, muito interessante e fácil de compreender todos os itens abordados."
Felipe Fabro Teixeira - estudante - Curitiba - PR
"São cursos que levam o conhecimento objetivamente. Exigem um certo grau de conhecimento, não são fáceis. É necessária a disposição de estudar."
José Maria Solis - produtor de leite - São José dos Campos - SP
"Identifico esse curso online AgriPoint da seguinte forma: simples, didático, eficiente."
Ailton Aparecido de Lacerda - produtor de leite - Serro - MG
| O curso tem duração de 6 semanas e vale a dica: o tempo passará rápido. Serão 5 módulos, todos importantes para o domínio do tema, com vídeo-aulas que podem ser salvas em seu computador, textos que podem ser impressos em formato de apostila, chats de bate-papo e fórum de debates à disposição em tempo integral. Como estímulo ao uso dessa ferramenta do curso, veja uma das interações realizadas na versão anterior do curso: Aluno Prezados, Gostaria de saber qual é a diferença entre fubá e farelo de trigo, em termos de energia. Grato CA* Instrutor: Marina de Arruda Camargo Danés Olá, CA, A energia de um alimento é determinada pelo seu teor de nutrientes digestíveis totais (%NDT). O NDT do milho moído fino (fubá) varia em torno de 82%, enquanto que o NDT do farelo de trigo é aproximadamente 73%. O farelo de trigo é um co-produto fibroso, com maior teor de proteína do que o milho, 17% contra 9% do milho. Um abraço, Marina Aluno Prezada Marina, Muito obrigado pela resposta. Entretanto, solicito ainda, a gentileza de me responder se esta diferença de NDT (em torno de 10%) é significativa para substituição total do fubá pelo farelo de trigo. Grato, CA Instrutor: Alexandre M. Pedroso Via de regra a substituição total do milho pelo farelo de trigo em dietas de vacas leiteiras resulta em queda na produção, especialmente para vacas na primeira metade da lactação. Para vacas com produção mais baixa ou categorias animais menos exigentes, é possível formular dietas sem milho, em que a principal fonte de energia seja o farelo de trigo. A taxa de inclusão nunca pode ser muito alta, pois se trata de um resíduo fibroso, cujo fornecimento em excesso, associado a volumosos de alta efetividade de fibra, pode limitar a ingestão de alimentos. Att, Alexandre *Para preservar a identidade do aluno que fez as perguntas, colocamos apenas as iniciais do nome dele. |
O fórum de debates é uma ferramenta importante para tirar suas dúvidas. O aluno pode fazer quantas perguntas quiser e receberá resposta para todas elas!
Aproveite a experiência e dicas dos instrutores deste curso para adotar estas estratégias de nutrição em sua propriedade!
Conheça os 4 principais motivos para realizar este curso e veja fotos de microorganismos ruminais em plena atividade.
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