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Vacinação contra mastite causada por coliformes

POR MARCOS VEIGA SANTOS

MARCOS VEIGA DOS SANTOS

EM 14/05/2015

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As bactérias Gram negativas são um dos principais grupos de agentes causadores de mastite, dentre as quais destacam-se: Escherichia coli, Enterobacter spp., Klebsiella spp. e Serratia spp. Essas espécies colonizam naturalmente o solo e o trato gastrointestinal das vacas leiteiras e apresentam grande capacidade de multiplicação nesses locais. Desta forma, as infecções intramamárias causadas por essas bactérias ocorrem por oportunismo em locais em que há grande quantidade de fezes e excesso de umidade. As mastites causadas por coliformes podem ter manifestação clínica grave e em alguns casos podem sintomas de comprometimento sistêmico da vaca, como o endurecimento do quarto afetado, desidratação, inapetência e falta de apetite, febre, toxemia e até morte (cerca de 5% dos casos). Estes sintomas graves de mastite clínica ocorrem em resposta à liberação de toxinas pelos coliformes.

Um estudo recente desenvolvido pelo Qualileite FMVZ-USP determinou a frequência de agentes causadores de mastite clínica em rebanhos dos estados de SP e MG. Foram avaliadas 3.724 vacas distribuídas em 19 rebanhos e três sistemas de alojamento: free stall (4 rebanhos), compost barn (4 rebanhos) e sistema semi-intensivo com piquetes (11 rebanhos). O tamanho dos rebanhos variou entre 25 e 1.500 vacas em lactação com produção média diária por vaca de 22,2 kg (variando entre 13,5 a 36,4 kg). A contagem de células somáticas média dos rebanhos foi de 564.000 células/ml.
Durante o período de um ano de avaliação, foram analisados cerca de 1800 de casos de mastite clínica. Deste total, 953 amostras (53,4%) e 629 amostras (36,2%) não apresentaram crescimento microbiológico. As bactérias Gram negativas foram responsáveis por 20,4% dos casos de mastite clínica, destacando-se a Escherichia coli como o patógeno mais importante dentre os coliformes. Das culturas positivas, 27,47% foram diagnosticadas como pertencentes ao grupo de bactérias Gram negativas, o que demonstra o potencial dessas bactérias em causar a mastite clínica. Além disso, 37,9% das mastites ambientais foram causadas por bactérias Gram negativas.

Vacinação como ferramenta de controle de mastite causada por coliformes

Em razão da ampla distribuição dos coliformes no ambiente em que as vacas leiteiras estão alojadas, as principais medidas de controle de mastite deste grupo de agentes são focadas na redução de novas infecções (menor contaminação dos tetos) e na melhoria da resposta imune da vaca. Para redução da contaminação dos tetos pelos coliformes, recomenda-se a melhoria da higiene de ambiente, especialmente no local de parição (baia ou piquete), nas instalações de confinamento (cama) das vacas em lactação e nas demais áreas de descanso dos animais. Além disso, outras medidas mais específicas para controle e prevenção de mastite causada por coliformes são: a) desinfecção dos tetos antes da ordenha; b) fornecimento de alimento fresco após a ordenha, para manter as vacas pé na primeira hora após a ordenha, para evitar que a extremidade dos tetos entre em contato direto com o solo; c) uso de selantes de tetos na secagem; d) vacinação.

O uso da vacinação pode ser uma estratégia eficaz de controle da mastite causada por coliformes, cujo objetivo é o aumento da resistência da vaca contra estes agentes. Diversas vacinas foram, testadas contra mastites causadas por coliformes, no entanto, somente no final da década de 1980, com a identificação e isolamento de uma cepa rugosa mutante de Escherichia coli, denominada J5, foi possível o desenvolvimento de uma vacina com comprovada eficácia contra coliformes. Esta cepa mutante é capaz de sintetizar um antígeno interno (lipopolissacárideo), que estimula a resposta imune do vaca contra os grupo dos coliformes causadores de mastite. A vacina a base de E. coli J5 tem sido usada como rotina de prevenção de mastite causada por coliformes em vários países, nos quais esta vacina está disponível comercialmente, contudo, somente recentemente uma vacina polivalente contra mastite (estafilococos + J5) foi registrada na União Europeia.

O protocolo recomendado em bula para uso da vacina J5 é de 3 doses, sendo a 1a na secagem (60 a 45 dias antes do parto), a 2a dose após 30-35 dias depois da 1a, e a 3a dose aos 50 dias pós-parto. Uma das limitações para o uso deste esquema de vacinação ocorre em rebanhos menores, nos quais somente um pequeno número de vacas são secadas semanalmente, o que dificulta o manejo de aplicações e leva a uma demora para inclusão de todas as vacas no protocolo de vacinação (necessidade de esperar a secagem de todas as vacas para completar o ciclo de imunização completo). Alternativamente, um protocolo de vacinação massal envolve a vacinação de todas as vacas em lactação e o uso de reforços de vacinação a cada 3-4 meses. Contudo, este protocolo de vacinação massal ainda não havia sido avaliado em estudos científicos.

Estudos recentes sobre vacina contra mastite causada por coliformes
Um estudo recente avaliou dois protocolos de vacinação, utilizando-se uma vacina polivalente comercial (Topvac, Hipra) em rebanhos leiteiros do Reino Unido, com foco no controle e prevenção de mastite causada por coliformes. O estudo envolveu um total de 3.130 vacas, distribuídas em 7 rebanhos leiteiros. As vacas foram selecionadas de forma aleatória para serem vacinadas de acordo com 3 protocolos: a) de acordo com a bula (3 doses: 45 dias antes do parto; 35 dias após a 1a dose; 52 dias pós-parto); b) massal (vacinação de todas as vacas com 3 doses iniciais, com intervalo de 30 dias, seguido de vacinação a cada 90 dias); c) sem vacinação. A avalição da eficácia da vacinação foi feita com base na ocorrência de mastite clínica, CCS, produção de leite e taxa de descarte de vacas, durante os primeiros 4 meses de lactação, uma vez que este é o período no qual a expectativa de efeito da vacina é maior. Foram avaliados somente os dados das vacas vacinadas com pelo menos 2 doses de vacinas antes do parto, tanto no protocolo de acordo com a bula quanto no protocolo massal.

Em relação à mastite clínica, de um total de 779 casos durante o período total do estudo, E. coli foi o agente mais frequentemente isolado, correspondendo a cerca de 20% dos casos, enquanto o grupo dos microrganismos gram-negativos respondeu por cerca de 33% de todos os casos e S. aureus representou 2,5% do total. ão houve diferença da incidência de mastite clínica causada por coliformes ou por E. coli entre os grupos vacinados, sendo que a proporção de vacas afetadas por mastite clínica causada por E. coli variou de 0,09 a 0,11. Da mesma forma, quando foi avaliada a CCS das vacas durante os 4 primeiros meses de lactação, não houve diferença entre os protocolos de vacinação avaliados. No entanto, quando foi avaliada a classificação da gravidade dos casos de mastite clínica, as vacas vacinadas com o protocolo de bula apresentaram menor risco de mastite clínica moderada e grave (escores 2 e 3) do que as demais vacas. Além disso, os resultados indicaram que na medida que aumenta o número de doses aplicadas da vacina, as vacas têm menor risco de desenvolvimento de mastite moderada e grave.

Um dos resultados importantes deste estudo foi que o uso da vacinação não reduz necessariamente a incidência de novos casos de mastite clínica, mas tem efeito positivo na redução da gravidade dos sintomas, de acordo com o aumento do número de doses aplicadas. Estes resultados são particularmente importantes no caso de mastite causada por coliformes, cujos casos têm sintomas mais graves, com risco de morte da vaca. Além disso, pode-se esperar que em razão de fatores de risco específicos de cada fazenda (CCS média, alta produção de leite, nível de higiene do ambiente) alguns rebanhos podem ter maior benefício o uso da vacinação do que outros com menor exposição destes fatores de risco.

Com relação aos resultado de produção de leite, em média o grupo de vacas vacinadas com o protocolo de bula produziu maior volume de leite (cerca de +231 L/vaca) e maior quantidade de sólidos total (cerca de 12,3 kg/vaca), durante os 4 primeiros meses de lactação do que o grupo de vacas não vacinadas (Figuras 1 e 2).



Figura 1 – Produção de leite durante os 4 primeiros meses de lactação, de acordo com o protocolo de vacinação (não vacinado, bula e massal). Fonte: adaptado de Bradley et al., 2015.



Figura 2 – Produção de gordura, proteína e sólidos totais do leite, durante os 4 primeiros meses de lactação, de acordo com o protocolo de vacinação (não vacinado, bula e massal). Fonte: adaptado de Bradley et al., 2015.

Este estudo foi um dos primeiros a demonstrar que a vacinação contra mastite causada por coliformes está associada com aumento da produção de leite durante os 4 primeiros meses de lactação. Em média, as vacas vacinadas com o protocolo de bula produziram a mais cerca de 2 L/vaca/dia e as vacas do protocolo massal produziram 1 L/vaca dia a mais do que as vacas não vacinadas. Ainda que este não seja um efeito direto da vacina e que não tenha sido determinada a razão para este aumento da produção de leite e de sólidos, é possível que a redução da gravidade dos sintomas tenha resultado em maior consumo de alimentos e menor desconforto associado com os sintomas dos casos clínicos de mastite, o que em consequência tenha levado ao aumento de produção. Os resultados deste estudo indicaram que, com base nas condições de custos de produção de leite e preços de leite praticados no Reino Unido, o uso da vacinação teve uma taxa positiva de retorno do investimento de aproximadamente 2,5:1, somente considerando os efeitos da vacina sobre o aumento da produção de leite.

Fonte: Bradley, et al., Journal of Dairy Science, 98:1706-1720 (artigo na íntegra: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0022030214008741#)





 

MARCOS VEIGA SANTOS

Professor Associado da FMVZ-USP

Qualileite/FMVZ-USP
Laboratório de Pesquisa em Qualidade do Leite
Endereço: Rua Duque de Caxias Norte, 225
Departamento de Nutrição e Produção Animal-VNP
Pirassununga-SP 13635-900
19 3565 4260

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MARCOS VEIGA SANTOS

PIRASSUNUNGA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 23/06/2015

Prezado Rodrigo,

Uma etapa que considero fundamental é realizar a cultura microbiológica dos casos de mastite clínica, pois assim é possível identificar a potencial fonte de infecção (contagioso ou ambiental) e definir se vale a pena ou não continuar tratando a vaca, principalmente as vacas com mastite crônica. Sugiro consultar um laboratório que realiza culturas microbiológicas (o laboratório da nossa escola realiza este tipo de análise: www.qualielite.org).

Alguns agentes causadores não respondem ao tratamento e sendo assim, não teria recomendação de continuar tratando. Exemplos são: levedura, Prototheca, Nocardia. Nesta situação, poderia ser feita a secagem permanente do quarto ("matar o quarto') ou o descarte da vaca, pois seria mais vantajoso do que continuar tratando a vaca, sem ter resposta ao tratamento.

Atenciosamente,

Marcos Veiga dos Santos
RODRIGO CANEDO VINHAL

LAGOA FORMOSA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 23/06/2015

Boa noite!

Passamos por dificuldades com o grande volume de chuva que atingiu o interior de MG nos primeiros meses de 2015, tivemos uma alta incidência de mastite ambiental, onde afetou em sua maioria os animais de maior produção. Chegamos a ter 8% do rebanho com mastite ambiental, e na maioria das vezes tivemos que secar os quartos infectados. Tivemos vários casos de animais que tiveram dois quartos infectados ao mesmo tempo.

Iniciamos o protocolo de vacinação utilizando a vacina Topvac, onde um médico veterinário da empresa vai até a sua propriedade e realiza a vacinação. Aplicamos uma primeira dose e após 21 dias aplicamos o reforço. Agora em agosto iremos repetir (4 meses) e assim por diante.

Tivemos uma redução drástica no índice de mastite ambiental já na primeira aplicação e também com relação as mastites clínicas houve também um diminuição. Coma redução na incidência de mastite, cobrimos o custo da vacina no primeiro mês.

Marcos,

Temos alguns animais que sempre apresentam mastites no mesmo teto, respondem bem ao tratamento, porém após alguns dias apresentam novamente o sintoma. Alguns animais são secos e na próxima lactação voltam com o mesmo problema. Há algo que possa ser feito, ou podemos considerar esses casos como animais para descarte?

Att.

Rodrigo
MARCOS VEIGA SANTOS

PIRASSUNUNGA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 28/05/2015

Prezado Guilherme, as melhores respostas da vacina são para E. coli. De modo geral a vacina J5 não tem a mesma eficácia contra Klebsiella, ainda que tenha alguma proteção cruzada.

Atenciosamente, Marcos Veiga
GUILHERME ALVES CORDEIRO

TURMALINA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 28/05/2015

Marcos, bom dia !

Essa vacina ajuda combater a Klebsiella ssp

Att

Guilherme
JOELITA DE OLIVEIRA

BARUERI - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 21/05/2015

Bom dia, Marcos!

Fiquei interesada nessa vacina, onde posso comprar ??? Estou tendo muitos problemas com a mastite, a fazenda fica na região de Itapetininga.
Atenciosamente
MARCOS VEIGA SANTOS

PIRASSUNUNGA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 20/05/2015

Prezado Guilherme, esta vacina que foi descrita no estudo é fabricada pelo Laboratório Hipra.

Atenciosamente, Marcos Veiga
GUILHERME AMARAL

PAULICÉIA - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 20/05/2015

Onde encontro essa vacina e qual a melhor marca?
MARCOS VEIGA SANTOS

PIRASSUNUNGA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 20/05/2015

Prezada Luana, esta vacina, assim como outras não tem período de carência. O período após o qual a vacina começa a apresentar efeito é geralmente a partir da segunda aplicação ( com intervalo de um mës entre as aplicações).

Atenciosamente, Marcos Veiga
LUANA MAICOM

EM 20/05/2015

esta vacina tem carência? quanto tempo apos a aplicação ela far efeito considerável?
MARCOS VEIGA SANTOS

PIRASSUNUNGA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 20/05/2015

Prezado Claudemir,

Eu não conheço nenhum estudo recente sobre esta vacina (Mastiplus). Atenciosmente, Marcos Veiga
CLAUDEMIR DAS NEVES SOUZA

CONTAGEM - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 20/05/2015

Prezado Marcos Veiga;

Estou usando em minha propriedade a vacina mastiplus br, vc conhece algum trabalho / pesquisa sobre este produto?? Essa vacina é para 13 cepas de bactérias.
MARCOS VEIGA SANTOS

PIRASSUNUNGA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 20/05/2015

Nemuel, náo houve diferença em relação a incidência de casos clínicos entre todos os grupos, incluíndo os grupos vacinados e o grupo controle. Sendo assim, não houve diferença nestas variáveis que você questionou. O principal resultado ocorreu em relação a gravidade dos casos e a producao de leite e de sólidos do leite.

Atenciosamente, Marcos Veiga
NEMUEL DE AGUIAR BRITO

MORRINHOS - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 20/05/2015

Professor Marcos Veiga, está relatado no texto que não houve diferença entre quantidade de casos clínicos, nem CCS entre os grupos vacinados.

Mas não falou nada em relação ao grupo controle.

Com relação a este grupo houve alguma diferença quanto a quantidade de casos clínicos e CCS quanto comparados com o grupo vacinado independente do protocolo?

Att.,

Nemuel A. Brito

MSD SAÚDE ANIMAL
MARCOS VEIGA SANTOS

PIRASSUNUNGA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 20/05/2015

Prezado Ronaldo, esta vacina tem indicação para vacas e novilhas.

Atenciosamente, Marcos Veiga
RONALDO NAINE REIS

VASSOURAS - RIO DE JANEIRO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 20/05/2015

Marcos, bom dia.
Esta vacina pode ser usada também em ovelhas de leite?
Se afirmativo, qual seria a dose?
Obrigado
MARCOS VEIGA SANTOS

PIRASSUNUNGA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 20/05/2015

Prezado Aurélio,

Esta vacina em particular tem uma capacidade de manter a imunidade por cerca de 3-4 meses, por ser uma vacina bacteriana. Na minha opinião, as vacinas não tem este efeito de "causar depedência", pois trata-se de uma resposta imune da vaca, similar a resposta natural que a vaca teria quando sofre o desafio de uma infecção natural.

Atenciosamente, Marcos Veiga
AURÉLIO AZEVEDO DA SILVA

SERRANOS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 20/05/2015

Prezado Marcos,

Utilizei uma vacina contra mastite que por um bom período, no início houve um bom resultado com redução de casos clínicos e até mesmo diminuição de CCS e mastite subclínica, porém foi observado que após um certo tempo alguns animais que contrairam a infecção não recuperaram da mastite e ocasionando até o morte.
Com a aplicação da vacina os animais podem ficar dependente do estímulo para realizar a defesa e ficam dependentes deste estímulo (vacina) e podem não responder com a defesa natural do organimo?
Grato,
Aurélio Azevedo
MARCOS VEIGA SANTOS

PIRASSUNUNGA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 20/05/2015

Prezado Otaviano, este levantamento ainda está em fase de desenvolvimento e terminaremos a fase inicial de coleta de amostras no final de maio/2015. Publicamos um resumo parcial com os dados iniciais na Revista Leite Integral (em duas partes nos dois últimos meses).

Atenciosamente, Marcos Veiga
OCTAVIANO ALVES PEREIRA NETO

SÃO PAULO - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 20/05/2015

bom dia. Esse levantamento do Qualileite está publicado? Pnde? Obrigado
MARCOS VEIGA SANTOS

PIRASSUNUNGA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 17/05/2015

Prezado Thiago, na minha opinião, esta vacina contra mastite tem boa segurança, pois é uma vacina inativada. Com relação ao uso do protocolo alternativo, também considero que é bastante seguro, mas os resultados do protocolo recomendado em bula são melhores em termos de resposta de produção de leite e de diminuição da gravidade dos sintomas.

Atenciosamente, Marcos Veiga