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Fatos curiosos na formação de pastagem

MARCO AURÉLIO FACTORI

EM 29/04/2015

5 MIN DE LEITURA

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Na formação das pastagens, é evidente que o uso correto do solo deve ser eficiente para que, ao menos na parte de nutrição, as forrageiras tenham seu melhor desempenho e mostrem seu potencial. Um solo bem manejado, seja pela baixa ou nula infestação de pragas ou pelo aporte de nutrientes, atua de forma direta sobre o sucesso da pastagem. Como já mencionado por aqui: “uma criança bem alimentada não adoece” ou ainda: “um pasto bem manejado, dura quase que eternamente”. É como dizem: “tudo que começa bem... termina bem” ou “começando bem tudo corre bem...”.

O investimento na formação ou implantação de pastagem pode ser considerado uma das atividades mais importantes sob o ponto de vista econômico. Esta prática é tão importante, que deve ser considerada como um plantio semelhante ao de outras culturas e, como tal, o produtor deve procurar, da melhor maneira possível, as técnicas mais recomendadas à formação da pastagem em sua propriedade. Sabe-se que a produtividade do pasto está intimamente relacionada, dentre eles, com a escolha do local para implantação da pastagem, escolha das espécies forrageiras (não existe forrageira milagrosa e sim a mais adequada para cada caso), época de plantio e preparo do solo. Ainda, plantar no momento certo é uma importante ferramenta para o sucesso.

Relacionado à implantação de pastagem, dentre os fatos interessantes que eu pude presenciar foi que, em um determinado momento, visitei uma propriedade e a mesma apresentava um relevo impróprio para a mecanização. Lembro-me ainda, que disse ao produtor que se um trator chegasse naquele lugar ele teria “vertigem” de tanto morro. Logicamente uma brincadeira, mas quis demonstrar a impossibilidade de plantar uma nova pastagem. Fui indagado pelo produtor: “O que eu faço?” e com muita calma o direcionei para o plantio direto que nada mais é que plantar uma nova forragem (neste caso) sobre uma cobertura vegetal morta. Bom, se não posso revolver a terra, preciso de alguma idéia para conseguir implantar a nova forrageira. É claro que o fato o deixou mais indagado ainda.

Continuando a conversa mostrei a ele algumas fotos de uma breve tentativa de como fazer o plantio de capim Tobiatã por meio de mudas realizado por nós (Figura 1). Certamente, um trabalho quase que artesanal, mas que dá resultado. Dessecando-se a área com uma bomba costal e plantando mudas ou até mesmo com sementes pode-se implantar um novo pasto. Com certeza, um trabalho de quase jardinagem, mas que ajudado talvez por tração animal, acoplando-se carrinhos de plantio, ou até mesmo em áreas localizadas em que uma máquina agrícola ande, pode ser feita sim a substituição e plantio de uma nova forrageira.


Figura 1. Plantio do capim Tobiatã (Panicum maximum) em mudas em área dessecada localizada.

Em outras experiências, em um local declivoso, mas ainda agricultável, um produtor da região de Botucatu (Sitio São Judas Tadeu, bairro de Anhumas), o senhor Valdir Factori (por coincidência meu pai) introduziu em uma área composta por um capim pouco produtivo conhecido como Gramão (Gênero Paspalum) um capim mais produtivo (Brachiaria brizantha cv. Marandu). Em uma área reduzida para teste, o feito foi apenas gradear com grade leve a área (apenas para abrir sulcos pequenos de 2 a 3 cm de largura e profundidade), jogando a semente a lanço na área toda logo em seguida e passando a grade novamente. Em outra área que o trator não “andou”, este foi substituído pela famosa plantadeira manual chamada de tico-tico. Fato interessante: o capim Gramão, em função dos pequenos sulcos, deu espaço para o Marandu e como foi acrescido adubo nitrogenado em cobertura após a emergência da Braquiária (15 dias após), cresceu mais e foi sombreando o Gramão predominando o novo capim. Obviamente que o espaçamento do plantio entre covas ou os sulcos irão variar a cada situação, mas nesse caso específico deu certo.

Outro fator muito engraçado, é que aprendemos na universidade que em dias de vento não se aplica calcário. Um dia, em função do esgotamento do tempo para cumprir algumas etapas experimentais, a aplicação de calcário tinha que ser feita. Curiosamente, na primeira foto da Figura 2 nota-se ao longe que vinha um trator aparentemente em chamas expelindo fumaça. Posteriormente fiquei sabendo que um amigo disse ao ver de longe esta cena que a área em questão estava pegando fogo. Ao chegar perto vimos que apenas era aplicação de calcário que estava sendo perdido por deriva (indo embora pelo vento). Neste dia, foi constatado que instalações a mais de 400 metros desta área foram atingidas pelo calcário. É evidente que a situação forçada permitiu que isto acontecesse, mas infelizmente o que me entristece é que na maioria das propriedades isto ocorre. Escolher o momento certo, muitas vezes pode reduzir a dose aplicada em função do aumento da eficiência do processo.


Figura 2. Aplicação do calcário em dia de vento.

Certamente que no dia do plantio o uso de rolo compactador é fundamental para que ocorra o leve enterrio da semente no solo e ainda contato desta com o solo aumentando a viabilidade do plantio e consequentemente uniformização da área. Pois bem, em outra experiência, muito curiosa foi que em uma propriedade estava sendo utilizado para o enterrio de sementes um rolo compactador, mas que não era como da figura 3, feito de pneu, leve e sim um rolo feito de um tambor de 200 litros - observe o detalhe: cheio de concreto pesando no mínimo 500 kg. Engraçado e triste. O excesso de peso do rolo enterra muito a semente e por isso as sementes ou não germinam ou ainda germinam tardiamente em função do enterrio profundo. Com certeza, a demora em se estabelecer causa espaço para invasoras e por isso o processo de plantio “vai pelo ralo”, junto com todo o concreto gasto para encher o tambor.


Figura 3. Rolo compactador feito de pneus utilizado para leve compactação das sementes no solo.

Depois de tudo estabelecido, um costume utilizado, não errado, mas a meu ver um equivoco e poderia ser suprimido, seria após a implantação do pasto deixá-lo sementear (figura 4). Não é um ato perdido e sim que pode ser “pulado”, pois um pasto bem implantado já possui um número ideal de sementes (segundo recomendação) já previamente estudadas e experimentadas. O produtor não deve perder tempo em testar e sim aplicar novas técnicas desenvolvidas pela universidade. Deixar o capim sementear significa deixá-lo “passar do ponto” perder qualidade e fornecer um capim ao animal de baixo valor protéico, imprimindo em menores ganhos de peso e produção de leite. Uma explicação de um técnico conceituado foi que, ao deixar sementear, na área vão existir sementes do capim novo (implantado) e quando ocorre a morte daquele que lhe deu origem, esta semente germinará e ocupará o lugar. Em área bem manejada, o pasto dura pra sempre. Logicamente que foram algumas pequenas troca de informações, mas ainda acredito que esta etapa deva ser pulada. Um sistema que se julga eficiente não pode pensar na morte do pasto e sim na sua longevidade.

Figura 4. Pastagem recém implantada e deixada sementear de forma equivocada.

Fatos curiosos sempre existiram, existem e irão continuar existindo. Cabe em cada caso, buscar sua eficiência. Eficiência não é hoje mais uma opção e sim combustível essencial para a sobrevivência do sistema produtivo. 

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MARCO AURÉLIO FACTORI

Consultor, Factori Treinamentos e Assessoria Zootécnica.

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MARCO AURÉLIO FACTORI

PRESIDENTE PRUDENTE - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 04/06/2018

Prezado Gabriel.

Neste seu caso, rebaixe o capim nativo, e em um dia sem muito alagamento deste solo, semeia a lanço o capim e compacte com um rolo leve se o trator entrar na área. Se não entrar, solte grande quantidade de animais nesta área fazendo-os caminhar por um período neste local, isso ajudará no enterrio e compactação das sementes. Att. Marco Aurélio Factori
GABRIEL DANTAS

NATAL - RIO GRANDE DO NORTE - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS

EM 30/05/2018

Boa noite, a todos!
Caro professor Marco Aurélio!
Tenho uma propriedade em região do litoral do NE. Região que apresenta chuva concentradas principalmente nos meses de abril a agosto, terreno em área sujeita a alagamento com solo argiloso, que dificulta o manejo do durante a seca em função da forte coesão e nas águas em virtude do alagamento e adesão aos implementos agrícolas. Qual a sua sugestão para que possa implantar um pastagem de brachiaria humidicola nestas condições? Coloco animais para rebaixar o pasto nativo, faço a semeadura e deixo as sementes expostas? Uma vez que tenho dificuldade para corte da terra e compactação das sementes.
ABRAHÃO GOMES DE HOLANDA

CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL

EM 05/05/2015

Quem trabalha com formação de pastagem sabe muito bem quais são os critérios a ser seguidos e as etapas  de acordo com a programação .É preciso evitar a moda principalmente quando da escolha das forrageiras milagrosa.Uma forrageira famosa como

Mombaça ,Tanzânia Tifton pode ser inadequada em solos de baixa fertilidade textura inadequada, etc.A       .Bachicaria humidícula  tem sido a melhor opção em varias

regiões do país com ex,cito o estremo sul da Bahia que se destacou em produtividade

pecuária Enquanto os     Panicuns logo pereceram no primeiro ano de implantação em

varias fazendas daquela região .Não vale apenas lançar mão dos recursos de adubação

porque esta forrageira é muito exigente.Assim  argumentam nosso pesquisadores com

extrema consciência cientifica.Adotando as práticas de manejo ,a escolha correta da forrageira,

a adaptação do  clima e,a lotação ajustada  tornam qualquer forrageira  altamente eficiente.

Uma forrageira dura por muito tempo quando se segue com rigor estas práticas .

Observa-se que estas  práticas  elementares deixam  a desejar na grande maioria.
JOEL MARTINES DE OLIVEIRA

OUTRO - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 04/05/2015

Muito bem explicado, concordo plenamente que com manejo adequado as pastagens, e sua longevidade é garantida.

Esse ano plantei uma área com capim mombaça, com 40 dias ja estava sendo pastejado. excelente potencial de produção.
MARCOS OTTONI DE ALMEIDA

FLORIANÓPOLIS - SANTA CATARINA - PESQUISA/ENSINO

EM 04/05/2015

Prezado Marco

Obrigado pela resposta e pela atenção

Um bom fim de semana

Marcos
MARCO AURÉLIO FACTORI

PRESIDENTE PRUDENTE - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 04/05/2015

Prezado Marcos



Sobre sua pergunta, aquele esquema dos pneus não seria possível pois os mesmos não estão com rodas ou câmeras e sim com madeiras no meio apenas mantendo-os abertos para rodarem sobre o solo. Ainda se colocarmos água para aumentar o peso, a compactação será excessiva e quando isso acontece, as sementes aprofundam demais e demoram mais para emergirem ou saírem do solo fazendo com que saia menos ou ainda apareçam ou nascem de forma desordenadas ou ainda uma primeiro que a outra atrapalhando na formação da pastagem com aparecimento de invasoras e outros. Estamos a disposição. Att. Marco Aurélio Factori
MARCOS OTTONI DE ALMEIDA

FLORIANÓPOLIS - SANTA CATARINA - PESQUISA/ENSINO

EM 04/05/2015

Prezado Marco Aurélio.

Primeiro receba os meus parabéns pelo artigo.

Quanto ao compactador feito com pneus, não seria possível ter uma melhor compactação se enchêssemos estes pneus com água?

Um abraço
GERISVA. VIEIRA DE SOUSA

SANTARÉM - PARÁ - ESTUDANTE

EM 01/05/2015

Parabéns Marco Aurélio, excelente aula de produção de pastagens,sabemos que  muitas pessoas não tem noção das ferramentas disponíveis para se preparar um solo e você esplanou com precisão alguns métodos utilizados para a preparação de solos e formação de pastagens.

Concordo plenamente com vc em relação a não deixar o capim produzir sementes mas existem algumas exceções como quando se trata de um solo de baixíssima qualidade e impossibilita o crescimento cespitoso do capim e consequentemente propiciando o surgimento de plantas invasoras.

Parabéns pelo artigo.

Att. Gerisvan Vieira de Sousa

Acadêmico de Medicina Veterinária.
CELSO CARVALHO AQUINO

GOIÂNIA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 30/04/2015

Excelente artigo. Uma aula magistral. Parabéns!
SEMENPASTTO SEMENTES LTDA

NONOAI - RIO GRANDE DO SUL - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS

EM 30/04/2015

Bom dia!

Parabens MARCOS.

Nós trabalhamos a 16 anos exclusivamente com forrageiras e desde o começo a nossa orientação foi, é e será que "FORMAÇÃO DE PASTAGENS"  tem que ser tratada como uma cultura para que possamos colher resultados positivos.

Que os resultados que colhemos estão diretamente ligados ao investimento  feito.

Em formação de pastagens o "CONHECIMENTO e MANEJO" são determinantes para obter resultado positivo.

É fundamental a análise  da área e análise do solo.

Um abraço!
JULIO

SANTA HELENA - TOCANTINS - PESQUISA/ENSINO

EM 30/04/2015

Parabéns marco Aurélio, cabe salientar que onde há disponibilidade de cama de aviários ou esterco de aves de postura, como fonte de nitrogênio se reflete em aumento de massa verde, ótimo residual de adubação.
MARCO AURÉLIO FACTORI

PRESIDENTE PRUDENTE - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 29/04/2015

Prezado robson



Muito obrigado pelos comentários. No entanto, concordo com você mas gostaria de fazer duas ressalvas. 1- Eu também já presenciei que onde o rodado do trator passa nasce o pasto, no entanto quero ressaltar que já imaginou o quanto de combustível seria gasto para "pisotear" todo um hectare com o trator com o rodado do pneu? 2- Sobre o rolo compactador cheio de concreto me refiro ao desperdício de tempo e dinheiro em encher um tambor com concreto apenas para compactar sementes. Nos trabalhos conduzidos presentes na literatura ainda falam de compactar as sementes com grade niveladora fechada e ainda um rolo leve como mencionei na foto, com grande eficiência segundo os trabalhos, com pouco custo operacional. Neste ponto que estava me referindo. No entanto, fico feliz em poder despertar interesse dos leitores e te agradeço imensamente pelo comentário e me coloco a disposição sempre que possível. Eu que lhe parabenizo pelo brilhante comentário e por compartilhar conhecimento conosco. Um grande abraço, Att. Marco Aurélio Factori
MARCO AURÉLIO FACTORI

PRESIDENTE PRUDENTE - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 29/04/2015

Prezado Abrahão



Fico feliz em ler isso e ter um pouco desta origem também. Quem gosta da terra sempre gostará e com certeza cuidará bem dela. Grande abraço,. Att. Marco Aurélio Factori
ROBSON PINHEIROS

PIRACICABA - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 29/04/2015

Parabéns pela matéria Marcos.



É sempre importante estar reforçando os malefícios causados por alguns desses pontos que muitas vezes são negligenciados por parte de alguns produtores e técnicos, possibilitando assim maior discussão e melhorias no setor.



Porém, há um ponto dentre os quais você levantou que discordo, que é aquele referente a compactação das sementes. No campo observamos que as áreas que apresentam melhor formação são aquelas situadas sob a passagem do rodado do trator, facilmente identificadas pelas faixas contínuas e uniformes das plantas, geralmente apresentando um stand bem mais homogêneo e vigoroso que as áreas adjacentes. O pneu de um trator de 75 cv exerce uma pressão de 0,8 a 1,0 kgf/cm2 e um rolo desses de pneus como na foto é demasiado leve a meu ver, não exercendo nenhuma função de compactação das sementes distribuídas. Mesmo o rolo de concreto que você mencionou apresenta uma compactação abaixo dessa proporcionada pelo rodado dos tratores, que a meu ver, são um bom referencial para uma compactação adequada. Considerando uma densidade de 500 kg como você mencionou dividido por uma área de contato de 900 cm2 (90 cm de comprimento do tambor x 10 cm de área de contato com o solo), daria uma pressão de cerca de 0,55 kgf/cm2.



Claro que a pressão exercida pode ser maior ou menor dependendo da umidade do solo no momento da compactação, mas nenhum produtor vai realizar a compactação em solo demasiado úmido.



Bom, é uma discordância que tenho, no mais acho bastante pertinentes os pontos que foram levantados no seu texto. Parabéns novamente.
ABRAHÃO GOMES DE HOLANDA

CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL

EM 29/04/2015

Existe uma cadeia com circuito fechado entre o solo e o homem .:

Solo-------Planta--------Animal-------Homem---- Solo.

Todos os elos da cadeia estão enfraquecidos . O Solo se degradando o pasto também,o animal emagrecendo e a humanidade perecendo. Tudo causado pelo descaso com o Solo

Percebe-se que a especie  Humana está se tornando uma especie com serio risco de  fazer parte daquelas que entraram em extinção. A consequência mais grave é a fome ,que gera violência ,doenças, guerras ,e destruição, Toda a humanidade devem formar um pacto pela vida do Solo pois só assim todos serão felizes para sempre.
ABRAHÃO GOMES DE HOLANDA

CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL

EM 29/04/2015

Caro Marcus  Factore ,para fortalecer mais ainda o texto respondo com a seguinte frase:

Solo ,para TE Mesmo  Depois de Mortos Seremos Vida,.Autor : José Régis Figueiras,por ocasião da nossa conclusão do Curso de Técnico Agrícola  pelo Colégio Agrícola de Lavras da Mangabeira -CE em dezembro de 1967.Guardo comigo para sempre.O solo deve ser reservado para quem o ama pois assim sendo torna a vida mais saudável e longeva.

Tenho minhas origens herdadas  de família  de  agropecuaristas desde dos anos de 1800.Somos descendentes da Família Gomes  vinda de Portugal aqui chegaram e se arrancharam na Caatinga do Nordeste e estão por lá até hoje sendo Vaqueiros Agricultores Pesquisadores das Caatingas,Professores Universitários ,explorando melhor o solo.

Já Pensou se todos nós tivéssemos essas  origens ?O Solo era feliz para sempre
MARCO AURÉLIO FACTORI

PRESIDENTE PRUDENTE - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 28/04/2015

Prezado Martinho



Obrigado pela Leitura. Concordo que para deixar sementear é somente quando o capim está sobre pastejo diferido ou como se refere como feno em pé. Mas após formação da pastagem não é necessário. Um capim quando emite semente, ele está fora do seu ponto ótimo de manejo sendo aceitável no pastejo diferido ou vedado quando se acrescenta ao manejo do gado uma suplementação. Um grande abraço. Att. Marco Aurélio Factori
MARTINHO MELLO DE OLIVEIRA

PARANAÍBA - MATO GROSSO DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 28/04/2015

Parabéns pela explanação. Acho que existem duas formas que precisa deixar sementear, quando fica mal formado ou para deixar para feno em pé.
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