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A importância da assistência técnica na produção animal

MARCO AURÉLIO FACTORI

EM 05/02/2016

5 MIN DE LEITURA

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Antigamente era praticamente impossível obter um frasco plástico para armazenarmos um líquido, uma vez que o plástico praticamente não existia tão facilmente assim. Hoje, porém, o plástico, que podemos aqui exemplificar como a garrafa de refrigerante, é facilmente encontrado e por isso o utilizamos para tudo praticamente. 

Comparativamente, nos dias de hoje, é muito fácil produzirmos uma vez que o acesso a tecnologia é mais fácil que antigamente. Já mencionei por aqui que “nossos avôs andavam algumas horas para chegar até a cidade, para trocar muitas vezes alimentos básicos como feijão, arroz e milho por produtos manufaturados dentre eles, vestimentas e artefatos metálicos”.

A partir daí já se buscavam melhorias em tecnologia. A mais básica era comprar uma vaca melhor não se preocupando com alimentos para esta vaca. Assim sendo, quanto maior o número de vacas, maior e mais importante era o produtor, caracterizando dessa forma um “status”. 

Bom, se os preços vem caindo e os custos aumentando, como posso trabalhar sem eficiência? Será que conseguimos? Neste momento, objetivo o meu discorrer sobre o assunto: “buscar ajuda". Se tudo anda mais ou menos é porque preciso melhorar! Não podemos mais nos prender ao "achismo". 

Hoje no cenário nacional temos muitos cursos formadores de técnicos e aqui menciono principalmente três: Agrônomos, Médicos Veterinários e Zootecnistas. Não mais ou menos importante quero focar aqui no que mais se relaciona comigo, ou seja, a Zootecnia. Esta para mim, é uma brilhante profissão, pois cuida dos aspectos produtivos enfocando na produção e na nutrição animal associadas ao manejo e melhoramento genético. Logicamente temos que defender uma bandeira que resumo em produzir sempre mais, mas, com eficiência.

Enfatizo que para produzir, precisamos saber produzir. Se eu quiser ter boa saúde eu preciso ter boas práticas de saúde e procurar um médico ou um profissional para obter isso. Se você quiser dinheiro emprestado, geralmente irá ao banco. Se você quiser água, vai a fonte. Se quiser produzir com eficiência, busque um técnico. 

Na produção agropecuária, novas técnicas são lançadas quase que diariamente, pois inúmeros são os trabalhos conduzidos nas academias de pesquisas que por sua vez preenchem as lacunas faltantes no aspecto produtivo. Pois bem. Os trabalhos lançados não são para pesquisadores, e sim para produtores. Poucos tratam de técnicas que auxiliam a pesquisa, mas sim, quase que em totalidade, focam os produtores para que estes venham a produzir, mais por menos.

Se tomarmos como exemplo o lançamento de capins (que já falei por aqui que não existem capins milagrosos) o objetivo é que eles sejam mais resistentes, precisem de menos nutrientes e produzam mais. Como exemplo, temos um capim chamado Colonião (Panicum maximum) “parente” do Mombaça, capim muito utilizado nos dias de hoje. Mas porquê não utilizamos mais o Colonião já que ele está nas beiras de matas e rodovias por todo o país? Simplesmente porque lançaram um capim melhor (não milagroso) mas melhor que ele. A assistência técnica deve passar essa informação ao produtor ou ainda dizer a ele como ele pode melhorar o Colonião, caso o produtor o utilize. 

Outro exemplo que temos é o Tifton e o Coast Cross, capins do gênero Cynodon e que se multiplicam por muda. Então, lançaram outro capim chamado Vaquero que se multiplica por semente para substituir os dois anteriores e de fato, podemos notar que a substituição não vem ocorrendo. Não é porque um capim é novo que deve ser utilizado, pois ele também tem os seus problemas, suas qualidades e indicações e isso um técnico poderá te responder. Mas, ai vem as perguntas: "se ele se multiplica por semente, a implantação não é mais fácil?" Sim, verdade, mas e os outros aspectos? O que pode ser bom para algo, pode não ser bom em outro aspecto. 

Com relação a esse assunto, deixo aqui a informação que todo e qualquer lançamento de cultivares, produtos ou afins no mercado deve ser feito por empresas e devem ser apresentados testes, ou ainda trabalhos científicos que garantam a eficácia do produto. Lançar um produto é fácil e também é fácil perder este produto, pela baixa aceitação dele. Um carro que é lançado na televisão pode ou não ser bom para mim.

Canso-me às vezes quando ouço produtores comprando inúmeros produtos e se enchendo de dívidas e um técnico não foi solicitado e vejo que aquele produtor perderá dinheiro. Neste momento insiro no assunto: quanto custa uma assistência? Não irei falar de valores aqui, mas sim, do mérito de um bom profissional. Certa vez um técnico foi chamado para arrumar um aparelho e ao chegar na casa do cliente, retirou do bolso uma chave de fenda e apertou um parafuso na parte de trás do aparelho, este que voltou a funcionar. O dono do aparelho então perguntou: Quanto fica? O técnico disse: Mil reais. O dono do aparelho pediu então a descrição do serviço e na nota constava: "aperto de parafuso: um real e saber qual parafuso apertar: 999 reais. Agora eu lhe pergunto, foi caro não? Mas sem o técnico o aparelho funcionaria?

Como gosto muito de contar causos, um dia fui a uma propriedade rural e chegando lá me deparei com um problema. Por coincidência e pela nossa vivência, foi um problema de fácil resolução e então foi logo resolvido. Porém quero aqui adiantar que o produtor me disse algo intrigante e que me deixou feliz. Ele me disse assim, rindo: "Chamei você aqui para uma coisa e resumindo, você evitou que eu gastasse, desnecessariamente, 12 vezes o valor da sua assistência”.

Resumo este texto dizendo que todos devem procurar apoio técnico para PERDER MENOS. Sim, perder menos. Busque informação e a confirme. Logicamente existem picaretas e mal intencionados andando por aí. Existem também assaltantes que retiram grande parte do lucro, mas existe o verdadeiro técnico aquele treinado e composto por ética e responsabilidade e que fará o serviço correto. Para finalizar, buscar informações nem sempre custa ao produtor. Muitas vezes ela vem de graça e fácil, com a tecnologia que temos nos dias de hoje. Leia, pergunte, se informe e produza. Temos nos dias de hoje toda e qualquer condição para isso. Lute talvez por associações, ou seja, um produtor não consegue pagar um técnico, mas dez podem conseguir. Assistam palestras e façam cursos. Chame um técnico. Para finalizar, não podemos deixar de ir a lugares. Podemos ir a pé, de bicicleta, carro, avião de trem, até de táxi, mas não vamos pedir carona para o taxista, pois ele precisa trabalhar.
 

MARCO AURÉLIO FACTORI

Consultor, Factori Treinamentos e Assessoria Zootécnica.

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IZADORA

JAGUARUNA - SANTA CATARINA - ESTUDANTE

EM 17/02/2020

Primeiramente gostaria de te parabenizar pela matéria excelente e dizer que cheguei até ela procurando por assistência técnica em bovinocultura de leite. Sou recém formada em agronomia e gostaria de me inserir nesta área, porém não sei como tomar os primeiros passos para isso e desde então busco por informações que possam me auxiliar. Gostaria de saber como posso estar iniciando nesse ramo, obrigada.
IZADORA

JAGUARUNA - SANTA CATARINA - ESTUDANTE

EM 17/02/2020

Tenho interesse em atuar na assistência técnica para bovinocultura de leite e gostaria de saber como faço para me inserir nesse ramo? Tem algumas dicas para isso?
MARCO AURÉLIO FACTORI

PRESIDENTE PRUDENTE - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 18/02/2020

Izadora, boa tarde.

Primeiramente se atualize sempre e não tenha medo de desafios. Outro passo é ser conhecida. Comece com contatos e vá imprimindo seu nome em cursos e palestras. Após isso, e juntamente com isso, vai indo aprimorando a fase de campo, como indo a campo com uma propriedade, mesmo não recebendo nada por enquanto. Tudo é questão de tempo. Qualquer coisa conte conosco. Att. Marco Aurélio Factori. e-mail: mafactori@yahoo.com.br
ABRAHÃO GOMES DE HOLANDA

CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL

EM 23/02/2016

A coisa é tão gritante que chega a causar grandes prejuízos  na atividade que se está

desenvolvendo.Os prejuízos pode aparecer em diversas maneiras: Falta de adubação e

e correção da acidez no solo,Calagem e adubação inadequados, falamos também sobre o melhor momento.Imagine que se proceda  a adubação com nitrogênio a sol a pino, ou então utilizá-lo acima da dosagem recomendada.Frisamos também a escolha do adubo

em se:orgânico ou químico,folhear ou em coberturas e ainda sobre a idoneidade dos

produtos comercializados. E se over erros nas análises de solos?Amostras mal coletadas?

vejam os srs. quantos problemas podem surgir.Eu como um humilde veterinário levanto

estas questões imaginem quando o  agrônomo chegar.
MARCO AURÉLIO FACTORI

PRESIDENTE PRUDENTE - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 22/02/2016

Prezado Emanuel



A economia pode ser total... pense que uma análise de solo pode determinar que você não precise de adubo e se não fizer pode gastar todo o dinheiro adubando e não precisar. Pense nisso.. Conte sempre conosco. Att. Marco Aurélio Factori
JOSE JOSELI DA SILVA

SURUBIM - PERNAMBUCO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 22/02/2016

Emanuel, Bom dia!!!



Sua pergunta é muito interessante. Mas minha formação profissional é Medicina Veterinária. Não tenho muito conhecimento nesta área. Acho que tudo isso depende de uma análise de solo que determinará as quantidades necessárias dos nutrientes. Isto poderá economizar ou até mesmo aumentar as quantidades de adubo. O ideal é que as culturas respondam em termo de produtividades.

Assim sendo não devemos nos preocupar com as quantidades, se mais ou menos adubo, devemos nos preocupar sim, com os resultados. Nunca aconselhamos aplicação de adubos sem análises de solo.



Abraços,



Jose Joseli
EMANUEL HADDAD PERDÃO

ATIBAIA - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 19/02/2016

Pergunto:

Uma simples análise de solo economiza quanto em adubo?



Esse é o preço da assistência técnica, poupança de muuuito capital/trabalho com um investimento ínfimo.
JOSE JOSELI DA SILVA

SURUBIM - PERNAMBUCO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 17/02/2016

Prezados. Bom dia!!!



       Iniciaria parabenizando os leitores dos artigos e comentários  aqui escritos, pelo interesse e pelas colocações  feitas, o que muitas vezes os leva a encontrar soluções para alguns casos abordados.

Sou  técnico da Extensão Rural, Supervisor do IPA,  do Estado de Pernambuco e as vezes nos deparamos com casos parecidos com o Abrahão em aplicação de recursos de Crédito Rural. O que tenho a dizer disso Abrahão, é que o extensionista ao prestar Assistência Técnica, deve ter as melhores intenções de ajudar as famílias Assistidas, comportando-se as vezes até como se fizesse  parte delas. Assim sendo o mesmo não deve "punir" os produtores mais encontrar meios de ajudá-los.

Levando em consideração de como proceder neste caso, eu diria que sua sugestão em criar uma linha de crédito para financiar a manutenção da família nos períodos de dificuldades, até o retorno econômico da atividade implantada, seria o ideal, mas depende de cada caso.

Quando o giovani diz que o que falta é ter confiança nos técnicos, eu diria que é de fundamental importância esta confiança. Pois os nossos agropecuaristas devem deixar o tradicionalismo e adotar tecnologias inovadoras mais produtivas, com a visão de melhorar sua produtividade. Muitas vezes os nossos criadores não tem dialogo com os extensionistas e vê-los como disse o Abrahão, como fiscalizadores da aplicação de recursos.

Para que se chegue próximo do ideal, se faz necessário que nossos produtores sentem-se com os técnicos, dialoguem e planejem juntos, a administração de suas Empresas Agropecuárias. Se faz necessário também que nossos técnicos tenham uma visão não só dentro da propriedade, mas  além das porteiras, se preocupando com a comercialização dos produtos oriundos dos empreendimentos assistidos.

                  "Pois, Muitas vezes os obstáculos, desperta a criatividade e alavanca o desenvolvimento".



Abraços,



Joseli
XISTO FRANÇA

TEIXEIRA DE FREITAS - BAHIA - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 17/02/2016

Excelente texto Marcos. Quando a atividade, seja ela qual for, conta com assistência, a possibilidade de sucesso aumenta muito, porém gostaria de parabenizar também o colega Luíz Gonzaga, que enfatizou um problema realmente sério. As universidades estão formando profissionais para atuarem no campo?

Abraços a todos!
GIOVANI OGLIARI

OURO VERDE - SANTA CATARINA - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 16/02/2016

Parabéns pela abordagem.  o que falta para os produtores é ter confiança em um técnico bom que ele  vai estar recebendo uma consultoria para diagnosticar e intensificar seu sistema de produção, e esse resultado vai aparecer, e  não é de um dia para o outro como em casos clínicos por exemplo.

O resultado  de uma gestão de uma propriedade é produzir resultados técnicos e econômicos. Basta querer investir!!!!
ABRAHÃO GOMES DE HOLANDA

CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL

EM 12/02/2016

Uma questão que levanto é a falta de crédito subsidiado aos produtores rurais .Ao utra não

menos importante é a falta de planejamento e execução  das atividades  sempre acompanhada por técnico particular ou público de forma permanente.É comum o produtor

utilizar partes do recursos para

as suas necessidades cotidiana ,motivado pela necessidade familiar.É preciso que as instituições financeiras conheçam esta realidade e trave um diálogo como produtor de forma saudável. Pois não é raro acontecer esses desvio.Portanto,quando o crédito é liberado torna--se essencial a presença de um extensionista experimentado para dialogar e não punir

o produtor que passa por extrema dificuldade.É importante criar um crédito especial dentro do projeto até que o produtor comece a auferi .os primeiros resultados do investimento.Esta ideia deve ser para aqueles que não tenham outra renda suplementar

Aqui sito um problema que se passou comigo:Implantei uma propriedade de lavoura cafeeira.Na ocasião era empregado com excelente salario que permitia tocar o projeto

sem solução de continuidade..Mantinha minha família sem faltar o necessário.De repente perdi o emprego faltando dois anos para começar a colher.Mas a renda acabou

total.Vendi a fazenda e virei autônomo .Este fato  aconteceu em setembro de 1988 e até hoje sou autônomo com 72 anos.Formei meu filho médico comprei casa e fiquei sem terra mas cuido de uma fazenda arrendada para meu filho e sou feliz.

Dei este depoimento para que os governos possa adotar um política creditícia; para os ;

produtores,mais realista.Todos nós já ouvimos falar sobre o famoso queijo Suíço,mundialmente conhecido.Mas não sabem que aqueles cidadãos  Suíços  ´só não passam por dificuldade porque o governo Suíço subsidia esta atividade para manter o turismo no Alpes Suíços que é forte e grande criador de gado Pardo Suíço.Cada um que dê seu jeito.
JOSE JOSELI DA SILVA

SURUBIM - PERNAMBUCO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 12/02/2016

Caros colegas do ramo agropecuário, Bom dia!!!!!!



Iniciaria parabenizando o colega Marcos Aurélio, pela abordagem tão simples, mas tão importante. Será  mais interessante ainda, se os produtores rurais tiverem acesso a este brilhante texto.

Me parece que a assistência técnica a que Marcos se refere, não leva em consideração se pública ou privada. O importante é que ela chegue ao produtor rural e que transforme seu manejo agrícola ou pecuário fazendo com isso aumentar sua produtividade, sua produção e consequentemente seus lucros. Ainda hoje muitos produtores seguem o tradicionalismo, em vez da adoção de tecnologias mais modernas. Vamos usar tudo que temos de melhor. Como o Marcos colocou, não é apenas para termos coisas novas que são criadas as tecnologias, mas para melhorar a produtividade. Com a implantação das políticas públicas, principalmente no nordeste, vemos crescer o êxodo rural assustadoramente, de forma que nesta região a agricultura e pecuária também está diminuindo, quando muitos agricultores estão migrando para a periferia das cidades abandonando a zona rural. Vários fatores contribuem para a redução da produção rural, tais como: As precipitações pluviométricas atuais, já estamos atravessando o quarto ano consecutiva de seca, o que não temos água para irrigação e as chuvas são de baixas precipitações e irregulares levando a aumentar o risco da agricultura de sequeiro; Os jovens estão também saindo da zona rural em busca de estudos e não mais voltam, procuram um emprego nas cidades e por lá ficam; Um outro fator que estão afetando a zona rural, acarretando o deslocamento para as cidades é a violência. Anteriormente só existia violência nas cidades e hoje está se expandindo para o campo, assustando os moradores.

Parabéns Marcos pelo artigo, continue sempre fazendo colocações muito importantes desta natureza,



Um abraço,



José Joseli
VILMAR FRUSCALSO

ERECHIM - RIO GRANDE DO SUL - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 11/02/2016

A sobrevivência e o sucesso da atividade leiteira passa, necessariamente, por algumas estações. A primeira delas é: "Decida-se". Se ficar esperando o filho crescer para saber se terá sucessor ou não, para então investir na atividade leiteira, quando ele finalmente crescer e, talvez, decidir ser advogado, talvez para você seja tarde demais, a vida terá passado. Em segundo lugar: Procure uma assessoria técnica preparada, confie nela e siga suas orientações.

Parabéns pelo artigo.

Abraço

Vilmar Fruscalso

Eng. Agr. Msc
PAULO TADATOSHI HIROKI

LONDRINA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 11/02/2016

Muito boa a abordagem. A questão é: gastar...não, mesmo pra ganhar mais. Tem milagre sim...pelo menos alguns vendedores conseguem vender...
NILSON MOREIRA CARDOSO

SANTANA - BAHIA - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 09/02/2016

Bom dia, Sou zootecnista e produtor de leite, gostei do texto. Sem um Técnico a atividade não anda correta.
LUIZ GONZAGA PEGO DE MACEDO

MARINGÁ - PARANÁ - OVINOS/CAPRINOS

EM 08/02/2016

Saudações! Falou pouco, mas falou tudo! Na minha opinião e infelizmente a Universidade Brasileira, salvo os raros casos, não tem preparado de fato, o profissional para assistência técnica. Creio que uma lacuna muito grande, entre o conhecimento e as habilidades e quando isto vem acompanhado da falta de atitude, ai fica complicado! Particularmente, penso que grande parte da culpa é do modelo de ensino adotado e da maioria dos que "ensinam". Abraços!!
ABRAHÃO GOMES DE HOLANDA

CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL

EM 08/02/2016

Parabéns  pela a abordagem.Acho que a falta de procura pelos técnicos em parte é culpa nossa.Muitas vezes  as visitas técnicas a determinada fazenda não continuou .Isto tem sido comum.Talvez o técnico não abordou o verdadeiro problema do Fazendeiro, Como desperdício com  medicamentos que venceu na pratilheira da farmácia ,muitos deles usado pela metade e já contaminados ,Muitos com o mesmo principio ativo ,outro lacrado sem usar e assim por diante.Bezerros recém nascido preso no curral com diarreia e se

desidratando ( sem água e sem mamar o dia inteiro) um simples soro caseiro á vontade

resolve o problema inclusive outros que podem já estão apresentando sinais de desidratação.Informo que 90 % das diarreias pelo Brasil afora pode ser tratado com soro

caseiro ,de forma coletiva.Estes pequenos problemas é apenas uma pequena ponta do iceberg.

Quanto o fazendeiro deixou de gastar apenas com essas medidas? Porque o técnico

não aborda esta questões? O fazendeiro se curva quando tem resultado ou evita gastos

desnecessários.Imaginem quando começar ter lucros.Fazendeiro é quem mais gosta

de logista(coisas  fáceis ) Sinto-me á vontade para falar desses assuntos de assistência

técnica pois presto o este serviço há  mais de 30 anos.


LUCAS ALMEIDA

TERESINA - PIAUÍ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 08/02/2016

Olá Marco.

Meus parabéns pela matéria. Muito importante o que você abordou. Hoje em dia, acontece muito esse tipo de situação por falta de assistências técnicas. E se todas as comunidades, sindicatos, associações se juntassem, teriam aí bons resultados nas suas propriedades.

E mais uma vez, PARABÉNS.
WAGNER BESKOW

CRUZ ALTA - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 05/02/2016

Muito bom o artigo Marco. Compartilho da mesma visão e experiência. Sucesso e que mais casos, como o relatado, se multipliquem contigo. Nosso produtor precisa, o país precisa.
MilkPoint AgriPoint