ESQUECI MINHA SENHA CONTINUAR COM O FACEBOOK SOU UM NOVO USUÁRIO
Buscar

Tétano: como diagnosticar, prevenir e tratar?

EDUCAPOINT

EM 15/03/2018

2 MIN DE LEITURA

0
5

O tétano é uma doença muito comum, relatada também em humanos, causada pela bactéria Clostridium tetani, que produz duas toxinas: tetanolisina e tetanospasmina - principal neurotoxina envolvida com a sintomatologia dessa doença.

A transmissão se dá no contato com feridas que não estão com assepsia adequadas, como: castração, tosquia, vacinação, entre outros ferimentos perfurantes que possam ser contaminados com esporos de Costridium tetani, presentes no ambiente. Um ambiente de baixo oxigênio (anaerobiose) também favorece a produção dessa toxina pela bactérias.

Diagnóstico

O diagnóstico de tétano é simples, sendo possível observar a sintomatologia clínica característica. Como a tetanospasmina começa a agir nas terminações nervosas dos neurônios motores, migrando para o Sistema Nervoso Central, o animal apresenta um quadro de paralisia espástica, ou seja, fica todo contraído.

Apesar disso, muitas vezes o proprietário ou o veterinário optam por fazer um esfregaço da ferida para identificar o agente causador. É feito, então, o método de coloração GRAM, que é totalmente aplicável no campo. Como se pode ver na figura abaixo, o esporo é bem característico, com um formato de raquete.

Além disso, pode-se fazer um isolamento do microrganismo da ferida, mas o principal é o diagnóstico clínico.

Tratamentos

O tratamento baseia-se no uso da antitoxina que é aplicada de maneira intravenosa ou no espaço subaracnóideo, dependendo do peso do animal. Além disso, muitas vezes, faz-se uso da antibioticoterapia, tanto local quanto sistêmica.

Também é necessário fazer o tratamento da ferida, com seu debridamento e o uso de peróxido de hidrogênio (água oxigenada), com o objetivo de oxigenação e eliminação das bactérias.

Faz-se, também, o tratamento de suporte. Como esses animais estão muito reativos a estímulos ambientais, devem ficar em locais calmos, sedados, podendo ser feito uso de relaxantes musculares.

Controle

O principal controle, assim como todas as outras clostridioses, é com a vacinação, que é essencial para que os anticorpos produzidos pelo animal neutralizem as toxinas.

Medidas adequadas de manejo, como manter os animais em ambientes limpos e sem estresse, cuidados na vacinação, e cautela para que não ocorram lesões nos animais, também fazem parte do controle.

Outras doenças do grupo das “Clostridioses”, que são causadas por bactérias do gênero Clostridium sp., normalmente encontradas no intestino dos animais e no ambiente, são abordadas em detalhes no curso online Clostridioses em bovinos: como reconhecer e atuar na prevenção, disponível no EducaPoint. 

Participe deste curso, ministrado por Amanda N. Diniz (mestre especialista em sanidade animal), e evite os prejuízos que as Clostridioses podem trazer aos rebanhos bovinos. Confira aqui o conteúdo completo!

Para isso, basta assinar o EducaPoint! Com planos totalmente acessíveis, a plataforma oferece o que há de melhor e mais atual na pecuária brasileira, e os assinantes têm acesso ilimitado a TODOS os cursos (já são mais de 100 temas).

Conheça os planos aqui! Ou experimente realizando um breve cadastro no site: https://www.educapoint.com.br/experimente/

Mais informações

contato@educapoint.com.br

Telefone: (19) 3432-2199

Whatsapp (19) 99817- 4082

Skype: atendimento@educapoint.com.br

0

DEIXE SUA OPINIÃO SOBRE ESSE ARTIGO! SEGUIR COMENTÁRIOS

5000 caracteres restantes
ANEXAR IMAGEM
ANEXAR IMAGEM

Selecione a imagem

INSERIR VÍDEO
INSERIR VÍDEO

Copie o endereço (URL) do vídeo, direto da barra de endereços de seu navegador, e cole-a abaixo:

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

SEU COMENTÁRIO FOI ENVIADO COM SUCESSO!

Você pode fazer mais comentários se desejar. Eles serão publicados após a analise da nossa equipe.

MilkPoint AgriPoint