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Como aumentar a produção de leite: dicas e cuidados com a alimentação

POR JOÃO PAULO V. ALVES DOS SANTOS

COWTECH

EM 03/07/2019

16 MIN DE LEITURA

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O manejo alimentar das vacas é fundamental para resolver problemas de queda de produção ou para aumentar a produção de leite.

No decorrer de anos atuando no mercado de consultoria técnica específica em fazendas de leite nos deparamos, sempre, com a solicitação de mudanças de dietas como a melhor forma para a solução de problemas associados à queda de produção ou necessidade da produção de leite.

A pergunta que costumamos realizar, quando somos acionados para tal demanda é: há, realmente, a necessidade de correção de uma dada formulação? Como é realizado o manejo da alimentação na propriedade? Quais são os fatores envolvidos em diferentes etapas da rotina de alimentação das nossas vacas que, de fato, podem comprometer os resultados?

O que constatamos, na prática, é que há uma série de confusões no momento da tomada de decisão, quando o assunto é: manejo da alimentação. O que podemos garantir é que, dentro de uma lista de itens a serem avaliados a formulação da dieta é um tópico que vai para o final da lista em ordem de importância.

A decisão de não alterar formulações nem sempre é compreendida e bem aceita por muitos pecuaristas, gerentes e até mesmo técnicos envolvidos no trabalho de nutrir, diariamente, animais em produção.

O objetivo desse artigo é chamar atenção para diferentes etapas do manejo da alimentação de vacas em produção e elencar alguns indicadores importantes para aumentar a eficiência da produção e garantir bons resultados. Paralelamente, oferecer subsídios corretos para eventuais mudanças em formulações e/ou propostas dietas.

 

Leite é água

Por mais elementar que seja esse conceito, a primeira pergunta que realizamos quando somos acionados para solução e “cases” envolvendo o manejo da alimentação é:

“Qual é a origem, qualidade, quantidade e disponibilidade de água para o rebanho da fazenda?”

A questão da água e manejo da mesma em propriedades, infelizmente, em muitos casos é negligenciada. Não podemos nunca esquecer que, cerca de 90% da composição do leite é água. Além disso para pleno funcionamento do rúmen (motilidade) dependemos de uma boa ingestão de água. No verão a demanda por água aumenta significativamente e o produtor deve estar atento a essa questão.

Notem que perguntamos sobre origem, ou seja, de onde vem (mina, poço, captação superficial), sobre a quantidade, ou seja, saber se a fazenda tem boa oferta de água e disponibilidade que é um conceito confundido com oferta. Existem propriedades com ótima quantidade de água, porém não disponível (seja em lençol freático não explorado) ou mesmo ineficiência de captação (em qualquer sistema) ou erros em relação à locação e quantidade de bebedouros disponíveis.

Não adentraremos, em detalhes e questões específicas envolvendo, o fornecimento de água, mas sim destacarmos pontos importantes que devemos prestar atenção no fornecimento de água para os animais.  Partindo do pressuposto de que “leite é água”, quanto maior a oferta, disponibilidade e consumo, maior será a chance de aumentarmos a produção de leite.

Uma vaca em produção consome cerca de 3 litros de água para cada litro de leite produzido. No verão essa proporção pode mudar para 4:1. Logo, uma vaca produzindo 30 litros pode consumir até 120 litros de água/dia.

Anote:

a) verifique se você atende, corretamente a demanda esperada de consumo de água das suas vacas;

b) crie meios de mensurar o consumo efetivo de água e confira se suas vacas estão bebendo o suficiente para produzirem o que deseja;

c) garanta oferta de água de qualidade, em abundância e em locais corretos. Sala de espera e saída de ordenha são locais interessantíssimos de se oferecer água para os animais, principalmente no pós-ordenha, no trajeto até cocho de alimentação ou piquete (no caso de pastejo).

 

Pesagem do leite e divisão de lotes

Já fui chamado para visitar clientes, recebendo o seguinte questionamento:

“Há cerca de 2 meses passou um técnico aqui, da empresa tal que me ofereceu um produto muito interessante para o aumento da produção. Um produto excelente que promove isso, mais aquilo e muito mais... além disso achou que eu deveria mudar da dieta pois estava tudo meio fora... Como a produção estava baixa, mudei para testar...”

Acreditamos que, muitos colegas, produtores e demais envolvidos coma atividade já tenham ouvido pelo menos uma vez na vida, relatos semelhantes. Então surge a pergunta:

“Sim, então: houve melhoria com as mudanças? Qual foi a resposta produtiva? O colega avaliou o controle leiteiro dos animais (pesagem do leite)? Avaliou a divisão de lotes?”

Pois bem, vamos lá: não existe o conceito de “mudei para testar”... ou temos convicção e certeza daquilo que fazemos, fundamentados em dados claros e objetivos ou nem devemos implementar uma “incerteza”. A produção de leite não é uma bateria de “testes”, mas sim uma atividade que requer profissionalismo e muitos cuidados para não darmos margem à tomada de decisões erradas como esse exemplo, usual.

O primeiro cuidado que o produtor deve ter para poder aplicar conceitos nutricionais corretos é a rotina de pesagem de leite. Deve ser realizada com a frequência mínima mensal. Sem a realização do controle leiteiro é impossível realizamos um correto manejo da alimentação. O produtor pode tentar, porém trabalhará no “achismo” que não combina com a atividade. É necessário saber:

a) Quantos animais estão em cada lote?

b) Qual é o espaçamento de cocho por animal de cada lote?

c) Qual é o período de lactação médio do rebanho (dias e lactação: DEL) e de cada lote?

d) O que está sendo oferecido para cada lote, como é realizado o carregamento e distribuição e mistura do alimento para cada lote (se houver)?

e) Qual é a quantidade de sobra que está havendo, em média, em cada lote xs quantidade de alimento oferecida para mensuramos o consumo efetivo;


f) Uma vez sabendo o consumo como está a eficiência alimentar, ou seja, quantos kg de alimento são necessários para produção de 1 kg de leite?

Após realizarmos este levantamento inicial, precisamos verificar se o critério de divisão de lotes está correto. As vacas (multíparas), estão separadas das novilhas (primíparas)? Os animais estão separados por produção de leite e por DEL? Quantos tratos são realizados por dia? Os horários dos tratos acompanham as ordenhas?

Anote:

a) Produção de leite depende muito de conforto, quantidade e qualidade de alimento misturado e fornecido: verifique se está havendo consumo efetivo. Meça sobras. Entenda a sobra de cada lote;

b) Capacite pelo menos um colaborador, na fazenda, para a leitura de cocho. Acompanhar as oscilações de consumo animal é fundamental para otimização da produção;

c) Atente para a composição de lotes correta (divisão). Primíparas devem, sempre, estar separadas. Avalie o manejo pré e pós-parto, verifique se há manejo de transição (dietas);

d) Dê atenção ao correto espaçamento de cocho, garanta mínimo de 0,75 m/vaca em free-stalls ou 0,65 m/vaca em sistemas robotizados.

 

Conceito de dieta total (TMR):

Independentemente do sistema de produção em vigor: confinamento total, misto (semi-confinamento) ou pastejo, a suplementação alimentar faz parte da rotina de uma fazenda produtora de leite.

Com exceção de sistemas de alimentação, efetivamente, a pasto em baixas latitudes, com suplementação, exclusiva com concentrado, apenas, é muito comum o fornecimento de volumosos suplementares com concentrado. Em sistemas mistos, devemos atentar ao impacto que a suplementação pode trazer ao consumo efetivo de pastagem (depressão).

Na maioria dos casos o produtor acaba “se animando” com os benefícios da suplementação sem levar em consideração a provável depressão no consumo de forragem oriunda da pastagem. Se o pasto é o seu alimento mais barato, deve atentar à resposta obtida com a suplementação.

Sob o ponto de vista técnico recomendamos, sempre que possível, a suplementação combinada (forragem + concentrado) e no caso de sistemas confinados o conceito “full” de TMR’s (total mix ration). Por mais elementar que seja o princípio de uma TMR (evitar seleção e garantir a proporcionalidade da ingestão de nutrientes na melhor condição de ambiente ruminal), muitos produtores pecam realizando alterações parciais em dietas aumentando somente dosagem de concentrados e mantendo fixa a quantidade de  volumoso, com consequências desastrosas.

Reduções ou aumento de fornecimento de alimento via TMR devem ser proporcionais e, para tal, o produtor deve ser muito criterioso na pesagem e carregamento de ingredientes de uma dada formulação. Por este motivo que há, no mercado, uma boa oferta de equipamentos munidos de balanças programáveis para pesagem de cada alimento e distribuição dos mesmos de forma correta, em cada cocho.

Infelizmente, são muitas as fazendas equipadas com vagões TMR’s programáveis, porém com uso indevido e/ou pouco eficiente dos mesmos. Muitos pecuaristas acabam “comprando” a ideia de que o investimento e aquisição de um vagão TMR possa ser a solução para seus  problemas, porém se esquece que para tal, precisa ser utilizado corretamente! Num primeiro momento, um vagão TMR tende a trazer resultados em fazendas por promover uma melhor mistura dos ingredientes, no entanto aumentamos a chance de êxito ao utilizarmos todos os seus recursos.

Anote:

a) Avalie sempre a possibilidade de alimentar suas vacas com vagão TMR;

b) Dê preferência para vagões auto-carregáveis equipados com balança programáveis;

c) Programe a sua balança. Se não sabe como, procure quem possa fazer!

d) Garanta o correto carregamento de cada ingrediente e distribuição das dietas nos cochos.

 

Produção, consumo e conforto animal

Gostamos muito da combinação e associação das palavras, acima. Para produzirmos leite precisamos garantir o quê? Consumo. Para termos consumo precisamos garantir o quê? Conforto!

Por ser multidisciplinar a produção de leite é intrigante e desafiadora para todos. No entanto, é prestando atenção em conceitos simples e, extremamente importantes, que garantimos e aumentamos a chance de sucesso na maioria dos sistemas de produção em vigor.

O produtor de leite tem uma característica natural de ser competitivo e inovador, porém fazendo uso das palavras de um grande amigo produtor de leite e muito reconhecido no Brasil:

“Quem inventa é inventor!”

Para produzirmos leite de forma eficiente não precisamos inventar. Precisamos garantir a aplicação dos conceitos básicos. Não é necessário complicar. As escolhas precisam ser inteligentes e deve haver um raciocínio lógico na tomada de decisões. Somos constantemente abordados e questionados por produtores em nossas visitas:

“Estou pensando em comprar um vagão novo e trocar a minha ordenha porque do jeito que está não dá mais! Fulano ali comprou 2 vagões, trocou o trator, mudou a ordenha, fez vários investimentos. Estava produzindo 2.000L por dia e agora está com quase 5.000L.... Você acha que vale à pena comprar um vagão desses aí? Tipo TMR?”

Quem está certo e quem está errado? Ninguém. Cada fazenda tem o seu momento e a ordem certa para investimentos. A compra de um vagão TMR pode ser um grande salto, de fato, evolutivo, dentro do manejo da alimentação de um sistema de produção de leite. Porém, requer cuidados. Se os animais são alimentados em cocho a céu aberto, com fornecimento de volumoso variável ao longo do ano, tanto em quantidade como qualidade, se o perfil genético-produtivo do rebanho é de nível médio, torna-se complicada a indicação destes equipamentos.

Obviamente que o salto de uma “carretinha” de alimentação para um vagão auto-carregável é significativo e trará melhorias, porém num sistema caracterizado conforme o exemplo (não padronizado) nem sempre é possível obtermos bons resultados frente o investimento realizado.

O que recomendamos e analisamos em primeiro lugar não é o que vai ser usado para veicular o alimento mas sim se há oferta boa de alimento (volumoso e concentrado) e se há condições do alimento ser consumido, portanto, o raciocínio correto é de trás para frente.

Anote:

a) invista sempre antes de tudo em conforto. Garanta que suas vacas possam consumir o alimento que você oferece;

b) investir em conforto promove sempre ganhos diretos e indiretos (produção e reprodução, respectivamente, dentre outros como sanidade geral do rebanho, maior imunidade, etc);

c) Comece, sempre, pela sala de espera e ordenha (projeto de climatização);

d) Avalie a sua instalação de confinamento e verifique qual sistema de conforto você oferecerá para seus animais consumirem o alimento fornecido;

e) Invista em equipamentos de alimentação que otimizem o consumo de alimento depois que você ajustou as condições aumento de consumo.

Hoje em dia é discutida a questão do tipo de instalação ou sistema de produção. Não é o tipo de instalação ou galpão que devem ser discutidos, mas sim qual o “sistema de conforto” que oferecemos aos nossos animais. Quanto mais sensíveis forem nossas vacas, demandaremos sistemas mais intensivos para que tenhamos as respostas esperadas adequadas.

Realize um projeto. Saiba onde você quer chegar e porque precisa ou deve atingir uma dada produção. Uma vez estabelecido estes critérios, quais serão os próximos passos. É importante ter uma visão global e compreender que determinadas ferramentas são imprescindíveis ao processo. Recomendamos o trabalho com TMR, porém, verifique antes se há a possibilidade de se trabalhar, adequadamente, com os conceitos recomendados e consagrados.

 

Alternativas inteligentes para otimizar o rendimento do manejo da alimentação

Qual é o melhor equipamento a ser adquirido? Quais são as ferramentas disponíveis em termos de máquinas que podem nos auxiliar, significativamente, no nosso dia a dia e que podem gerar excelentes respostas? Vale à pena investir em tecnologia para alimentação de rebanhos? Estas são apenas algumas perguntas interessantes, dentre muitas outras que podemos realizar que devem ser respondidas.

Além de vagões TMR’s auto-carregáveis e auto-carregáveis auto-propelidos (para fazendas maiores), existe no mercado a possibilidade do emprego e uso de softwares específicos para o gerenciamento das balanças dos vagões e o controle “do quê?” está sendo realizado na fazenda em termos de manejo de alimentação. Alguns sistemas (softwares) são fabricados e disponibilizados por alguns fabricantes de vagões TMR’s e existem programas (softwares) independentes que podem ser adaptados (upgrade) a alguns tipos de balanças.

É importante sabermos que um vagão básico, equipado com balança pode:

a) pesar ingredientes de forma acumulada;

b) pesar ingredientes de forma programada: você programa a dieta na balança e, mediante o número de cabeças a serem alimentadas a mesma realiza o cálculo da quantidade total de cada alimento a ser carregada;

c) ter a programação de suas balanças realizada por meio softwares capazes de emitir relatórios gerenciais de controle de carga e descarga de forma automatizada por meio de pendrive (ou dispositivo similar) que realiza a transferência dos dados programados e “conversa” com o notebook ou o desktop e a balança do equipamento.

Os equipamentos mais básicos efetuam as etapas “a” e “b”, acima. Os sistemas mais avançados realizam as etapas “a”, “b” e “c”.

De acordo com o tamanho da propriedade e número de animais a serem alimentados, diariamente, há sempre uma melhor opção. A partir de 200 animais em produção o emprego de sistemas gerenciados por softwares traz excelentes resultados.

Como funciona e quais as vantagens do uso de um sistema de alimentação gerenciados, dessa forma, em propriedades?

A primeira indicação para esse tipo de sistema é: aumentar o nível de controle e facilitar o manejo como um todo. Muitos produtores consideram o software como algo mais complexo ou indicado para larga escala porém esse é um paradigma que deve ser quebrado. Acreditamos que o futuro seja o emprego 100% de sistemas de alimentação controlados por softwares.

A segunda indicação seria aumentar a margem de segurança das operações e permitir uma carga e descarga de melhor qualidade (controlada). A terceira indicação é a possibilidade de gerenciarmos os erros de perdas no sistema.

Como funciona?

Num sistema de alimentação via TMR com software programável é possível:

a) Plotar diferentes dietas da propriedade, com infinidade de diferentes ingredientes;

b) Realizar alterações na dieta (como por exemplo, teor de matéria seca dos ingredientes, particularmente de forragens; que oscilam mais), a qualquer momento;

c) Programar a distribuição da dieta em diferentes lotes (cochos) e de forma diferenciada. Exemplo: Lote 1 recebe a Dieta A, 3 vezes por dia, Lote 2, recebe a Dieta B, 2 vezes por dia e Lote 3 a Dieta C, 1 vez por dia.

d) Aumentar ou reduzir de forma percentual o consumo de cada lote no momento desejado. Exemplo: lote de alta produção de uma dada fazenda, consumindo 3 tratos por dia. Eu posso aumentar em 10% a quantidade fornecida no trato da manhã, 5% no trato do meio dia e 10% no trato da noite. Ao todo esse lote estará consumindo 8,3% acima da dieta-base predicada, porém distribuída de forma individualizada no transcorrer do dia.


Além das opções acima, com um software de gerenciamento de sistemas de alimentação TMR podemos impor distribuições proporcionais de uma dada dieta para diferentes categorias. Exemplo: dieta de vacas secas é utilizada para a recria. Uma vaca seca consome 12 kg de MS/cab/dia e um determinado lote de recria deve consumir 6 kg de MS/cab/dia. É possível programar o sistema para realizar o carregamento de 50% da Dieta X (=Vacas Secas), para o Lote Y de recria.

Relatórios gerenciais:

Por meio de relatórios gerenciais disponibilizados por estes sistemas podemos avaliar:

a) Consumo médio mensal de cada ingrediente;

b) Controle de estoque;

c) Controle de carga: hora em que um determinado carregamento teve início e hora em que cada ingrediente foi carregado, além do comparativo entre quantidade predicada de alimento a ser carregada e quantidade efetivamente, carregada;

d) Controle de descarga: hora em que um determinado descarregamento teve início e hora em que cada lote recebeu alimento, além do comparativo entre quantidade predicada de alimento a ser descarregado em cada cocho e quantidade, efetivamente, descarregada, no cocho;

e) Controle financeiro do sistema de alimentação: ao cadastrarmos ingredientes no sistema e preços do insumos comprados, cadastramos a dieta-base predicada de cada lote a ser alimentado. O sistema é inteligente e amarra os dados com as operações de carregamento de descarga. Nos relatórios de carga de descarga conseguimos visualizar:

- Quantos kg de alimento um dado ingrediente foi programado para ser carregado
- Quantos kg a mais ou a menos foram, efetivamente, carregados e quanto isso representou em termos financeiros
- Qual foi a margem de erro média de cada carregamento e a conversão deste erro em capital (em R$)
- Quantos kg de alimento foram programados para serem distribuídos em cada lote, se houve descarga a mais ou a menos e a quantificação desse erro (em R$)

Além desses recursos, existem sistemas que operam com rede própria e hoje, já é possível por meio de aplicativos acompanharmos, em tempo real a operação de carga e descarga ou mesmo realizarmos alterações nas dietas em uso, na propriedade.

Nas propriedades que temos oportunidade de trabalhar com estes sistemas, promovemos reuniões semanais com operadores do trato para apresentações debate dos relatórios gerenciais como forma de controle e estímulo para operações cada vez melhores.

Se você tem interesse em conhecer um pouco mais sobre programas intensivos de sistemas de alimentação de bovinos de leite, realizar projeto ou debater suas dúvidas, entre em contato conosco! Será um prazer atendê-lo.

João Paulo V. Alves dos Santos, Engenheiro Agrônomo da Cowtech Consultoria e Planejamento Ltda.

JOÃO PAULO V. ALVES DOS SANTOS

Espaço para artigos e debates técnicos expostos por especialistas e equipe de consultores.

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