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Lecticia, da Fazenda das Palmeiras: "atravessamos por duas vezes um grande desafio com a mastite no rebanho"

POR MSD SAÚDE ANIMAL

MSD SAÚDE ANIMAL - MAXI-LEITE

EM 22/06/2020

2 MIN DE LEITURA

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A Fazenda das Palmeiras está localizada em Itabirito/MG e tem como atividade e receita a venda de leite. O rebanho é estabulado em free stall e possui uma média de 100 animais em lactação. Atualmente, são 106 vacas produzindo entre 3.200 e 3.250 litros dia no total, com média geral de 30 litros/animal.

Segundo a proprietária Lecticia Drumond Rocha, a propriedade sempre priorizou a venda de leite de qualidade. “Até 2010, além de proprietários da fazenda, éramos donos do Laticínios Ita, e pudemos entender como a qualidade do produto final demanda insumos de qualidade. Estávamos nos dois lados do negócio, compra e venda de lácteos, e entendemos que um leite de qualidade (CCS [Contagem de Células Somáticas] e CBT [Contagem Bacteriana Total] baixos, boa proteína e gordura) é fundamental na produção de bons laticínios e na redução de custos de produção, além de garantir alimentos saudáveis à mesa do consumidor final”.

Ela acrescentou que para garantir a qualidade do leite, acompanham de perto os boletins de análise gerado pelo Laticínios Ita. “Assim conseguimos agir de prontidão caso apareça alguma variável desfavorável, como aumento repentino de CCS e CBT. Além disso, fazemos treinamentos de procedimentos de ordenha, teste de CMT (Califórnia Mastite Teste) periodicamente e mantemos a revisão dos equipamentos sempre em dia”. Hoje, a CBT média da fazenda está entre 6.000 - 7.000 ufc/ml e a CCS, 200.000 cél/ml.

Desafios com a mastite

Como nem tudo são flores, Lecticia comentou que por duas vezes atravessaram um grande desafio com a presença de mastite no rebanho.

“Recentemente observamos um aumento repentino de CCS no rebanho. Fizemos uma cultura de todo o gado para detectar qual era a bactéria predominante a fim de combatermos ela com eficiência e rapidez. A maioria dos animais, apesar de não apresentarem sinais clínicos (sem inchaços e grumos no leite), positivaram para a bactéria Streptococcus agalactiae, uma bactéria altamente contagiosa. Através do resultado do laboratório, separamos os animais positivos e entramos com o plano de ação assessorado pela Patrícia Salles, consultora da MSD que nos deu todo suporte e assistência do início ao fim”.

De acordo com a produtora, Patrícia teve uma participação direta na solução problema que tirou o sono da equipe da Fazendas das Palmeiras. “Ela, além de nos assessorar com treinamento de equipe (que devido ao momento foi virtual, porém, de grande aprendizado), nos orientou a fazer exames em todo o rebanho em laboratório para agirmos de forma assertiva. Diagnosticado os animais contaminados e qual eram os agentes contagiosos, entramos com um tratamento efetivo para combate. Com os produtos da MSD sugeridos por ela, desde mudança de pré e pós dipping de ordenha, como também antibióticos e anti-inflamatórios, conseguimos agir ligeiramente e sem grandes traumas. Obtivemos uma recuperação da saúde dos animais, rápido reaproveitamento do leite e volta de receita para a propriedade”, finalizou.

Para saber mais entre em contato pelo box abaixo:

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LUIZ HENRIQUE LANNA DRUMOND

CABO FRIO - RIO DE JANEIRO

EM 25/06/2020

O leite é parte da minha alimentação desde berço até hoje.Tenho visto algumas matérias que adultos devem evitar tomar leite.Sigo tomando tranquilamente mas vejo que muitos tiraram esse precioso produto do seu dia a dia e isso deve interferir na cadeia de consumo.Talvez seja interessante um trabalho de divulgação de esclarecimento e de motivação do saudável hábito.