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Leite: o exemplo das cooperativas

ESPAÇO ABERTO

EM 24/10/2014

1 MIN DE LEITURA

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Nós somos obcecados pela qualidade do leite, por isso, indignamo-nos quando surgem notícias sobe fraudes cometidas no processo de elaboração e produção de leite e outros produtos lácteos vendidos no mercado brasileiro. Defendemos que pessoas e empresas envolvidas com fraude no leite sejam afastadas e proibidas de voltar a operar com esse sensível setor. Quem colocou a saúde de crianças, jovens e idosos em risco para aumentar seus lucros falsificando o leite não deve e não pode continuar na atividade. Somente dessa forma chegaremos à purificação do setor produtivo.

Além de ser essencial para a nutrição humana, o leite tem grande importância social e econômica para Santa Catarina: é produzido por 60.000 produtores rurais e está presente em 80% dos estabelecimentos com até 50 hectares. O sucesso ou o fracasso econômico da atividade leiteira reflete-se de imediato no cotidiano de vasta parcela da população catarinense. A produção de leite tornou-se uma atividade em expansão contínua, impulsionando Santa Catarina para tornar-se a maior bacia leiteira do Brasil.

Ações desenvolvidas em várias frentes garantem a qualidade almejada. De um lado, fortes investimentos em capacitação e treinamento foram viabilizados nos últimos dez anos pelas cooperativas em parceria com Senar, Sebrae e Sescoop para profissionalização dos produtores rurais e demais atores da cadeia produtiva do leite. Investiu-se no melhoramento genético dos rebanhos e na erradicação da doenças que acometiam o gado leiteiro.

Na área industrial, as cooperativas do sistema Aurora construíram em 2008 a mais avançada indústria de lácteos do Brasil em Pinhalzinho. Ali, em 2010, deram um notável exemplo vanguardismo em escala mundial: o sistema ativo de rastreabilidade, que garante o monitoramento do processo produtivo, além do controle dos parâmetros de qualidade em tempo real.

A rastreabilidade é uma ferramenta essencial para a verificação dos atributos de credibilidade perante produtores, clientes, fornecedores e consumidores. Tornou-se um indicador de segurança alimentar ao rastrear o produto desde o campo até a mesa do consumidor. Com a rastreabilidade, as informações são relacionadas a cada caixinha de leite, e não a um lote. Esse é o exemplo de seriedade e segurança das cooperativas.
 

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ELIANE

EM 18/05/2015

É Fato que todas as empresas, cooperativas ou não, precisam ser coerentes em relação á qualidade de seus produtos. Mas quando observamos o cenário, percebemos que as cooperativas estão sempre empenhadas em produzir produtos e serviços de qualidade e sendo geridas sempre por modelos de governança democrática e eficiente.
VALTER ANTÔNIO BRANDALISE

TREZE TÍLIAS - SANTA CATARINA - ESTUDANTE

EM 30/10/2014

Cooperativas ou não Cooperativas, todas são administradas por pessoas. Não são as instituições o problema, e sim são as pessoas que fazem a diferença.

Existem grandes organizações no Brasil não Cooperativas, comprometidas com o trabalho de qualidade e que jamais gastariam um segundo pensando em fraudar leite.

Copiamos vários modelos de produção de outros países e queremos adaptar no Brasil. Porque não copiamos o sistema Americano onde dificilmente alguém se arrisca a fraudar leite, porque lá as punições realmente são exemplares e funcionam, desde o produtor até os empresários.
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