Neospora em bovinos leiteiros
Conheça a neosporose bovina, uma doença que traz sérios prejuízos para a produção de leite. Saiba aqui as causas, diagnóstico, tratamento e controle!
Conheça a neosporose bovina, uma doença que traz sérios prejuízos para a produção de leite. Saiba aqui as causas, diagnóstico, tratamento e controle!
A redução da longevidade dos animais tem sido uma preocupação crescente entre os produtores de leite. Além de ser um problema econômico, considerando os elevados custos da reposição animal, é também um indicador do conforto animal, que anda comprometido e representa um grande desafio nas fazendas leiteiras.
A sanidade animal sempre foi importante e estratégica para qualquer país, principalmente para aqueles que, como o Brasil, são líderes na produção de alimentos. As notícias da incidência de surtos de febre aftosa, mal da vaca louca e gripe aviária, causando prejuízos ao comércio mundial e preocupação à saúde pública, intensificam a importância pelo tema sanidade animal.
O principal reservatório dessas bactérias é o ambiente da vaca, de modo que o número de infecções intramamárias por estes patógenos está relacionado à exposição e à contaminação dos tetos. O esterco, barro, locais de permanência da vaca onde se formam poças são fontes da bactéria ambiental.
Saiba as causas, tratamento e prevenção da mastite ambiental em vacas leiteiras, doença que traz grandes prejuízos para a produção de leite.
Lesões envolvendo o sistema locomotor são problemas relativamente comuns em sistemas de produção de ovinos, principalmente na estação chuvosa, impactando negativamente áreas como nutrição, reprodução e bem-estar, e consequentemente, ocasionando grandes perdas econômicas.
Em junho de 2008, ocorreu na Finlândia mais uma edição do Simpósio Internacional de Claudicação em Ruminantes. O evento deste ano trouxe atualizações importantes e um dos temas que desperta grande interesse é a avaliação do conforto animal e sua associação com a claudicação.
Com base nas informações sobre epidemiologia abordadas no último artigo, é importante enfatizar com clareza que o carrapato não deve ser erradicado da propriedade, porém controlado. O conteúdo do presente artigo visa colaborar para a difusão das informações sobre a quimioprofilaxia da tristeza parasitária, bem como abordar as opções e características das vacinas para controle da piroplasmose.
O leitor do FarmPoint Renato Mascarenhas Xavier enviou uma dúvida ao Fórum Técnico do FarmPoint sobre Linfadenite Caseosa. O leitor conta que tem um rebanho de ovinos SRD e Santa Inês próximo a Brasília e que tem notado um aumento significativo de animais com linfadenite. Foi aconselhado a mudar o protocolo de tratamento da enfermidade, em vez da drenagem dos abscessos, foi instruído à aplicar injeções de solução de formol a 10% dentro dos linfonodos assim que começarem a aumentar de tamanho. Ele gostaria de saber se esta terapêutica é segura e se for, porque a aplicação é proibida nos EUA.
A Piroplasmose é um tema importante e gera muitas dúvidas. No último artigo publicado sobre o assunto, pude observar que as perguntas sobre o tema foram enviadas de diversas regiões do país: Rio Grande do Sul, Rondônia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, etc. E uma característica chama atenção na maioria das perguntas: como controlar esta complexa doença parasitária?
Apesar do desenvolvimento de diversas estratégias de controle e prevenção, a mastite continua sendo a doença que mais causa prejuízos à indústria leiteira, afetando diretamente o produtor, os processadores e o consumidor final. A mastite é a principal doença que afeta os rebanhos leiteiros no mundo e causa as maiores perdas, pois diminui sua produtividade e aumenta os custos de produção. Mas, quais são os custos reais da mastite?
É curioso observar que a avaliação do escore de locomoção, apesar de simples, barata e rápida, não é uma ferramenta utilizada no dia-a-dia dos rebanhos no Brasil. Após certo período de contato com os rebanhos leiteiros na Europa, pude notar que a técnica faz parte do manejo trivial dos rebanhos, tanto quanto o Escore da Condição Corporal.
A babesiose e a anaplasmose constituem um dos principais problemas sanitários da atividade leiteira e ocasionam grandes prejuízos. A babesiose é causada por um protozoário (babesia) e a anaplasmose é causada por uma bactéria/riquetsia (anaplasma). Ambas são consideradas um só complexo de enfermidade, denominada Tristeza Parasitária ou Piroplasmose. Ambas podem ser transmitidas pelos carrapatos (<i>Boophilus microplus</i>).
A resistência parasitária é um fenômeno pelo qual uma droga não consegue manter a mesma eficácia contra os parasitas após determinado período de tempo.
As afecções do sistema respiratório são, juntamente com a diarréia e a tristeza parasitária, as maiores causadoras de morbidade e mortalidade em bezerros. As perdas econômicas associadas aos distúrbios do sistema respiratório são expressivas e causadas pela redução do ganho de peso e comprometimento do desenvolvimento, óbito do bezerro, tempo gasto pelos funcionários para tratamento, custo dos medicamentos e consultas do veterinário para tratamento e controle da doença.
A diarreia em vacas adultas constitui um sério problema de diagnóstico. O distúrbio pode acometer o rebanho ou apenas alguns animais.
A universidade de Davis na Califórnia (USA) pesquisou durante vários anos diferentes métodos para o tratamento do Pinkeye. Baseado nestes estudos foi publicado um guia prático com as opções que alcançaram os melhores resultados. O primeiro passo é sempre utilizar luvas quando for tocar os olhos ou o focinho de um animal afetado. Estas áreas são seriamente contaminadas com a <i>Moraxella bovis</i>. Após o uso descarte as luvas.
A ceratocunjuntivite (Pinkeye, doença do olho branco) é um tema de grande interesse, já que sua ocorrência tem sido cada vez maior. Muitas perguntas são enviadas sobre esta enfermidade, sendo que as perguntas mais freqüentes estão associadas ao tratamento desta afecção. Afinal, quais são as opções de tratamento? Porque certos medicamentos funcionam em um rebanho e não alcançam resultados em outros? O que fazer para controlar a rápida disseminação da doença?
Os patógenos secundários (estafilococos coagulase-negativa, <i>Corynebacterium</i> spp.) apresentaram prevalência crescente antes do parto (figura 1), e maior que a dos patógenos primários. Após o parto, houve declínio da prevalência de ambos os patógenos primários e secundários. Em cerca de 36% dos quartos houve o isolamento do mesmo agente antes e após o parto, o que significa uma infecção persistente, sendo que o <i>S. uberis</i> foi o agente mais prevalente nesses casos.
Como escolher adequadamente um desinfetante? Qual a diferença entre "<i>desinfetar</i> o umbigo dos bezerros" e "<i>sanitizar</i> os utensílios que entram em contato com o colostro"? Neste artigo serão abordadas informações sobre a escolha e o uso dos desinfetantes no dia-a-dia do rebanho leiteiro.
Com a melhora da rentabilidade no setor, muitos produtores procuram alternativas para crescer o rebanho, a mais comum é a compra de animais. Entretanto, muitas doenças podem ser veiculadas com a chegada de novos animais no rebanho. Existem medidas de biossegurança que buscam prevenir a entrada de novas doenças no plantel.
As vacas são animais que preferem superfícies macias para caminhar e deitar. Solos duros são menos confortáveis, contribuem para o crescimento desordenado do casco e, além disso, favorecem a ocorrência de distúrbios na distribuição do peso do animal sobre a superfície da sola. As características do concreto, combinadas com doenças tais como a laminite, desenvolvem lesões na sola do casco assim como a úlcera de sola e a doença da linha branca.
Para que seja seguro e de boa qualidade, o leite deve estar isento de resíduos de drogas veterinárias, como antibióticos e pesticidas. O leite com resíduos de antibióticos não deve ser consumido, pois pode ocasionar graves problemas de alergias ou resistência aos antibióticos usados para o tratamento de doenças humanas, além de não poder ser usado para a fabricação de produtos lácteos, uma vez que afeta o processamento dos mesmos.
Na busca da maximização na produção animal, um dos requisitos à serem considerados e, muitas vezes esquecido pelos produtores, é a questão da qualidade da água ingerida pelo animal, pois, cerca de 80% de todas as doenças que afetam homens e animais nos países em desenvolvimento são provenientes da água de má qualidade.