De empresário da educação para produtor rural com o ATeG Leite

Com a morte do sogro, em 2017, produtor rural no município de Bocaiuva, José Antônio Minarrini Batista se viu "eleito" pela esposa e cunhadas a assumir a direção da propriedade para venda. Formado em engenharia civil e matemática, ele era professor e empresário da educação, proprietário de uma escola em Belo Horizonte.

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Com a morte do sogro, em 2017, produtor rural no município de Bocaiuva, José Antônio Minarrini Batista se viu “eleito” pela esposa e cunhadas a assumir a direção da propriedade para venda. Formado em engenharia civil e matemática, ele era professor e empresário da educação, proprietário de uma escola em Belo Horizonte.

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Para José Antônio, foi um desafio assumir a responsabilidade de tomar conta da propriedade. No início, ia na fazenda de 30 em 30 dias, depois de 15 em 15 e, no ano passado, começou a se dedicar exclusivamente à propriedade. “Comecei a trabalhar e tomei gosto. Achei uma coisa maravilhosa, me realizei”, disse.

Ele conta que chegou totalmente “cru”, sem saber nada sobre o trabalho rural. No início contou com a ajuda e orientação dos vizinhos e funcionários. “Mas sempre necessitava de mais informações e orientações técnicas, até que apareceu o Programa ATeG do Sistema Faemg/SENAR Minas. Isso foi um marco, algo muito importante pra mim”.

Segundo o agora produtor, depois desses oito meses de participação no programa, ele já faz de tudo na propriedade e reduziu despesas. Disse que além do trabalho administrativo, ajuda a tirar leite e a tratar do rebanho, com a ajuda de apenas um funcionário. “Comecei a produzindo uma média de 60 litros por dia, mas hoje já estou com uma média de 250 com o mesmo rebanho. O único investimento que fiz foi a compra de um garrote”, informou.

De acordo com ele, o técnico de campo Aleksson Sandro Catoni chegou para lhe dar todo o suporte que precisava. “A gente tem que buscar a eficiência, buscar produzir mais com menor custo. Temos que ter melhores animais, condições de higiene, estrutura física, entre outras. As orientações técnicas nos dão toda a estrutura, e sem dúvida nenhuma isso tem nos ajudado muito na condução da administração e gerência dos negócios”, disse.

Antônio acrescenta: “o técnico é bem informado, atualizado e tem me prestado um grande serviço. Tenho aprendido muito com ele - antes, por exemplo, tinha vaca que ficava até um ano sem enxertar; hoje, minhas vacas são enxertadas no prazo de 60 a 90 dias. Enfim, eu só tenho a agradecer”, finalizou.

As informações são da Faemg.

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