O estresse ocasionado por elevadas temperaturas, influencia diretamente a produção de leite, sendo um dos problemas mais graves da pecuária leiteira nas regiões tropicais. Nessas regiões, observa-se um problema de adaptação das raças de clima temperado, que são mais susceptíveis a problemas fisiológicos e comportamentais causados pelo estresse térmico (JIMENEZ FILHO, 2013).
O estresse térmico afeta negativamente vários aspectos da produção leiteira, causando impacto significativo no potencial econômico das propriedades produtoras de leite, podendo resultar em um decréscimo de 17% na produção de leite de vacas de 15 kg de leite/dia e até 22% em vacas de 40 kg de leite/dia (PINARELLI, 2003). Além de afetar a produção de leite, as vacas em lactação expostas ao estresse térmico reduzem a produção e porcentagem de gordura no leite.
Nos últimos anos, tem caído vertiginosamente o número de produtores de leite no Brasil, subindo a produção média por produtor e subindo ainda mais a produção média por vaca. São sistemas especializados, confinados e semi-confinados, que demandam ainda mais planejamento visando minimizar o estresse calórico.
Vacas mais produtivas, estão sempre em maior desafio fisiológico e são mais sensíveis ao calor. Os produtores tem investido muito recurso em sistemas de arrefecimento das instalações que levam conforto aos animais. Muitas das vezes, os produtores não tem planejamento adequado de estruturas de refrigeração, ou não tem capital disponível para investir em projetos eficientes para gerar conforto. Nesse contexto, em uma ação quase que desesperada, passam a gastar cada vez mais água como paliativo ao problema do calor.
Não é incomum encontrar profissionais que defendem incondicionalmente o gasto excessivo de água nos banhos dos animais. Isso é compreensível, uma vez que diante de tamanho problema, a única solução disponível era essa: molhar cada vez mais as vacas. Mas a ciência sempre busca soluções mais adequadas para os problemas modernos.
É sabido, que a exposição dos animais a quantidades excessivas de banho regularmente, pode provocar problemas sanitários indesejados, além de um maior desafio ambiental para grandes produtores, instalações muito úmidas, são mais susceptíveis a provocar doenças ambientais como mastites ou problemas nos cascos. Portando, a luta por aumentar a quantidade de água nos banhos regulares das vacas, está gerando o benefício do resfriamento dos animais e trazendo vários problemas em contrapartida.
A Reinigend investiu em pesquisa e desenvolvimento, para criar uma ferramenta tecnológica capaz de reduzir drasticamente a quantidade de água utilizada no banho dos animais e ainda assim, aumentar a sensação de conforto, reduzindo a sensação térmica.
O REINI THERM, é a inovação que faz com que a neurociência atue para intensificar a sensação de frescor e conforto dos animais. Trate-se de um modulador térmico que age diretamente na percepção de frio do animal, com efeito imediato e duradouro. Através de pulverização ou névoa, a água adicionada do REINI THERM, ativa o receptor TRPM8 nos animais, alterando a sensação térmica promovida pelo banho. Não alteramos a temperatura, mas a sensação térmica do animal.
Em estudo, comprovou-se através de fotos moleculares que as células da pele em contato com o REINI THERM, tiveram 64% de intensidade em frescor a mais do que o teste “controle” e ficou 14% superior a substância referência internacional para esse fim.
Isso significou 8°C de melhoria na sensação térmica do animal, e não na temperatura do ambiente. Propiciou redução de mais de 30% do consumo de água utilizada para esse fim. Sabemos que muitas propriedades deixaram de pulverizar água nos animais e passaram a molhar de fato, com jatos diretos. Em um desses casos, reduzimos o gasto de água em uma pré-ordenha de 12 mil litros/hora para 700 litros hora, com muito mais eficiência na sensação de frescor.
A economia de água é possível, porque o produto quebra a tensão superficial da água, melhorando a área de contato e troca de calor no animal, e óleos presentes na composição intensificam a sensação de frescor. Preparamos a pele do animal com uma névoa fina e seus ventiladores fazem o restante do trabalho na redução do calor.
É como quando colocamos uma bala de menta na boca depois de consumir água fria, a sensação de frio é muito mais intensa.
Para completar a rede de benefícios dessa inovação, adicionamos citronela, e com isso provocamos um efeito adicional de repelência no ambiente de uso.
Entre em contato com o nosso time técnico para elaborar um protocolo de uso adequado a sua propriedade, com acompanhamento e monitoramento dos resultados. Utilize a tecnologia para aumentar a produção e produtividade do seu rebanho.
Saiba mais clicando aqui.