Os riscos silenciosos que travam o desenvolvimento das novilhas

A recria de novilhas é uma das fases mais estratégicas - e, paradoxalmente, mais negligenciadas - da pecuária leiteira. Custosa, sem retorno econômico imediato e altamente sensível ao manejo nutricional, ela define não apenas a idade ao primeiro parto, mas o potencial produtivo, reprodutivo e a longevidade da futura vaca.

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A criação de novilhas demanda planejamento nutricional rigoroso para garantir crescimento adequado e bom desempenho produtivo. Falhas na recria podem resultar em menor ganho médio diário e atrasos na idade do primeiro parto, aumentando custos. O manejo nutricional deve evitar excessos de energia, que prejudicam o desenvolvimento da glândula mamária. Micotoxinas na alimentação também afetam negativamente o crescimento e a puberdade. Melhorar as práticas de manejo pode reduzir custos e acelerar o retorno econômico.

Os custos envolvidos na criação de novilhas, bem como o impacto do seu desenvolvimento sobre o desempenho produtivo ao longo da vida, reforçam a necessidade de uma condução da recria pautada em planejamento criterioso (NASEM, 2021).

Por não gerar retorno econômico imediato, as propriedades acabam dedicando pouca atenção às práticas essenciais da cria e recria de novilhas, o que já foi amplamente associado a pior desempenho produtivo e reprodutivo e até ao aumento da taxa de mortalidade (Heinrichs, 1993; Lima et al., 2018; Urie et al., 2018). Esse conjunto de falhas repercute diretamente no ganho médio diário (GMD) (Khan et al., 2011; Soberon et al., 2012) e tende a atrasar a idade ao primeiro parto (IPP), aumentando, expressivamente, os custos de todo o período (Ettema e Santos, 2004; Wathes et al., 2014; Gabler et al., 2000).

Um planejamento nutricional minucioso, garantindo taxas de crescimento equilibradas que promovem o desenvolvimento adequado da glândula mamária e do esqueleto e, de modo que a novilha alcance o primeiro parto na idade e peso ideais, permitem que ela expresse seu potencial produtivo e reprodutivo ao longo da vida (Sejrsen & Purup, 1997; Van Amburgh & Tikofsky, 2001; Zanton & Heinrichs, 2005).

Da desmama à primeira parição: construindo novilhas

A recria começa logo após o desmame, em torno dos 90 dias de idade – dependendo da raça e do manejo alimentar – e se encerra na primeira parição. De início, o organismo da novilha direciona seus recursos para o crescimento ósseo, acompanhados por taxas elevadas de deposição proteica que sustentam o crescimento estrutural. À medida que essa etapa inicial se estabiliza, o metabolismo passa, gradualmente, a favorecer a deposição de gordura. Por isso, o plano de alimentação a ser adotado será aquele que, de forma econômica, permita que elas mantenham um crescimento linear, sem permitir ganhos expressivos de gordura e que elas atinjam o peso à puberdade e para cobrição o mais cedo possível (Campos & Lizieire, 1995).

É amplamente reconhecido que a maturidade em novilhas está ligada ao ganho de peso, e não simplesmente à idade cronológica. Por isso, o ideal é garantir que atinjam cerca de 40–50% do peso adulto para entrar na puberdade — geralmente por volta dos 13 meses de idade — e cerca de 55–60% do peso adulto para a primeira inseminação, por volta dos 15 meses de idade. Isso impactará na IPP, onde deverá atingir no mínimo 82% do peso corporal adulto, entre 22 e 24 meses de idade (NRC 2001/2021; Heinrichs, 2011).

Diferentes estratégias de manejo podem ser consideradas adequadas para alcançar novilhas bem desenvolvidas e produtivas, contudo, a propriedade deve se atentar a atender às metas de desempenho, durante cada fase, lembrando do propósito central: formar vacas que expressem alto potencial produtivo ao longo da vida, garantindo estrutura corporal, maturidade e condição fisiológica que sustentem boa produção de leite.

O efeito oculto da energia no desenvolvimento mamário das novilhas

Sabe-se que a ingestão de energia é um importante regulador do ganho de peso (Owens et al., 1995), mas quando abordamos o risco de comprometer o GMD e o fornecimento de energia, estamos falando de ameaças silenciosas que podem passar despercebidas, que afetam diretamente o desenvolvimento da glândula mamária das novilhas. E o acúmulo de gordura nas glândulas mamárias devido à ingestão excessiva de energia é bem documentado em vacas da raça holandesa (Meyer et al., 2006; Davis Rincker et al., 2008). Isso ocorre porque o balanço energético durante o crescimento determina quanto tecido secretor será formado, influenciando no potencial produtivo futuro da vaca.

Nos primeiros dias de vida até o desmame e novamente após a puberdade – por volta dos 13 meses – até aproximadamente o 3º mês de gestação, a novilha passa pela chamada fase isométrica, na qual a glândula mamária cresce no mesmo ritmo dos demais tecidos corporais (Capuco & Akers, 1999). Na fase alométrica – do desmame à puberdade e, novamente, após o 3º mês de gestação – o desenvolvimento mamário ultrapassa a velocidade de crescimento do corpo, tornando esse período sensível ao manejo nutricional. Nessa etapa, o excesso de energia pode levar ao acúmulo de gordura nos dutos mamários, reduzindo a quantidade de tecido secretor que será formado, determinando diretamente, o número de células produtoras de leite disponíveis na lactação. Quando essa fase é conduzida de forma inadequada, perdas de até 20% na produção futura podem acontecer (Sejrsen et al., 2000). A Figura 1 representa o desenvolvimento da novilha conforme as fases isométrica e alométrica.

Figura 1. Representação do desenvolvimento da novilha leiteira, desde o nascimento até o primeiro parto, destacando metas de GMD conforme a fase em que se encontra para controle do desenvolvimento da glândula mamária sem acúmulo de gordura.

Representação do desenvolvimento da novilha leiteira, desde o nascimento até o primeiro parto, destacando metas de GMD conforme a fase em que se encontra para controle do desenvolvimento da glândula mamária sem acúmulo de gordura.

Diante desse cenário, não queremos novilhas sendo inseminadas e parindo com baixo peso corporal, porém, não queremos novilhas com acúmulo de gordura na glândula mamária.

Em um experimento realizado em Minas Gerais, no Brasil, Albino et al. (2017) demonstraram que pode haver comprometimento na produção de leite futura de novilhas leiteiras. No estudo, os animais foram alimentados com uma dieta padrão (com diferentes quantidades), durante todo o período da recria, em que apresentaram, ao final, um alto GMD. Através dos valores descritos na Tabela 01 – e de análises acessórias –, esse GMD mostrou ter afetado negativamente o desenvolvimento mamário desses animais.

 

Tabela 01. Composição mamária e corporal de novilhas mestiças brasileiras alimentadas com um de três tratamentos dietéticos por 84 dias.

 

Tratamento

Variável

HG

LG

MA

Parênquima mamário (kg)

0,237b

0,356a

0,178b

Gordura mamária (kg)

1,027a

0,603b

0,313c

1- HG = alto ganho (novinhas alimentadas para ganhar 1 kg/dia), LG = baixo ganho (novilhas alimentadas para ganhar 0,5 kg/dia) e MA = manutenção (novilhas alimentadas para ganhar uma quantidade mínima de peso por dia);
2- a–c: Dentro de uma mesma linha, os valores com sobrescritos diferentes, diferem-se.

Adaptado de ALBINO et al. (2017)

 

Os valores descritos conforme os tratamentos também nos mostraram que o extremo não é válido. A dieta fornecida para manutenção (MA; ganho de peso em quantidade mínima) também não permitiu que o parênquima mamário se desenvolvesse da forma ideal. Isso nos mostra a importância de dar atenção às exigências e ao objetivo na fase de recria.

A Tabela 02 mostra outro estudo que avaliou o efeito do nível nutricional, porém sobre o crescimento e a mamogênese antes e durante a puberdade e relacionou com a concentração de DNA na glândula mamária. Eles perceberam que o aumento do GMD resultou em glândulas mamárias mais gordurosas e com menor concentração de DNA (Stelwagen e Grieve, 1990).

 

Tabela 02. Análise química dos tecidos da meia-glândula mamária do grupo abatido, de novilhas recriadas a diferentes taxas de ganho de peso (L=0,6; M=0,75 e H=1,0 kg/dia) entre 6 e 16 meses de idade.

 

Tratamento

Variável

L

M

H

Número de animais

6

6

6

GMD proposto (g/dia)

600

750

1000

GMD atingido (g/dia)

611

737

903

Peso inicial (kg)

199,1

204,0

187,8

Peso final (kg)

378,7 c

420,6 b

447,2 a

Peso da meia glândula (g)

1106,7 c

1583,7 b

2136,7 a

Gordura (g)

703,2 c

1096,1 b

1552,3 a

DNA (mg/100g de glândula)

103,1 a

73,5 b

56,4 c

1- L = baixo, M = médio e H = alto, tratamento;
2- Médias na mesma linha seguidas por letras diferentes, diferem entre si (P<0,01).

Adaptado de STELWAGEN e GRIEVE (1990)

 

Uma meta-análise de 15 estudos publicados entre 1990 e 2005 concluiu que, em novilhas da raça holandesa, ganhos de peso corporal superiores a 800 g/dia têm potencial para reduzir a produção de leite (Zanton e Heinrichs, 2005). Isso pode ser observado no gráfico a seguir, com dados fornecidos por um destes autores. Os dados nos permitem entender que as novilhas que ganharam menos peso no período pré-púbere produziram mais leite na primeira lactação.

Figura 2. Gráfico representativo da quantidade de leite produzida e a quantidade corrigida para 3,5% de gordura (LCG = Leite Corrigido para Gordura) pelas fêmeas em lactação, que ganharam 680, 832 e 955 g/d, respectivamente, em azul, laranja e cinza. As novilhas que ganharam menos peso no período pré-púbere, produziram mais leite na primeira lactação.

Gráfico representativo da quantidade de leite produzida e a quantidade corrigida para 3,5% de gordura (LCG = Leite Corrigido para Gordura) pelas fêmeas em lactação, que ganharam 680, 832 e 955 g/d, respectivamente, em azul, laranja e cinza. As novilhas qu

Quando o alimento sabota o crescimento: como as micotoxinas afetam a recria de leite

Além do excesso de energia ser um grande risco silencioso que pode estar travando o desenvolvimento das novilhas na propriedade, devemos nos atentar à qualidade desses alimentos, que também silenciam muitos dos prejuízos.  O mais perigoso é que nenhum desses fatores costuma ‘gritar’ de imediato. As novilhas continuam comendo, continuam crescendo, mas, muitas vezes, não no ritmo que poderiam — e isso só será percebido meses depois, quando chegam atrasadas à puberdade, ao peso de cobertura ou à primeira lactação.

A qualidade da alimentação e do ambiente é determinante no desenvolvimento das novilhas. No entanto, é comum encontrá-las em instalações inadequadas e recebendo sobras de dieta de baixa qualidade, o que reduz o aporte de nutrientes e aumenta a exposição a micotoxinas. Compostos como DON, ZEA e aflatoxinas comprometem o consumo, a imunidade, o desenvolvimento reprodutivo e o crescimento, afetando também o potencial produtivo futuro (Placinta et al., 1999; Whitlow & Hagler, 2010). Assim, além de prejudicial, manter novilhas nessas condições representa perda biológica e econômica.

Um estudo avaliou os efeitos a longo prazo da alimentação com uma mistura de aflatoxina e fumonisina proveniente de grãos de milho naturalmente contaminados sobre parâmetros relacionados ao crescimento, hematologia, perfil metabólico e início da puberdade de novilhas, para comparar o efeito de uma contaminação leve por aflatoxina quando esta está ou não associada a uma co-contaminação por fumonisina.

Figura 03 e 4. Curvas de crescimento do peso corporal de novilhas leiteiras nos três grupos durante o período experimental. Atingimento da puberdade em novilhas leiteiras nos três grupos experimentais durante o período monitorado.

Curvas de crescimento do peso corporal de novilhas leiteiras nos três grupos durante o período experimental. Atingimento da puberdade em novilhas leiteiras nos três grupos experimentais durante o período monitorado.
*C = grupo alimentado com farinha de milho não contaminada; A = grupo alimentado com farinha de milho com baixo teor de aflatoxina; A – F = grupo alimentado com farinha de milho contaminada com mistura de aflatoxina e fumonisina.

Os autores concluíram que o consumo prolongado de grãos contaminados por micotoxinas por novilhas peripuberais prejudica a curva de crescimento e reduz a porcentagem de novilhas que atingiram a puberdade ao final do período monitorado.

Na recria, estratégias – como o uso de adsorventes de micotoxinas – podem ser aplicadas para proteger a saúde e o desenvolvimento das novilhas, além de tranquilizar o produtor quanto aos diversos efeitos, ainda pouco estudados. Esses aditivos, muitas vezes à base de argilas como a bentonita ou combinados com outros ingredientes, atuam ligando-se às micotoxinas no trato gastrointestinal, reduzindo sua absorção e efeitos tóxicos.

Equilíbrio entre custo e segurança

Os estudos mostrados ressaltam a importância da quantidade fornecida e seleção dos alimentos para o gado leiteiro jovem, mesmo que ainda não produtivo.

De acordo com Silva et al. (2025) os custos da cria e recria de novilhas variam amplamente conforme o nível produtivo das fazendas, sobretudo por diferenças no manejo alimentar, eficiência de crescimento e IPP. A alimentação continua sendo um fator significativo nos custos de produção de bezerras e novilhas. Mas os controles desses custos raramente são controlados em fazendas (Mohd Nor et al, 2012). 

Unindo dados de diversas propriedades no Brasil, o estudo de Silva et al. (2025) mostra que aquelas com alto investimento precisam, em média, de apenas 1,64 lactações para atingir o ponto de equilíbrio entre custos, enquanto fazendas de investimento intermediário necessitam de 2,64 lactações e aquelas de menor investimento chegam a quase 4 lactações para cobrir o custo da novilha produzida. Uma forma clara de enxergar que melhorar o GMD, reduzir a IPP e adotar manejos nutricionais mais precisos não apenas diminuem o custo total de cria e recria, mas também aceleram o retorno econômico do investimento.

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Referências bibliográficas

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Regis Nunes Ferreira Leite
REGIS NUNES FERREIRA LEITE

LAGOINHA - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 02/02/2026

Belo trabalho, mas a falta de um dado de quantas lactações essas novilhas serão descartadas e numa alimentação respeitando a evolução natural da vaca numa época de consciência emocional, essas novilhas se tornaram longevas o bastante para dar retorno ao seu criador
Qual a sua dúvida hoje?