Observa que a indústria Argentina de lácteos é um dos setores mais dinâmicos e competitivos, sustentando o desenvolvimento regional de várias Províncias, especialmente Santa Fé, Córdoba e Buenos Aires. O país exporta 25% da produção de laticínios para mais de 100 destinos.
A ministra Maria Diaz de Brito assinalou o impressionante crescimento da cadeia produtiva de lácteos no Brasil e a demanda por equipamentos de uso nos estabelecimentos industriais e nos laticínios. Essa é uma área de excelência na Argentina, que detém liderança mundial na fabricação de ordenhadeiras e resfriadores de leite, pasteurizadores e pré-processadores do leite, equipamento para produção de queijos, leite em pó e leites fermentados, soro em pó, concentrados protéicos, entre outros. A organização de missões empresariais é uma das propostas da ministra.
Ministra Maria Renée Diaz de Brito, coordenadora do programa de apoio ao comércio exterior do Ministério das Relações Exteriores da República Argentina e Anacleto Ortigara, Diretor Técnico Sebrae/SC.

Quatro empresas argentinas participam da Mercoláctea: a El Mastro Quesero, de Córdoba, com tecnologia de alta temperatura para o fabrico de queijos e evaporador para concentração de soro. A Refmar, de Buenos Aires, com projetos de câmaras frigoríficas, separadores de líquidos e evaporadores. A Plásticos Rafaela, de Santa Fé, trouxe moldes plásticos microperfurados para elaboração de queijos. A Omega Solari, também de Santa Fé, expôs ordenhadeiras e equipamentos de refrigeração.
O diretor da Plásticos Rafaela, Gustavo Fourcade, manifestou-se impressionado com a procura por equipamentos para micro, pequenos e médios laticínios, "sintoma de expansão da base industrial no sul do Brasil." Ele prevê que a próxima edição da Mercoláctea dobrará de tamanho e terá maiôs presença de empresas do Mercosul.
As informações são de Marcos A Bedin, da MB Comunicação.