A acidose ruminal é uma das principais causas de perdas no desempenho produtivo, saúde e eficiência de vacas leiteiras. Estudos apontam que 20% das vacas em lactação em um rebanho apresentam acidose subclínica dentro dos primeiros 100 dias de lactação.
A afecção tem origem multifatorial, o que, de certa forma, dificulta o controle nos rebanhos. Dentre as principais causas, estão: excesso de carboidratos de alta fermentação na dieta; falta de fibra fisicamente efetiva e/ou de forragem na dieta; excesso de partículas longas ou de forragem na dieta facilitando a seleção; falha na adaptação às rápidas mudanças na dieta; nutrição inadequada no período de transição e estresse térmico.
A acidose pode se manifestar de duas formas:
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Aguda ou clínica: responsável por cerca de 5% dos casos. O pH ruminal pode chegar a < 5,0 com grande acúmulo de ácido lático. A queda brusca no pH pode provocar sintomas graves como desidratação, toxemia e, em casos extremos, morte do animal.
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Acidose subaguda, ou subclínica (SARA): Prevalência alta nos rebanhos podendo chegar em até 20%. O pH ruminal permanece <5,6 por mais de 3 horas, sem sinais clínicos claros, mas com impactos significativos no desempenho e saúde dos animais.
Monitoramento e manejo são essenciais?
Mesmo sem sintomas evidentes, os prejuízos da acidose ruminal são elevados: cada vaca com acidose subclínica pode deixar de produzir até US$400,00 por lactação (Stone, 1999) — sem contar os custos com doenças secundárias, descarte e menor fertilidade. Dentre os principais prejuízos, podemos destacar:
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Redução no consumo de matéria seca;
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Redução na produção de leite;
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Redução no teor de gordura no leite;
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Redução no escore corporal;
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Aumento na concentração de mediadores inflamatórios;
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Queda no desempenho reprodutivo;
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Comprometimento na qualidade dos cascos;
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Aumento do risco de descarte.
A prevenção da acidose passa por uma abordagem integrada, combinando ajustes nutricionais, manejo e o uso de substâncias tamponantes que estabilizam o pH ruminal. Outro recurso é o conceito DCAD, que regula o balanço de cátions e ânions da dieta para manter o pH sanguíneo elevado, um tamponamento ruminal adequado, além de estimular aumento do consumo de matéria seca dos animais.
NutronMilk Equalizer: Ação rápida, eficiente e duradoura
Diante desse cenário, a Nutron, marca de Nutrição Animal da Cargill no Brasil, reformula sua linha de tamponamentos e traz para o mercado a família NutronMilk Equalizer, especialmente desenvolvida para combater a acidose ruminal e garantir segurança e eficiência para a produção.
Nesse novo portfólio, são duas opções de tamponantes, formuladas a partir de uma rigorosa seleção de matérias-primas, escolhidas pelo seu elevado poder tampão e eficiência na regulação do pH ruminal. Isso garante segurança, qualidade e resultados consistentes no campo. Além disso, os produtos incorporam tecnologias exclusivas que potencializam os efeitos do tamponamento no rúmen a curto, médio e longo prazo. Essas tecnologias respeitam a dinâmica de produção de ácidos que ocorrem durante o processo fermentativo, contribuindo para a saúde ruminal e o melhor aproveitamento da dieta.
Além disso, testes comparativos mostram que a linha Equalizer supera em até 40% da capacidade de tamponamento comparado aos principais concorrentes no mercado, entregando um desempenho técnico superior que se traduz em produtividade, saúde ruminal e retorno econômico.
Equalizer Ultra: reforço nutricional para máxima performance
NutronMilk Equalizer Ultra eleva o padrão de tamponamento e performance. Entre os principais diferenciais do Ultra, destacam-se:
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Aumento do DCAD+ da dieta;
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Tamponamento ruminal;
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Maior ingestão de matéria seca;
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Maior produção de leite;
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Elevação no teor de sólidos do leite.
Com a linha NutronMilk Equalizer, a Cargill oferece ao produtor uma solução completa, validada por ciência e desenvolvida com foco nos desafios da pecuária moderna. Porque um rúmen saudável é sinônimo de rebanho produtivo.