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Programa Fazenda Eficiente e a produção no semiárido brasileiro: a outra face da moeda

POR COOPERIDEAL - COOPERATIVA PARA A INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE LEITEIRA

COOPERIDEAL

EM 20/11/2015

12 MIN DE LEITURA

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Em tempos de marcantes mudanças climáticas, cujas maiores consequências para a região Nordeste do Brasil são as diminuições progressivas nos índices pluviométricos anuais, as lentes sempre se voltam para as dificuldades que os produtores enfrentam com a seca. As reportagens e entrevistas rotineiramente apresentam um Nordeste "semi" de clima, mas "árido" de esperança. Longos períodos de seca têm acarretado problemas para população, em especial aos produtores de leite, que neste período convivem lado a lado com aqueles que se utilizam desse momento como oportunidade para fomentarem a famigerada “indústria da seca”. No âmbito privado, a seca abre portas para negócios lucrativos, exploratórios, embasados na falta de organização da cadeia do leite local. De forma predatória são fornecidos produtos e insumos necessários a preços exorbitantes, com comércio garantido pela necessidade de produtores mal preparados para enfrentar a situação. Nesse sentido, é natural que a maioria das matérias veiculadas nos principais meios de comunicação sempre tenha como foco as dificuldades da região, não mostrando a outra face da moeda.

De fato produzir alimento em um ambiente de baixa disponibilidade hídrica é um desafio não só para a região Nordeste. Administrar com eficiência e converter a água disponível na maior quantidade de produto possível, tem sido o maior desafio da pecuária conduzida sob o ponto de vista do clima semiárido. De acordo com os dados oficiais, o semiárido brasileiro abrange uma área de 969.589,4 km², atingindo nove estados da federação, onde vivem 22 milhões de pessoas, sendo o semiárido nordestino o mais populoso do mundo. No entanto, se é uma região com tantas dificuldades, como tão repetidamente é citado, como se justifica tanta gente? Na produção agropecuária não é diferente, haja vista que segundo o IBGE (2011), o Nordeste possui 21,2% das vacas ordenhadas do Brasil e 12,8% do leite produzido; então, com tanta dificuldade, como se explica que em todos os municípios nordestinos se produza leite? 

O fato é que as características apresentadas pela indústria da seca como desfavoráveis são as que proporcionam melhores condições de sanidade para a produção animal, pois nesta situação os rebanhos não sofrem com excesso de umidade, lama, carrapato, berne, problemas de casco etc. Nas propriedades onde existe um manejo correto e uma estrutura adequada de sombra não existem problemas com conforto animal, e a exploração de raças especializadas (que sempre foi um tabu para a região) torna-se perfeitamente viável, considerando-se a grande quantidade de bons rebanhos leiteiros existentes na região, em plena produção e com reprodução adequada. Sob o ponto de vista agronômico (maior desafio da produção de leite nordestina), a utilização de espécies de plantas adaptadas, com elevado potencial de produção, tem sido trabalhada como forma de equacionar a falta de volumoso para o rebanho. O cultivo intensivo de palma forrageira, por exemplo, tem proporcionado aos produtores que exploram a atividade segurança alimentar para os rebanhos, oferecendo volumoso em quantidade, com qualidade e a preço competitivo por quilo de matéria seca em relação às outras culturas possíveis de serem estabelecidas na região. Assim, muitos produtores, mesmo dentro deste ecossistema, conseguem produzir com eficiência e competitividade.

Foto1: Sidnei Bezerra, coordenador do programa Fazenda Eficiente, em área de Palma Forrageira.



Mostrando que é possível

O programa Fazenda Eficiente, que visa o desenvolvimento técnico e econômico de propriedades leiteiras, é realizado por uma equipe de 40 técnicos capitaneados pelo Eng. Agrônomo Samer Rodrigues e pelos Zootecnistas Thiago Palmeira da Costa e Sidnei Bezerra, que juntamente com os técnicos Gilmara Maria dos Santos, Marília Ferro, Ademilson Neris e Alexandre Cortes de Brito coordenam a atuação do programa em 06 Estados, 81 municípios e 1150 propriedades em toda a região nordeste. Nos últimos dez anos a equipe do programa tem se deparado com grandes desafios climáticos na região. Os dados da figura 1, referentes à precipitação dos últimos anos na região do semiárido alagoano, representam a situação de falta de chuvas atravessada pela região nordeste, especialmente nos últimos quatro anos. Por conta desses índices, muitos produtores foram obrigados a vender seus rebanhos para não vê-los sucumbir diante da seca. No entanto, essa situação, mesmo que difícil, é possível de ser prevista, o que coloca a falta de planejamento da atividade como o principal limitante da atividade nesse caso. Situações de seca no Nordeste são mais previsíveis que as chuvas, e secas históricas, como as dos últimos anos, não serão as primeiras e nem as últimas na região. Situações como essas normalmente ocorrem em ciclos de 50 anos, tempo confortável para que o produtor possa se preparar. 

Figura 1. Precipitação anual do semiárido Alagoano.



Como já é sabido que na região, em anos normais, a chuva ocorre por apenas 3 ou 4 meses, os produtores necessitam de um bom planejamento para superar esses períodos de estiagem. Usaremos um caso prático para exemplificar que a seca, apesar de ser um momento de dificuldade, não é um impeditivo para o desenvolvimento das propriedades leiteiras. Analisaremos a situação do produtor Nemoenio Barbosa da Silva, cuja propriedade está localizada no município de Cacimbinhas - Alagoas, que vem vencendo as dificuldades da seca desde que recebeu a primeira vista dos técnicos do programa Fazenda Eficiente. O período analisado compreenderá o intervalo entre os anos de 2012 e 2015, pico da grande seca ocorrida nos últimos anos. Nesse período em que a grande maioria dos produtores se desfizeram dos rebanhos ou diminuíram a produção, Zé Moreno, como é chamado, promoveu uma verdadeira revolução em sua propriedade, crescendo como nunca havia crescido antes.

Foto 2: Produtor Nemoenio Barbosa da Silva na área de produção de Palma Forrageira da propriedade.



A propriedade possui área total de 7,5 ha e o trabalho técnico teve início no ano de 2012, quando então se produzia 95 litros de leite/dia, com 13 vacas no rebanho no Sítio Padre Cícero. A principal atividade da propriedade sempre foi a produção de leite, no entanto sem aplicação de conceitos técnicos o produtor padecia como muitos outros produtores; em anos difíceis e sem planejamento ficava difícil produzir volumoso em quantidade e com a qualidade necessária. Antes de ser atendido pelos técnicos do programa Fazenda Eficiente, que em Alagoas trabalha em parceria com o SEBRAE/AL e Governo do Estado, através do Programa Alagoas Mais Leite, praticamente toda a alimentação (volumosa e concentrada) era comprada, além da água, que tanto na época como agora também é comprada. O produtor achava que em função da pequena área seria impossível produzir o volumoso na propriedade e por isso comprava volumoso fora.

O trabalho na propriedade se iniciou a partir de uma visita que o Zé Moreno fez em 2011 ao produtor Antônio Marcos (Unidade Demonstrativa do programa no município), atendido pela zootecnista da Fazenda Eficiente, Marília Ferro. Nessa visita o produtor teve contato com o trabalho que vinha sendo realizado nas propriedades semelhantes a sua e com bons resultados. Desse momento em diante o produtor procurou a equipe para entender melhor o que estava sendo proposto, os princípios do trabalho e, principalmente, visualizar o potencial que sua área tinha para a produção de leite uma vez que o mesmo já não enxergava uma saída que possibilitasse melhoria da renda com a atividade. Foi aí que no inicio de 2012 Zé Moreno começou ser atendido pelo também zootecnista do programa Fazenda Eficiente, Breno de Melo. Para direcionar as ações que seriam implementadas foi definido um planejamento inicial das atividades e estabelecido um objetivo a ser alcançado, que neste caso seria de produzir 400 litros/dia. O inicio do trabalho não foi fácil, pois no ano de 2012 choveu bem abaixo do esperado e o produtor só conseguiu estabelecer uma pequena área de palma forrageira, que por ser uma cultura altamente resistente a seca, conseguiu resistir à falta de água, produzindo 80 toneladas de matéria verde em apenas 0,2 ha (produtividade equivalente a 400 toneladas/ha/ano).

Posteriormente foi estabelecida uma área de produção de silagem de milho (2,0 ha), cuja função era de fornecer fibra, necessária para qualquer dieta estabelecida a partir da palma. A produção diária da propriedade que era de 95 litros no início do trabalho técnico, em 2011, atingiu uma média de 190 litros/dia nos últimos doze meses, com picos de produção superiores a 240 litros/dia. Ou seja, a produção inicial dobrou, mesmo em um período onde ocorreram os piores momentos de seca já enfrentados nos últimos 50 anos. O resumo dos índices zootécnicos e econômicos da fazenda estão descritos no Quadro 1.

Quadro 1: Resumo dos índices econômicos e zootécnicos do Sítio Padre Cícero - Comparação de dois períodos de trabalho.



No período 2011-2012 a propriedade comprava praticamente todo o volumoso consumido e produzia 95 litros/dia quando o trabalho com o programa Fazenda Eficiente foi iniciado. Após três anos trabalhando com foco, planejamento e organização, a produção de leite cresceu exatos 200%, atingindo 190 litros diários e com todo volumoso sendo produzido na propriedade. O produtor chegou a produzir 240 litros (253% em relação ao início), se aproximando da meta de 400 litros diários. Vale ressaltar que não houve injeção de recurso externo na propriedade, o produtor se reestruturou utilizando apenas os recursos obtidos com a atividade. O total de vacas e também a quantidade de vacas em lactação por hectare diminuíram no período analisado, porém, mesmo com a diminuição do número de matrizes houve um aumento expressivo na produção de leite. Com essa seleção, o produtor conseguiu produzir alimento suficiente para os animais que permaneceram na propriedade, fato que possibilitou explorar o maior potencial produtivo do rebanho. Tal situação explica a evolução da produção média por vaca, que saltou de 7,3 litros para 21,3 litros/vaca/dia, aumento de praticamente três vezes.

Foto 3: Produtor na área de produção de milho.



Uso do solo versus disponibilidade de água

Como apresentado, a propriedade comprava praticamente todo o volumoso consumido, fruto das sucessivas e frustradas tentativas de produção na propriedade. Entretanto, com a adoção de conceitos de produção de volumosos de forma intensiva trazidos pela assistência técnica, o produtor passou a obter produtividades elevadas, utilizando assim, de maneira eficiente, a água disponível para produção de volumosos na propriedade, garantindo que a área de 7,5 hectares produzisse alimento suficiente para manutenção do rebanho, fato que permitiu uma sensível redução nos custos e aumentou a qualidade do volumoso, promovendo como consequência a melhoria de renda da propriedade.

O sítio Padre Cícero mantém atualmente todo o rebanho de 21 cabeças em uma área de silagem e de palma que totaliza 2,2 ha, mantendo 9,5 cabeças/ha/ano na área intensificada da propriedade. Como 52,4% desse rebanho é composto de vacas, foi possível a manutenção de 4 vacas em lactação/ha, sendo este um número expressivo para produção de leite. Em relação ao uso da água, a propriedade utiliza 24,5 litros de água para cada quilo de matéria seca produzida. Estudos realizados pelo programa Fazenda Eficiente nas fazendas do Nordeste apontam a necessidade de 530 litros de água para a produção do mesmo quilo de matéria seca em áreas de pastagens irrigadas. Apesar da irrigação de pastagens ser uma opção quase obrigatória em muitas propriedades de leite no nordeste, em muitas localidades onde a disponibilidade hídrica é tão reduzida que impede o uso desta técnica, o uso de culturas com maior eficiência na conversão, como é o caso da palma forrageira, torna-se uma obrigação. É importante ressaltar que a água consumida pela família e pelo rebanho nesta propriedade é comprada, e isso compõe o custo de produção da atividade.

Foto 4: Técnico e mais um produtor assistido na região do semiárido.



Desempenho e estrutura de rebanho

Como visto no quadro 1, a média de produção por vaca aumentou 295% no período analisado. Com melhorias realizadas no ambiente (conforto), no manejo sanitário e principalmente nas condições de alimentação das vacas, foi possível oferecer condições que permitissem aos animais expressar um potencial adormecido. Outro fator importante e que contribuiu para a melhoria no desempenho do rebanho foi sua reestruturação, realizada via descarte, fundamental para reduzir a necessidade de gastos com alimentação e investimentos.

A porcentagem de vacas em lactação em relação ao total de vacas saiu de 68,4% para 81,8% e as vacas em lactação em relação ao total de cabeças do rebanho passaram de 37,1% para 42,9%, ou seja, o rebanho atual tem uma proporção maior de animais com capacidade de geração de renda e menos animais improdutivos. Vale salientar que a manutenção de animais incapazes de gerar renda imediata (vacas secas, novilhas, bezerras e machos) na propriedade é um fator de pressão sobre o custo de produção da atividade, e quanto maior for a obstinação do produtor em manter um rebanho enxuto e estruturado melhor será o desempenho financeiro da atividade. A seca que vem ocorrendo nos últimos anos tem mostrado a grande parte dos produtores aquilo que nossos técnicos apontam a bastante tempo, que a percepção de que a manutenção de rebanhos numerosos são sinônimos de eficiência ou riqueza é um ledo engano. Com um rebanho menor, o produtor pode focar em criar melhor seus animais desde o nascimento até a idade adulta. Nemoenio atualmente descarta todos os machos e recria somente a quantidade de fêmeas que garante a reposição do rebanho com uma taxa de crescimento dentro do planejado e suportado pela atividade.

A produtividade atual da propriedade é de 9.246 litros de leite/ha/ano, sendo 400% superior as produtividades encontradas tradicionalmente no Nordeste. O fluxo de caixa da propriedade nos últimos 12 meses foi de R$ 21.705,70, apesar de ter crescido 223% em comparação ao período inicial analisado, este valor ainda é pequeno diante do potencial que a propriedade possui. O patrimônio cresceu no período (38%) e ainda assim o retorno sobre o capital investido saiu de 6,6% para 20,7%, demonstrando que havia um patrimônio subutilizado e que está sendo otimizado. Com os resultados alcançados o produtor já adquiriu com recursos próprios uma ordenha mecânica, um gerador de energia e um botijão de sêmen.

Foto 5: Parte do grupo de coordenadores e técnicos do Programa Fazenda Eficiente.



No Sítio Padre Cícero é dada grande atenção ao manejo, conforto animal e gestão da propriedade. O produtor trabalha com disciplina na organização e limpeza das instalações, mesmo tendo, como visto até aqui, muito pouca disponibilidade de água. O alto nível de organização da propriedade permite ao produtor evitar aquilo que pode ser considerado um sacrilégio nas condições nordestinas: o desperdício. Esta propriedade oferece uma clara amostra de que com gestão profissional é possível a obtenção de resultados satisfatórios mesmo em locais considerados desfavoráveis para a atividade leiteira.

Existe sim a outra face da moeda, capaz de nos mostrar uma pecuária eficiente e lucrativa, que cresce e se desenvolve de maneira independente de subsídios ou soluções mirabolantes. É sim possível mudar a realidade de uma família em um curto espaço de tempo, desde que o empenho e o planejamento sejam claros e haja disciplina no decorrer do trabalho. A junção entre orientação técnica e esforço do produtor demonstra que o trabalho sério e objetivo é a saída mais segura frente aos efeitos da seca no Nordeste. Da próxima vez que assistir a uma reportagem sobre os efeitos da seca, saiba que existem muitos que não estão preocupados com o tempo, eles constroem o seu tempo. 

COOPERIDEAL - COOPERATIVA PARA A INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE LEITEIRA

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RICARDO FERREIRA RODRIGUES

RECIFE - PERNAMBUCO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 27/11/2015

Gostaria de saber do ilustre Autor da matéria se tenho permissão para divulga-la com os nossos associados através do e-mail de cada um.
Somos uma intituição sem fins lucrativos que atuamos na Região e com maior enfase em Pernambuco.
A instituição por nós presidida chama-se Associação Nordestina da Agricultura e Pecuária - ANAP
E meu nome é Ricardo Ferreira Rodrigues
BRENO ARAUJO DE MELO

CACIMBINHAS - ALAGOAS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 26/11/2015

Ola bom dia a todos. Obrigado a todos pelo apoio.
Para participar e preciso que o programa esteja funcionando em seu estado e que seja formado um grupo de produtores.
Para mais duvidas entre no site: www.fazendaeficiente.com.br. E ligar para os contatos.
Breno de Melo.
MARNE PORTELA RÊGO

BOM CONSELHO - PERNAMBUCO - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 25/11/2015

Parabéns aos que acreditam e fazem este belo trabalho acontecer. Não há preço que pague vermos sertanejos como Zé Moreno, os Cazuzas e tantos outros vivendo dignamente do leite e com qualidade impecável da matéria prima.
VÂNIA ANGELA KOHL

CUIABÁ - MATO GROSSO - INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS

EM 25/11/2015

Parabéns pelo Programa.
JOSE ADILSON ALVES DA SILVA

CRATEÚS - CEARÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 25/11/2015

Parabéns Thiago turma, muito bom.
Elano aqui no Ceara e com essa mesma turma existe o programa "BALDE CHEIO"
ELANO SATIRO DE OLIVEIRA

VÁRZEA ALEGRE - CEARÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 24/11/2015

Muito boa a reportagem. Gostaria de saber se tem este programa no Ceará. Se tem , em qual cidade.
A


MARCOS ANDRÉ AVELINO DO NASCIMENTO

LIMOEIRO DE ANADIA - ALAGOAS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 24/11/2015

Conheço esse trabalho, tem muita seriedade por isso os resultados são positivos. Parabéns a todos!
ANDREW JONES

CANOAS - RIO GRANDE DO SUL - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 24/11/2015

Parabéns para este time de professores, sem dúvida vão trazer renda e dignidade ao sertanejo!!!!
GLAUCIO MANOEL DE LIMA BARBOSA

RECIFE - PERNAMBUCO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 24/11/2015

Prezado,

Excelente matéria. O que faz o pequeno produtor entrar nesse programa?

No aguardo,

Gláucio Lima
MilkPoint AgriPoint