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Entendendo o trabalho de um laboratório de monitoramento da qualidade do leite

POR CLÍNICA DO LEITE

CLÍNICA DO LEITE/AGRO+LEAN

EM 07/02/2014

9 MIN DE LEITURA

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Por Laerte Dagher Cassoli

Em reunião com um grupo de técnicos e produtores que estavam visitando a Clínica do Leite, pude responder a uma séria de perguntas sobre o funcionamento do laboratório e como são obtidos os resultados. Percebi que muitos dos nossos usuários não conhecem de fato todo o trabalho que é realizado, desde o envio o material de coleta, passando pelo recebimento das amostras, realização das análises e, por fim, a disponibilização da informação (relatórios). Já recebemos nos últimos anos vários grupos de visitantes que puderam ver de perto todo este processo, mas certamente existe uma grande maioria que ainda não teve esta oportunidade. Pensando nisso, resolvemos apresentar neste artigo algumas etapas importantes de todo o processo, afinal é a partir dos resultados que o produtor, técnico, indústria e governo realizam as suas ações. Desejo a todos uma excelente leitura.

O primeiro contato

O primeiro contato, seja do produtor ou de uma indústria é feito com um setor específico e focado no atendimento aos usuários e que chamamos de Central de Relacionamento. A equipe deste setor presta todos os esclarecimentos e orientações aos interessados em realizar uma determinada análise laboratorial. Neste momento, encaminha-se uma série de informações, desde o custo das análises, procedimento de coleta de amostras e cadastro. Uma vez confirmado o interesse em realizar as análises, o usuário é cadastro no Portal Clínica, recebendo um login e uma senha de acesso. A partir de então ele está apto a solicitar os materiais para efetuar a coleta das amostras. Todas as interações realizadas com os usuários (troca de e-mails e ligações telefônicas) ficam registradas em nosso sistema para mantermos um histórico deste relacionamento.

Material de coleta solicitado, entra em campo a equipe de Logística Expedição

Com o login e senha de acesso ao Portal Clínica, o usuário já pode solicitar os materiais de coleta necessários (frascos, etiquetas de código de barras), tudo de forma rápida e simples. No caso de fazendas, o produtor poderá também já deixar agendado o envio automático do material de coleta num determinado dia do mês.

Assim que criada a SM (solicitação de material) ela é analisada pela equipe da Central de Relacionamento e em seguida liberada para a equipe da Logística Expedição, responsável por separar e embalar o material de coleta. Para cada SM criada é estabelecido um prazo máximo para envio e há uma meta de envio de 100% dos pedidos dentro deste prazo. O transporte desta SM até o usuário pode ser feito via Correios ou então através do ClínicaLog (serviço de coleta de amostras que falaremos a seguir).


Figura 1. Após solicitação de material ser criada pelo usuário, equipe inicia o preparo do kit de coleta.

A coleta da amostra

De posse do material de coleta, o usuário realiza a coleta das amostras. No caso do produtor, faz-se a coleta de amostras individuais e, no caso de indústrias, coleta-se amostras de tanques, caminhões e silos. Toda as informações necessárias sobre como realizar a coleta são fornecidas por meio de material impresso (manual) e, no caso de indústrias, oferecemos também treinamentos presenciais de capacitações de agentes de coleta. Como já abordamos em artigos anteriores aqui na Revista Leite Integral, a coleta de amostra é o principal gargalo. Se não tivermos amostras bem coletadas, não teremos resultados de análise confiáveis.


Figura 2. Transportadores após treinamento realizam avaliação de conhecimento para emissão da CHAC (Carteira de Habilitação de Agente de Coleta). Por ano, são treinados mais de 1.600 agentes de coleta.


Figura 3. Carteira de Habilitação de Agente de Coleta (CHAC)


Figura 4. Procedimento de coleta de amostras de tanque. Documento com orientação passo a passo.


É fundamental que todos as recomendações sejam devidamente seguidas para que o laboratório possa realizar as análises de forma rápida e eficiente. Se a amostra não vier identificada corretamente, por exemplo, causará atrasos na liberação dos resultados.

Amostra coletada é hora de enviar para o laboratório

O envio pode ser feito através dos Correios (Sedex) ou então por meio do ClinicaLog, serviço especializado de coleta de amostras em veículos refrigerados.

O ClinicaLog foi criado em 2007 para atender à demanda de algumas indústrias que tinham dificuldades para enviar as amostras refrigeradas até o laboratório. Atualmente, contamos com 7 veículos refrigerados, que percorrem todos os meses mais de 70 mil quilômetros, por 8 estados e 160 municípios. Cerca de 90% das amostras de indústrias são transportadas por estes veículos. No caso de amostras de fazenda, foram criados os Pontos de Apoio, locais (geralmente lojas agropecuárias, cooperativas) onde os produtores podem deixar as amostras numa data programada para que o veículo do ClínicaLog recolha e traga para a Clínica do Leite. Os veículos refrigerados têm sua temperatura monitorada por equipamentos eletrônicos, com aferições a cada 15 minutos. Com esse monitoramento podemos nos certificar que a temperatura durante toda a viagem seja mantida dentro do esperado (abaixo de 10oC).


Figura 5. Veículos refrigerados fazem a coleta das amostras nas indústrias e nos pontos de apoio.


Figura 6. Amostras chegam em 48 horas após coleta até o laboratório

Amostra chegou, entre em ação a equipe da Logística Recepção

Assim que as amostras chegam ao laboratório, a equipe de Logística Recepção já cadastrada o lote no Portal Clínica com as informações de data de coleta, recebimento e temperatura de chegada. São em seguida armazenadas em câmaras frias com temperatura entre 1 e 7ºC aguardando para serem analisadas. Cada câmara fria possui termômetro devidamente calibrado e as temperaturas máxima e mínima são aferidas duas vezes ao dia. Em alguns dias, o laboratório recebe mais de 15 mil amostras, todas manuseadas com muito cuidado.

Existem 3 tipos de amostras:

a) Com conservante bronopol: Para análise de Contagem de Células Somáticas (CCS), Composição, Nitrogênio Ureico, Crioscopia, Escore de Autenticidade
b) Com conservante azidiol: Para análise de Contagem Bacteriana Total (CBT)
c) Sem conservante: Para análise de Resíduo de Antibióticos (ABT)

As amostras provenientes de indústrias, vêm obrigatoriamente identificadas com etiquetas com código de barras e as provenientes de animais são identificadas por meio de uma numeração sequencial anotada na tampa dos frascos.

Cada tipo de amostra é direcionada para uma linha analítica específica.


Figura 7. Amostra para ATB, CCS/Composição e CBT. Amostras de indústria são identificadas com etiquetas com código de barras.


Figura 8. Amostras são recebidas pela equipe de logística e acondicionadas em caixas/grades.


Figura 9. Cada lote é cadastrado no Portal Clínica e, em seguida, armazenado em câmara fria.

O processo analítico

Uma vez liberadas para análise, as amostras são direcionadas para as linhas analíticas específicas. A equipe responsável verifica no Portal Clínica todos os lotes disponíveis e a análise é então iniciada pela ordem cronológica de cadastro das amostras no laboratório.

Todas as análises são realizadas através de equipamentos automatizados, de alta capacidade analítica e alta acurácia de resultados. No caso da análise para CCS e Composição, as amostras são previamente aquecidas em banho-maria a 40ºC e para análise de CBT elas são analisadas ainda refrigeradas, não havendo necessidade de aquecimento prévio.


Figura 10. Amostras para análise de CCS e Composição são aquecidas em banho-maria antes da análise.


Figura 11. Equipamento automatizado de análise de CCS e Composição já realiza a leitura do código de barras o que evita erros na identificação da amostra. A capacidade analítica é de 400 amostras/hora.


Figura 12. Equipamento automatizado de análise de Contagem Bacteriana Total. Também realiza a leitura do código de barras de cada amostra, com capacidade analítica de 150 amostras/hora.


Figura 13. Equipamento para análise de ATB (Resíduo de Antibióticos). A leitura do resultado do teste é feita de forma automatizada e padronizada.


Todos os dias pela manhã, cada equipamento passa por uma checagem minuciosa para garantir que está apto para entrar em operação. Depois, durante o processo de análise, são feitas checagens com amostras controle (que possuem um valor definido para cada parâmetro). A checagem é feita a cada 20 amostras para a análise de CBT e a cada 100 amostras para as análise de Composição e CCS. Sempre após a análise de uma amostra controle, o valor observado é comparado com os limites aceitáveis de variação. Por exemplo, vamos imaginar que esta amostra possua um valor conhecido de 3,50% de gordura. Durante a análise, o valor observado poderá variar em +/- 0,07 unidades, ou seja, de 3,43 a 3,57%. Se o resultado da amostra controle estiver dentro desta faixa esperada, reinicia-se o trabalho com as análises.. Contudo, caso o valor fique fora desta faixa, suspende-se as análises para verificação do funcionamento do equipamento pela equipe técnica. Após solucionado o problema, as análises das amostras anteriores são repetidas.


Figura 14. Amostra controle (USP L2 ALTO) para Contagem Bacteriana Total é analisada a cada 20 amostras.

Além da verificação com as amostras controle, é realizada uma aferição da calibração dos equipamentos que realizam as análises de Composição (gordura, proteína, lactose, caseína, nitrogênico ureico, crioscopia) e CCS com o que chamamos de “material de referência”. São amostras analisadas previamente por laboratórios especializados e que servem de referência para os equipamentos. O material de referência para Composição é proveniente atualmente do Canadá e o de CCS é produzido aqui mesmo no Brasil pelo LANAGRO, de Pedro Leopoldo/MG. Com esta verificação e o ajuste da calibração, garantimos que o equipamento está produzindo resultados acurados e precisos.

Muitas outras ações para garantir a qualidade dos resultados são realizadas como teste de repetibilidade, reprodutibilidade, carry-over e interlaboratorial. Todos estes controles são previstos em normas internacionais publicadas pela IDF (International Dairy Federation) e ISO. O laboratório deve portanto aplicar estes procedimentos dentro do seu sistema de controle e garantia da qualidade.

No caso do teste interlaboratorial, o LANAGRO já o realiza para CCS e sólidos totais. Amostras são preparadas por ele e distribuídas para os laboratórios da RBQL, sem ser informado o resultado que deveria apresentar. Cada laboratório realiza as análises e reporta os resultados para o LANAGRO que faz uma avaliação estatística para verificar se os equipamentos dos laboratórios participantes estão apresentando resultados dentro do esperado.

Resultados prontos, hora de transformá-los em informação

Os equipamentos geram arquivos eletrônicos com os resultados das análises que são então importados pelo Portal Clínica. Esta operação de transferência dos resultados é realizada pela equipe de processamento de dados. No caso de indústrias, o laudo com os resultados é gerado automaticamente, sem qualquer intervenção. No caso das amostras de animais, que não possuem código de barras, é realizada a digitação do brinco ou nome de cada animal.

Após esta etapa de transferência de resultados do equipamento para o Portal Clínica, inicia-se a geração automática de vários relatórios. O primeiro gerado é o “Laudo de análise” que é o documento oficial do laboratório e que possui os resultados das análises em forma de listagem. A partir destes dados também são disponibilizados uma série de relatórios analíticos para as fazendas e também para as indústrias, que servirá como fonte de informações para a tomada de decisão. Contudo, somente com o laudo, não é possível fazer uma avaliação precisa do problema (por exemplo, mastite ou nutrição) e, portanto, definir as ações que devem ser tomadas.


Figura 15. Relatório de Avaliação da Sanidade da Glândula Mamária com indicadores importantes como prevalência de mastite, casos novos e crônicos. Ao todo são mais de 20 relatórios para fazendas e 15 para indústrias.

Todo o acesso aos resultados é feito via Portal Clínica. Além da própria indústria, os seus produtores também podem receber um login de usuário e senha para visualizar os seus resultados.

Ainda foi criado um serviço chamado SMSLab, em que o resultado de qualidade do tanque é transmitido via mensagem de texto diretamente ao celular do produtor. Com isso, assim que a análise e o processamento são finalizados, o produtor já recebe os resultados, possibilitando uma ação mais rápida no caso de problemas com a qualidade do leite.


Figura 16. SMSLab, envio de resultado de análise via mensagem de texto diretamente ao celular do produtor. Informação em tempo real para tomada de decisão.


Tentamos neste artigo mostrar um pouco das etapas percorridas, desde o primeiro contato, até o retorno da informação. Esperamos que, após a leitura deste artigo, você leitor, e eventualmente usuário de um laboratório de qualidade do leite, possa ter percebido a complexidade e a responsabilidade envolvida em todo este trabalho.








 

CLÍNICA DO LEITE

Vinculada à ESALQ/USP, a Clínica do Leite é uma instituição sem fins lucrativos que atua em gestão da pecuária de leite, por meio da geração de conhecimento e da formação de pessoas.

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RODRIGO BALDUINO SOARES NEVES

GOIÂNIA - GOIÁS - PESQUISA/ENSINO

EM 04/11/2015

Parabéns Laerte, como sempre muito assertivo em suas colocações.
Bom esclarecimento para os usuários do sistema de controle de qualidade do leite disponibilizado pela RBQL.

Atenciosamente,
Méd. Vet. Rodrigo Balduino Soares Neves
Gerente Técnico do Laboratório de Qualidade do Leite CPA/EVZ/UFG
"Deus é Fiel"

Qualquer dúvida favor entrar em contato:
Telefone:(0xx62) 3521 1623/1624
Fax :(0xx62)3205 1222
E-mail: rbsneves@cpa.evz.ufg.br
Skype: Rodrigo Balduino
Home page: www.lql.com.br
CLÍNICA DO LEITE

PIRACICABA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 10/02/2014

Olá Luciano,
Os laboratórios credenciados junto a RBQL possuem os mesmo equipamentos analíticos. Não existe diferença de metodologias. O LANAGRO de Pedro Leopoldo/MG, é o laboratorio do MAPA responsável pelo monitoramento dos laboratório da RBQL, realizando por exemplo, interlaboratoriais, em que é enviado o mesmo leite para os laboratorios analisarem e reportarem os resultados observados.
Abc,

Laerte
CLÍNICA DO LEITE

PIRACICABA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 10/02/2014

Olá Thiago,
O serviço SMSLab está disponivel para qualquer produtor, independente do seu tamanho. Basta contactar o seu laticinio para que possamos cadastra-lo.
Um abraço,
Laerte
CLÍNICA DO LEITE

PIRACICABA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 10/02/2014

Olá Eduardo,

Agradeço pelo seu comentário, muito importante e pertinente. Entender as variações inerentes ao processo é fundamental. Por exemplo, somente no processo analítico, uma mesma amostra, analisada varias vezes, que apresente gordura de 3,40, pode ter resultados variando de 3,33 a 3,47. Além do componente metrológico, existe a variação natural, ou seja, o quanto de fato varia a composição do leite dia a dia. Por isso, nunca podemos tomar uma ação com base num resultado único. Temos sempre que avaliar a tendência dos resultados. Além disso, temos a questão de amostragem, um outro componente de extrema importância para os resultados e um grande desafio no campo.
Um abraço,
Laerte
LUCIANO MARTINS REDU

ENCANTADO - RIO GRANDE DO SUL - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 10/02/2014

boa tarde laerte!
voce tem conhecimento de que os laboratorios credenciados pelo ministerio (no brasil) para tal função ,exista diferentes metodologias de analises ou ha um padrao ?
THIAGO SÉRGIO DE ANDRADE

SÃO JOÃO DEL REI - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 10/02/2014

Bom dia,

Parabéns pelo excelente e ousado trabalho que vem sendo realizado pela clínica. É nítido que a seriedade é a peça chave para o sucesso do trabalho de vocês.

Gostaria de saber se pequenos produtores tem a opção de receber o resultado de suas análises via celular também, já que ela é mensal e recebida junto a ''conta do leite'' pelo laticínio apenas ao fim do mês.

Muito obrigado

EDUARDO CAPODIFOGLIO

SANTA CRUZ DA CONCEIÇÃO - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 10/02/2014

Laerte, muito bom.
Este artigo auxilia o produtor de leite entender o funcionamento de um laboratório de qualidade do leite.
Informação nunca é de mais, e quanto mais informados, torna-se melhor a relação entre fornecedor-indústria.
Eduardo Capodifoglio.
Laticínos Jamava.
Santa Cruz da Conceição, SP.
EDUARDO AMORIM

PATOS DE MINAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 07/02/2014

Prezado prof. Laerte, boa tarde

Mesmo com todos estes cuidados e todo know how ainda nos deparamos com situações em que há variações acima da margem aceitável, principalmente no que tange a gordura e nitrogênio ureico. E tais variações podem implicar em perdas para o produtor pois podem levar os nutricionistas e profissionais que dão assistência às fazendas a erro, visando corrigir a dieta total com base nos dados das análises. Em fazendas altamente tecnificadas como a nossa e sem mudança de dieta, num sistema de free stall , vagão, aspersores, ventiladores, cow brushes, pisos de borracha, é muito improvável que haja variação de gordura acima de 0,5 em apenas 6 dias. E isto tem acontecido, inclusive com o nitrogênio ureico e mais raramente com proteína. Tenho pedido para nossos funcionários acompanharem sempre o procedimento de coleta pelo leiteiro. E também tenho cobrado dos nutricionistas e veterinários respostas para tais variações.
Isto posto, aproveito mais uma vez a oportunidade para lhe parabenizar pela matéria bastante esclarecedora sobre o trabalho de coleta e análise das amostras de leite. Grande abraço.
Eduardo de Castro Amorim
Fazenda Caatingueiro
Patos de Minas - MG
JOÃO MARCOS GUIMARÃES

CARRANCAS - MINAS GERAIS

EM 07/02/2014

Perfeito. Muito bem explicado. A Clínica do Leite presta um grande serviço ao produtor de leite e à indústria de laticínios.
ROBERTO CALDERIA

SANTO INÁCIO - PARANÁ - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 07/02/2014

Laerte Parabéns

Mais uma vez o artigo mostra a transparência e a seriedade em que a clinica do Leite trabalha.

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