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Transporte de leite: quais são os principais desafios?

POR ELIMAR MOREIRA SOUSA

INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 10/05/2021

9 MIN DE LEITURA

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Há mais de 24 anos, trabalho na cadeia produtiva do leite, mais precisamente no setor de Suprimento de Leite. Passei por quatro importantes estados produtores: Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, e por três grandes empresas do mercado. Com essa experiência aprendi que é fundamental conhecer com muita clareza o tripé que norteia a produção de leiteCusto – Volume – Qualidade.

Cada vez mais o mercado demonstra que esses são os pilares que sustentam o sucesso de profissionais e empresas no setor leiteiro. Quem ignorou o equilíbrio dessa tríade, exigido para manter a sustentabilidade do negócio, ficou pelo caminho.

Fonte adaptada: por Ronleishman/Depositphotos.

 

Primeiramente, gostaria de colocar foco no pilar custo e explorar o transporte de leite a granel. Em um país com dimensões continentais como o Brasil, a logística de coleta de leite é uma operação complexa e desafiadora.

A esse cenário complexo se somam o fato de trabalharmos com o leite, um alimento altamente perecível, estradas de acesso às fazendas em condições precárias — na maior parte das vias utilizadas — e a baixa densidade de produção média na maioria das bacias leiteiras brasileiras. Com isso, os veículos são obrigados a percorrer longas distâncias para efetuar a coleta de leite, o que pode resultar na subutilização do transporte e na elevação dos custos dessa operação.

 

CUSTO = custo do leite + frete + impostos

 

O transporte de leite a granel pode ser feito pelos chamados Transporte de 1° percurso (T1) ou Transporte de 2° percurso (T2). O T1 é o processo de coleta de leite cru nas fazendas produtoras em veículos de tanques isotérmicos com destino ao laticínio e/ou postos de resfriamento. Já o T2 é aquele que refere-se ao transporte do posto até a fábrica, de fábrica para fábrica ou leite spot.

Extremamente complexo e de desafio constante, o frete de T1 ao longo dos nossos mais de 469 anos de atividade leiteira obteve grandes avanços no Brasil, principalmente nos últimos 30 anos, foco da nossa análise. Mas também analisaremos o cenário presente e a projeção futura do setor.

 


Livro comemorativo dos 60 anos da Itambé de 2009.
“Primeira referência ao leite reivindicação do Pe. Manuel da Nóbrega em carta escrita em 1.552 para Ignácio de Loyola”, livro comemorativo Itambé 60 anos de 2009, ou ainda referência no livro de João Castanho Dias “As Raízes Leiteiras do Brasil”, que menciona a chegada de 32 cabeças da Península Ibérica em 1.532 trazidas por Martin Afonso.

 

Desafios históricos do transporte de leite

Na década de 1990, os grandes desafios no transporte de leite eram:

  • Aumentar o volume nas linhas (denominação da época);
  • Construir girais para colocar os latões e capota (toldos) nos veículos de transporte;
  • Manter a qualidade do leite e a limpeza dos latões (custo alto, pouca eficiência);
  • Manter as estradas transitáveis;
  • As coletas eram diárias, sem resfriamento (tanque de expansão) nas fazendas;
  • Dificuldade do produtor armazenar o leite da tarde;
  • Baixíssima densidade;
  • Pequena capacidade dos veículos utilizados;
  • Os controles eram feitos de forma manual;
  • Pouquíssimas análises de gestão.


Fonte: arquivo CCPR.

 

A principal preocupação na época era o custo/litro de leite, fator que ainda hoje é o principal indicador a ser trabalhado. Porém, veremos adiante que temos muitos outros indicadores a serem mensurados de forma eficaz e eficiente, para buscar cada vez mais competividade no custo logístico.

 


Controle das linhas de leite na década de 90, arquivo pessoal do autor.

 

Para ter uma ideia do que estamos falando, a empresa em que eu trabalhava em 1998 possuía um posto de resfriamento de leite com 400 fornecedores e média 150 litros/dia por produtor. O leite chegava na plataforma por vários meios de transporte: carrinho de mão, no lombo de burro, carroça, fusca, rurais, caminhões de carroceria etc.

Essa empresa, na época, figurava entre as três maiores do país e mantinha uma rede de postos de resfriamento com distâncias que chegavam a ser de 30 quilômetros um do outro. Para quem não viveu essa época pode achar estranho, entretanto, a necessidade de baixar a temperatura do leite deixava poucas alternativas.

As empresas se viam obrigadas a ter vários pontos de resfriamento para evitar as perdas de volume por acidez. Com isso, o custo de transporte era muito elevado, pois havia baixo volume nas linhas, longas distâncias das fábricas, coletas diárias e alta temperatura do leite, ocasionando muitas perdas pela acidez.

E a qualidade? O pilar qualidade deve ser ressaltado aqui, pois o tempo da logística, utensílios e equipamentos usados no transporte influenciavam muito na qualidade do leite das fazendas até chegar nas fábricas. 


Fonte: arquivo pessoal do autor, 1998.

 

Qual o custo de toda essa logística?

Os custos com transporte de T1, nos anos de 1996 a 2000 aproximavam dos 12% do preço do leite da época. Atualmente, temos, em média, um custo de 6% a 7% do preço do leite.


Fonte: arquivo pessoal do autor.

 

Virando a chave

A grande mudança na qualidade aconteceu no fim dos anos 1990, quando o sistema de transporte deixou de utilizar latões e passou a usar coleta a granel, resfriando o leite nas fazendas e coletando em caminhões com tanques isotérmicos.

As maiores empresas do setor observaram a necessidade de melhorar a qualidade da matéria-prima, com foco no mercado internacional, na redução dos custos e na gestão mais profissional da cadeia produtiva.

Além disso, as empresas captadoras de leite mantinham o foco em ter mais eficiência no combate às fraudes, reduzir o número de transportadoras no mercado, fazer coletas a cada 48 horas e ganhar eficiência na limpeza de equipamentos. Tais motivos fizeram com que esse processo de mudança fosse acelerado.

Com isso, houve maior importação de tanques financiados diretamente aos produtores, mudando rapidamente os sistemas de recepção das plataformas, sendo que em meados de 2000 as empresas mais relevantes do setor já estavam com 100% do seu leite a granel.


Fonte: arquivo CCPR.

 

Outros aspectos que contribuíram positivamente para essa aceleração foram a expansão da computação e comunicação especializada do setor, excepcionalmente, a criação do Milkpoint no ano de 2000, acontecendo simultaneamente com a revirada mais importante do transporte de leite no país.

Podemos considerar como sendo o maior avanço no transporte de leite, até o momento, a capacidade de volume transportado, chegando a configurações que ultrapassam os 40 mil litros transportados em um único equipamento. Porém, em termos gerais e dentro das nossas realidades, as configurações mais comuns de transporte no país são de 8 mil, 9 mil, 24 mil e 36 mil litros.


Fonte: arquivo CCPR.


Foto: coleta na Fazenda Sekita, arquivo pessoal do autor. 

 

Tecnologia a favor da logística leiteira

Outros pontos importantes foram com a chegada e evoluções dos softwares de monitoramento e gestão, que permitiram a criação de inúmeros indicadores para avaliação. Entre esses indicadores estão: a porcentagem de ocupação por equipamento; densidade diária e acumulada; classificação das rotas com maiores desvios; aderência à roteirização; custos por rota, que permitem acompanhar a execução das rotas em tempo real, gerando informações a todo instante (do volume coletado, temperaturas, ocorrências de não coleta e desvios operacionais).

A gestão de todas essas informações, pode ser feita por meio de um dashboard na tela do computador. O sistema ainda nos permite: enviar as informações da coleta do dia por e-mail ao produtor (assim que o caminhão sai da fazenda e se conecta ao sinal de internet), analisar os custos minunciosamente e fazer simulações buscando melhores trajetos e configurações de equipamentos. Ou seja, um ótimo econômico.


Fonte: CCPR.

 


Fonte: arquivo pessoal do autor.

 

Fonte: controle Interno CCPR.

 


Foto: leitura QR Code fazendas fornecedoras da CCPR.

 

Podemos destacar também a transformação dos antigos motoristas e donos de caminhões em agentes de coleta (profissionalização), a implantação de normas de conduta (testes toxicológicos), o controle da carga horária de trabalho, a uniformização das equipes e a utilização de smartphone para coletas.


Fonte: arquivo pessoal do autor.

 

Outras mudanças importantes são a troca de equipamentos por tempo de uso; a renovação da frota (caminhões com no máximo 5 anos de uso); o maior controle de possíveis fraudes (acompanhamento dos equipamentos em tempo integral); a mudança na forma de pagamento, passando de R$/ litro para pagamento de quilometragem rodada e previsibilidade de chegada ao ponto de coleta e no ponto de descarga.


Fonte: arquivo pessoal do autor.

 

Enxergando oportunidades

Superamos muitos gargalos e paradigmas que ficaram para trás, entretanto, estamos muito longe do ideal, principalmente pensando no potencial que temos de clima, extensão de terra, recursos naturais (destaque para a água) e o grande número de produtores com volumes muito abaixo de sua capacidade de produção e produtividade (oportunidades).

As empresas de laticínios, produtores, técnicos e centros de pesquisas evoluíram muito nesses últimos anos, buscando eficiência, produtividade, qualidade, genética, diversificação de produtos e mercados. Podemos citar o levantamento do Milkpoint Top 100 (grupo maiores produtores do Brasil) de 2001 onde a média dos produtores era de 6.544 litros e, no levantamento de 2020, passou aos incríveis 23.057 litros dia por produtor, aumento de 252,34%.

Contudo, essa não é a realidade da grande maioria de produtores do Brasil. Mesmo com toda a evolução registrada no setor, precisamos destacar os desafios para o futuro, principalmente, na infraestrutura, acesso às fazendas produtoras e a disponibilidade e qualidade da energia elétrica na zona rural, dois itens que influenciam diretamente nos custos logísticos.


Fonte: arquivo pessoal do autor.

Entendemos que esses itens precisam de atenção especial de todos envolvidos na cadeia leiteira (entidades da indústria do produtor, cooperativas, poder público, técnicos e os meios de comunicação).

O setor, por muitas vezes, esquece que o prejuízo causado pela falta de energia e de acesso poderiam ser revertidos em melhores preços ao produtor e resultados das indústrias. Consequentemente, seríamos mais competitivos no mercado internacional.

 


Fonte: arquivo pessoal do autor.

Outros países que são players do mercado de lácteos são altamente eficientes no transporte: têm estradas em perfeitas condições de transitar com veículos pesados com alta capacidade de toneladas por unidade, fazendas produtoras com volumes altíssimos, custos de combustíveis mais competitivos que os nossos, carga tributária mais organizadas e custos baixos.

Sendo assim, todos os envolvidos nesta grande rede produtiva precisam focar nessas questões, cobrar do poder público manutenção das estradas e eficiência no fornecimento de energia elétrica; implementar sistemas que auxiliam o aumento de produtividade das fazendas; bonificar os produtores de acordo com o acesso de sua fazenda (dentro da propriedade), distinguindo tamanho do equipamento toco, truck, reboque, carretas, bitrens e valorizar os que permitem acesso aos equipamentos de maior volume.

Em relação ao custo e à qualidade, é preciso ressaltar que eles devem caminhar na mesma direção. Muitos acreditam que para ter a melhor qualidade é necessário maior custo, o que não é verdade. Podemos ter serviços de alta qualidade e com custos competitivos ao trabalharmos com foco na melhoria contínua de processos, enxergando perdas e pontos de melhoria.


Fonte: arquivo pessoal do autor.

As empresas de transporte e laticínios estão preparadas tecnologicamente com recursos humanos e econômicos para trabalhar com equipamentos bem maiores que os atuais. Os principais gargalos ainda são a dependência de aumento de produtividade, melhores acessos e fornecimento de energia. Sem melhorar e trabalhar esses pontos, não melhoraremos a eficiência no transporte de leite a granel. Acreditamos que estes serão os principais desafios para os próximos anos!

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*Fonte da foto do artigo: por  Krivosheevv/Depositphotos.

ELIMAR MOREIRA SOUSA

Gerente de Captação de Leite da CCPR. Técnico em Agropecuária pela Escola Agrotécnica Federal de Bambuí. Administrador pela Newton Paiva e Especialista em Gestão de Pessoas pela Rehagro.

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YURI ALVES TAVARES

CAMPINA GRANDE - PARAIBA - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 07/06/2021

Realmente melhorou muito o transporte do leite in natura, mas alguns aspectos ainda é uma barreira, para diminuir o custo e melhorar a qualidade do leite ,que ainda é ,com relação ainda são as estradas que dão acesso as propriedades rurais,muito ruins elevando custo e diminuindo a qualidade do leite.
Yuri Alves Tavares
Zootecnista
KENIA CRISTINA SOARES FROIS

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 17/05/2021

Parabéns Elimar! Seu artigo ficou excelente!
LOMANTO ARANTES MORAES

ANÁPOLIS - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 17/05/2021

Parabéns Elimar! Excelente matéria.
TANIA GURGEL RODRIGUES

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 17/05/2021

Muito bom Elimar, contou uma importante história da vida de muitos carreteiros, fazendeiros e funcionários dos Laticinios, vamos torcer para melhorar todos os aspectos desta árdua, mas prazeirosa profissão.
MARCELO PEREIRA DE CARVALHO

PIRACICABA - SÃO PAULO

EM 15/05/2021

Excelente relato, Elimar!
MARCUS VINICIUS CASTRO MOREIRA

PAINEIRAS - MINAS GERAIS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 14/05/2021

Parabéns, Elimar! Excelente matéria!
RENATA APOCALYPSE NOGUEIRA PEREIRA

LAVRAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 13/05/2021

Excelente artigo. Precisamos, pelo menos em Minas Gerais de uma cobrança maior da Cemig. Tenho vários problemas ligados a esta empresa, e por mai que tenha reclamado, eles não se resolvem. A ideia de "luz para todos" se não for com qualidade, de nada adianta. Triste realidade mineira!!! Obrigada pelas informações.
FRANCISCO FERREIRA SOBRINHO

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 12/05/2021

Prezado Elimar, excelente o seu artigo, onde temos um histórico da evolução do transporte de leite e também a sua produção e qualidade. Pode-se observar a rápida evolução, tanto no quesito produção/qualidade, como também e principalmente no sistema de transporte de leite a granel. Tivemos o privilégio de vivenciar esta mudança no final da década de 90 e princípio de 2.000, ano em que implementamos a coleta a granel em todo o Sistema CCPR.
Como você colocou com muita propriedade, ainda tem muita coisa para melhorar!
Parabéns! Uma verdadeira aula de história do setor.
ELIMAR MOREIRA SOUSA

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 12/05/2021

Francisco Sobrinho! MESTRE!!!
Participou ativamente das principais mudanças do setor.
Forte abraço.
CLÁUDIO SAMARA DOS REIS

GOIÂNIA - GOIÁS - INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS

EM 11/05/2021

Gostei do Artigo pois, conta com detalhes o processo de melhoria da logística de captação, transporte e entrega do leite "in natura". Esse é o principal gargalho de qualidade do produto biológico.
ELIMAR MOREIRA SOUSA

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 12/05/2021

Professor Samara que honra ter seu comentário, muita gratidão pelos ensinamentos.
Forte abraço.
ANDRÉ GONÇALVES ANDRADE

ROLIM DE MOURA - RONDÔNIA - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 11/05/2021

Parabéns Elimar.
As oportunidades são imensas, em todos os elos do setor.

A situação parece esbarrar sempre no poder público, que é lento e só anda a reboque. Tomara que isso esteja em curso de mudança de rumos!

Forte abraço!
ELIMAR MOREIRA SOUSA

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 12/05/2021

Obrigado Andre.
Forte abraço.
LUIZ EDUARDO MORAIS

POÇOS DE CALDAS - MINAS GERAIS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 11/05/2021

Parabéns pelo texto amigo Elimar, realmente é um evolução e tanto (do latão no lombo do burro para os caminhões tanques), mas temos muitos problemas pelo caminho, principalmente na épocas das chuvas.
ELIMAR MOREIRA SOUSA

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 12/05/2021

Muito obrigado Luiz você é professor no assunto, grande abraço.
JULIO CESAR BORDINHAO PINTO

MATELÂNDIA - PARANÁ

EM 10/05/2021

Parabens Elimar, excelente abordagem sobre o transporte na captaçao! Apesar de todas as dificuldades, muito bem listadas no seu artigo, o avanço na profissionalização e a tecnologia tem contribuido para um custo logistico competitivo em diversos exemplos no Brasil a fora.
ELIMAR MOREIRA SOUSA

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 10/05/2021

Com certeza Julio, temos bons exemplos, você e doutor no assunto, muito obrigado pelas palavras, conforme coloquei no artigo estamos prepados de recursos, técnicos, humanos e econômicos. Contudo precisamos evoluir muito na infraestrutura (acesso as fazendas) e distribuição de energia de boa qualidade , fatores cruciais para evoluirmos no custo de TI , outros fatores não menos importantes e a produção e produtividade por fazenda, acredito ser os principais desafios de hoje e amanhã.
Forte abraço.
MARCOS KOCH ORTIZ

CASTRO - PARANÁ - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 10/05/2021

Parabéns pela abordagem Elimar.

Contextualizar todo histórico é fundamental para o entendimento de ciclos aos quais o setor produtivo do leite percorre, e que neste caso agrega junto o serviço de transporte de leite, o qual também vem agregando e fidelizando o conceito de profissionalização, eficiência e tecnologia para a gestão dos negócios. Excelentes modelos ja despontam e nos mostram que é capaz evoluir e tornar transparente as rotinas que figuram sobre transporte de leite.

Abraço.
ELIMAR MOREIRA SOUSA

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 10/05/2021

Muito obrigado Marcos, você entende e muito do assunto.
Forte abraço.
MilkPoint AgriPoint