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Enrico Leta, da Yorgus, 'a autenticidade da nossa marca é o nosso grande ativo'

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 05/08/2020

4 MIN DE LEITURA

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Contribuir para uma alimentação verdadeira, produzindo um iogurte que tem compromisso com a origem, nutrição e sabor. Esse é o propósito da Yorgus, empresa brasileira de iogurte grego lançada em 2014 e que se destaca por usar a receita original de fabricação do produto sem conservantes, corantes e sem adição de açúcar. 

Para a 3ª edição do Bate-papo MilkPoint, convidamos Enrico Leta, fundador e CEO da Yorgus. A conversa, que ocorreu entre Enrico e Marcelo Pereira de Carvalho, CEO da AgriPoint, abordou temas interessantes para o setor lácteo no Brasil. Além de prezar pelo mercado clean label, a Yorgus também se preocupa com o paladar do consumidor: para produzir 1 quilo de Yorgus são dessorados quatro litros de leite. Segundo a marca, o resultado é muito mais cremosidade e três vezes mais proteína que um iogurte normal. Também é importante ressaltar que as vacas que fornecem o leite para a produção da Yorgus são criadas a pasto. 

Confira abaixo o vídeo completo:

Highlights da entrevista:

“Nosso crescimento está aceleradíssimo nos últimos 6 anos, o produto foi muito bem aceito no mercado e creio que um dos motivos seja principalmente o pilar clean label, em tradução livre, o rótulo limpo. Acreditamos em alimentos com ingredientes simples e naturais, e isso ajudou a gente a chegar até aqui”

“Focamos sempre em inovação e fomos pioneiros no iogurte proteico no Brasil”

“Estamos hoje nos 26 estados do Brasil, em milhares de ponto de venda, em todos os maiores varejistas do país e expandimos a nossa linha para mais de 30 SKUs (Stock Keeping Unit)”

“Lançamos o primeiro iogurte dessorado bebível do Brasil, o Yorgus ULTRA, destinado para quem pratica atividade física”

“Temos hoje 150 funcionários e a nossa indústria fica em Valença/RJ. Nossos escritórios ficam no RJ e em SP. Estamos vendo uma evolução grande em todos os aspectos, e sempre, crescendo e aprendendo”

“Somos 100% independentes e essa é uma informação que temos orgulho. Fomos crescendo com capital próprio mesmo nesse ritmo acelerado. Não temos nenhum investidor e nenhum capital externo”

“A inovação está baseada em dois pilares: escutar o consumidor (não só na nossa categoria) e a observação das referências externas. Viajamos muito, principalmente para os Estados Unidos, em busca de tendências alimentares, trazendo ao Brasil o que vemos de legal”

“Estamos atrás ainda em inovação com relação aos Estados Unidos no meu ponto de vista. O ambiente no Brasil é muito desfavorável para o produtor de alimentos e de lácteos. Não temos incentivo e situações que facilitem a vida do empreendedor”

“Nos comunicamos muito com o consumidor via embalagem, inclusive, os nossos diferenciais. Usamos muito também as mídias sociais e fomos muito felizes no timing da nossa empresa, pois foi quando o Instagram começou a ganhar mais popularidade. Aproveitamos a parceria com influenciadoras, tendo acesso a milhares de pessoas, isso ajudou muito a alavancar a marca no Brasil inteiro”

“Ainda temos muito o que fazer no espaço dos lácteos, mas, talvez exploremos outros setores também no futuro”

“Nos preocupamos com a origem da matéria-prima e por isso, compramos o nosso leite de mais de 300 produtores da região que têm o perfil de possuírem fazendas familiares, com animais criados a pasto e em modelos sustentáveis”

“Fomos uma das primeiras empresas a comunicar que o nosso leite é oriundo de vacas a pasto. Sabemos intuitivamente que é um conceito totalmente ligado à nossa marca e um dos diferenciais da Yorgus”

“Queremos ter um impacto na vida dos consumidores e se a gente ver as grandes empresas fazendo isso também, será maravilhoso, porque estão contribuindo com essa missão também, por exemplo, na redução dos aditivos dos seus produtos”

“Priorizamos sempre pela autenticidade da marca, o que para nós, é um grande ativo. O modelo para criação de uma marca mudou. Somos sempre fiéis as nossas crenças”

“Hoje os nossos maiores concorrentes são os produtos convencionais”

“Lançamos o nosso e-commerce no ano passado e venho estudando sobre a possibilidade a bastante tempo por achar que o modelo será de grande relevância no futuro. Decidimos fazer um teste com o intuito de ver como funcionaria e conhecer melhor o nosso consumidor. Com a pandemia, o canal cresceu muito e o que vemos: que marcas fortes que possuem uma proposta clara de valor, têm uma grande oportunidade sim”

“A pandemia afetou nosso negócio sim, visto que a frequência de compras dos consumidores diminuiu e as academias fecharam. Mas, começamos a sentir uma recuperação lenta. Fomos impactados, mas nossa indústria continuou rodando, com toda a equipe, não podemos reclamar. Não tivemos nenhum caso de covid na equipe, testamos todos os colaboradores. Estamos saindo melhor do que quando entramos”

“Empreender no Brasil é difícil e poucos se habilitam, mas com certeza há muitas oportunidades". 

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