O leite de vaca consiste em dois tipos de proteína: proteínas do soro de leite e caseína. A beta-caseína é o tipo de caseína mais abundante. Originalmente, todas as vacas produziam beta-caseína A2. Com a evolução, uma mutação genética natural resultou em vacas produzindo beta-caseína do tipo A1. A migração e a domesticação do gado contribuíram para uma população mista que produz A1, A2 ou ambos os tipos de beta-caseína. Hoje em dia, a maior parte do leite contém beta-caseína A1 e A2.
A indústria de laticínios está dando um passo à frente ao oferecer aos consumidores a opção de comprar leite A2 verificado. Atualmente é entregue em diferentes formas, como líquido, pó e fórmula infantil.
O kit de leite DNAFoil A1 da SwissDeCode detecta especificamente o alelo A1 do gene da beta-caseína e inclui todo o material necessário para preparar o DNA de uma amostra de leite, para amplificar a sequência de DNA específica e detectar o produto de amplificação. Ele fornece resultados claros, confiáveis e facilmente interpretáveis em menos de 50 minutos.
“A solução que estamos lançando mostra que testes rápidos baseados em DNA podem ser usados para detectar adulteração e contaminação, mas também para realizar controle de qualidade de produtos em segmentos premium”, disse Brij Sahi, CEO e cofundador.
As informações são do Dairy Reporter, traduzidas pela equipe do MilkPoint.