A segunda medida é analisar o estoque de vacas e o descarte de animais menos produtivos. E tentar gerar caixa sem quebrar a produção futura, ou mesmo aumentar lá na frente, com o descarte de novilhas e bezerras que poderiam ser incorporadas à produção. Nesse ponto, o economista da Embrapa chama a atenção porque nesse descarte é preciso avaliar uma possível retomada da produção. “Se a estratégia no volume de descartes não for equilibrada, o produtor pode levar até 4 anos para recompor o rebanho e isso não é bom”, afirma ele.
A terceira medida é manter o diálogo aberto com o laticínio ou cooperativa. “Estar perto da indústria, nesse momento, é importante para monitorar a rentabilidade e tomar decisões”, diz Carvalho. Ele dá como exemplo algum tipo de ajuda, como financiamentos, levantamento de caixa e até compras de insumos.
As informações são do Portal DBO, adaptadas pela Equipe MilkPoint.
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