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Vacas anovulares: etiologia, fatores de risco e manejo - Parte 3

POR RICARDA MARIA DOS SANTOS

E JOSÉ LUIZ MORAES VASCONCELOS

JOSÉ LUIZ M.VASCONCELOS E RICARDA MARIA DOS SANTOS

EM 25/11/2010

14 MIN DE LEITURA

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Este texto é parte da palestra apresentada por José Eduardo Portela Santos, no XIV Curso Novos Enfoques na Produção e Reprodução de Bovinos, realizado em Uberlândia em março de 2010.

Para ler a primeira parte do artigo, clique aqui.

Para ler a segunda parte do artigo, clique aqui.

Impacto no Desempenho Reprodutivo

Como estas vacas não estão ciclando, é esperado que haja atraso no primeiro cio pós-parto e, consequentemente, na primeira IA. Isso acaba estendendo o intervalo entre o parto e a primeira IA, o que prejudica o desempenho reprodutivo do rebanho. Vacas de leite de alta produção, principalmente aquelas alojadas em pisos de concreto têm cios de curta duração e de atividade reduzida (Lopez et al., 2004). Portanto, quando anovulares, estas vacas acabam dificultando ainda mais o manejo reprodutivo de rebanhos que dependem de detecção de cio para IA.

Quando se utiliza programas de sincronização de ovulação, uma das características é que essas vacas acabam ovulando no momento da IA o folículo dominante da 1ª onda de crescimento folicular (Figura 2).



Figura 2. Padrão de crescimento folicular de vacas anovulares submetidas a programas de sincronização de ovulação como o Ovsynch (Bisinotto et al., 2010).

Não só essas vacas não tiveram exposição prévia à progesterona, mas também elas desenvolvem o folículo ovulatório sob baixas concentrações de progesterona (Bisinotto et al., 2010). O desenvolvimento do folículo ovulatório sob baixa concentração de progesterona afeta a composição do líquido folicular (Cerri et al., 2008a, 2008b), aumenta a responsividade do endometrio para liberaração de PGF2alfa, o que acaba aumentando o risco de ciclos curtos (Cerri et al., 2008a, 2008b), e altera a qualidade embrionária (Rivera et al., 2009). Eventualmente, a inseminação de vacas cujo folículo ovulatório é o da 1ª onda de crescimento acaba reduzindo a probabilidade de prenhez (Bisinotto et al., 2010).

É interessante notar que vacas anovulares tiveram menor probabilidade de prenhez que as cíclicas que desenvolveram o folículo ovulatório sob baixas concentrações de progesterona (Tabela 3).

Tabela 3. Efeito da atividade cíclica e concentração de progesterona durante o crescimento do folículo ovulatório sobre a fertilidade de vacas de leite (Bisinotto et al., 2010)



1 Anovular = vacas com progesterona < 1 ng/mL em duas amostras coletadas com intervalo de 7 to 14 d, sendo que a segunda amostra foi coletada no dia do 1º GnRH do programa de sincronização; Cíclica-Baixa = vacas cíclicas mas com progesterona < 1 ng/mL no dia do 1º GnRH do programa de sincronização. Cíclica-Alta = vacas cíclicas e em diestro (progesterona ≥ 1 ng/mL) no dia do primeiro GnRH do programa de sincronização.
2 Vacas não gestantes e re-inseminadas entre 4 e 17 d após a IA anterior.

Não só as vacas anovulares têm menor probabilidade de prenhez após a 1ª IA pós-parto, mas elas também apresentam mais baixa taxa de prenhez (Walsh et al., 2007) durante toda a lactação, e maior risco de perda de gestação que as cíclicas (Santos et al., 2004), apesar desta resposta nem sempre ocorrer (Santos et al., 2009).

Prevenção e Estratégias Terapêuticas para o Manejo de Vacas Anovulares em Rebanhos Leiteiros

Tendo em vista os fatores de risco para atraso na atividade cíclica pós-parto, é óbvio que a o manejo do parto para reduzir o risco de distocia, a prevenção de doenças do periparto, e minimizar as perdas de condição corporal são pontos crítico para que vacas de leite voltem a ovular antes do final do período voluntário de espera. A formulação de dietas pré-parto e de início de lactação que estimulem o maior consumo de energia é importante. A prevenção de doenças do metabolismo mineral como a hipocalcemia é de bom senso.

Gong et al. (2002) demonstraram que o consumo de dietas com maior concentração de amido, dietas supostamente glicogênicas, aumentam a concentração de insulina no início da lactação e aceleram o processo de restabelecimento da atividade ovulatória ovariana. Entretanto, é necessário ter cautela com excesso de carboidratos fermentescíveis no rúmen que favoreçam a produção excessiva de propionato. Sabe-se que o propionato é o agente hipofágico mais potente em bovinos (Allen et al., 2009). Portanto, apesar de ser importante o fornecimento de dietas com alta densidade energética no início da lactação, o consumo em excesso de fontes de amido de alta digestão ruminal pode ser deletério a ingestão de matéria seca e ao consumo total de energia pela vaca.
Provavelmente, o ponto mais importante é assegurar que a vaca tenha disponível e seja capaz de consumir a maior quantidade de alimento possível, ao mesmo tempo em que seja implantado um programa agressivo para controle e tratamento de doenças comuns do pós-parto.

Uma maneira de minimizar o impacto de vacas anovulares na fertilidade do rebanho é atrasar o início da IA prolongando o período voluntário de espera. Está claro que por atrasar a 1ª IA, a prevalência de vacas anovulares no início do período de inseminação será menor e, consequentemente de menor importância. Chebel et al. (2006) demonstraram que cerca de 30% das vacas anovulares no dia 49 pós-parto se tornaram cíclicas no dia 62 pós-parto. Da mesma maneira, Lopez et al. (2005) também observou as vacas anovulares no dia 71 pós-parto iniciaram ciclicidade aos 100 dias pós-parto. Apesar do atraso na 1ª IA ser uma estratégia para contornar o efeito da falta de ciclicidade na fertilidade de vacas leiteiras, isso não significa que haja um benefício efetivo para o desempenho reprodutivo do rebanho. De maneira geral, é necessário um aumento na probabilidade de prenhez à IA de 8 a 10 unidades percentuais para cada 3 semanas de atraso na 1ª IA pós-parto (Santos et al., 2007). Além disso, o atraso na 1ª IA requer maior controle sobre o programa reprodutivo e exige a implantação de programas de IA em tempo fixo para evitar que a baixa taxa de detecção de cio, típica de vacas de leite, venha a comprometer a taxa de prenhez.

O tratamento com 100 µg de GnRH (gonadorrelina) induz a ovulação em mais de 80% das vacas sem CL (Galvão et al., 2007; Gümen et al., 2003). Portanto, a maneira mais eficaz de induzir um CL em vacas anovulares é um simples tratamento com GnRH. Uma outra estratégia é o uso de suplementação com progesterona. Tratamento de vacas anovulares com dispositivos intravaginais contendo progesterona como o CIDR é eficaz em restabelecer o processo ovulatório em vacas anovulares (Gümen e Wiltbank, 2005b). Gümen e Wiltbank (2005b) demonstraram que o tratamento com o CIDR por 3 dias induziu ovulação em todas as vacas tratadas. Em ensaios de campo com centenas de vacas anovulares, o tratamento com CIDR por 7 dias induz ciclicidade em apenas 50 a 55% das vacas anovulares (Cerri et al., 2009; Chebel et al., 2006). No entanto, induzir ovulação apenas elimina o estado anovulatório, mas não leva ao objetivo final que é o de inseminar a vaca e torná-la gestante.

Com o advento de programas de sincronização de ovulação e IA em tempo fixo, é atrativo considerar a sua implantação para o tratamento de vacas anovulatórias, ao mesmo tempo que esta tem a possibilidade de ser inseminada e se tornar gestante. DeVries et al. (2006) indicou que o uso do programa Ovsynch foi economicamente superior ao uso de dispositivos com progesterona e observação de cio para o tratamento de vacas anovulares.

Uma estratégia é a combinação do uso de IA em tempo fixo com suplementação com progesterona via CIDR para vacas anovulares. Seis experimentos avaliaram a efetividade do uso da suplementação com progesterona durante a IA em tempo fixo de vacas de leite anovulares (Tabela 4). Em apenas um deles, a prenhez sofreu um aumento estatístico (Stevenson et al., 2008). Compilando os dados de todos os experimentos, a mudança geral em prenhez de vacas anovulares submetidas a IA a tempo fixo com CIDR foi um aumento de 4,9 unidades percentuais (32,3 vs. 27,4%).

Tabela 4. Efeito do uso do CIDR durante o programa de IA a tempo fixo em vacas anovulares sobre a probabilidade de prenhez na 1ª inseminação pós-parto



Outra estratégia é o uso de métodos de presincronização que induzam a ciclicidade antes do momento da vaca iniciar o programa de sincronização de ovulação. Esses programas envolvem um maior uso de tratamentos hormonais, mas a expectativa é que um maior número de vacas iniciem o programa de IA em tempo fixo no início do diestro.

Chebel et al. (2006) incorporaram o uso do CIDR durante o programa de pré-sincronização do ciclo estral e o programa Ovsynch foi iniciado 13 dias após a remoção do CIDR. Os autores concluíram que, apesar do uso do CIDR aumentar a proporção de vacas cíclicas no início do programa Ovsynch, ele não melhorou a fertilidade das vacas na 1ª IA pós-parto. Resultados similares foram observados por Bicalho et al. (2007).

Uma segunda opção é induzir ovulação com GnRH antes do início do programa Ovsynch. A expectativa é que o uso de GnRH irá induzir ovulação e pré-sincronizar melhor o ciclo estral antes do início de programas como o Ovsynch (Bello et al., 2006). A tabela 5 traz um resumo do resultado de vários estudos que manipularam o programa de pré-sincronização antes do início do Ovsynch sobre a probabilidade de prenhez na 1ª IA pós-parto. As diferenças entre tratamentos foram pequenas. De maneira geral, o uso de PGF2a seguida de GnRH, com inicio do programa Ovsynch 6 a 7 dias mais tarde não foi superior ao uso de PGF2a somente (Galvão et al., 2007; Ribeiro et al., 2009). De fato, mesmo quando comparado com o tratamento sem pré-sincronização, o uso de GnRH teve eficácia limitada em melhorar a fertilidade (Bello et al., 2006; Peters e Pursley et al., 2002).

Um método mais promissor é o uso do Ovsynch duplo, ou seja, submeter a vaca a dois programas de Ovsynch e inseminá-la somente no final do segundo programa. Souza observou que o uso desse programa melhorou a fertilidade de vacas de leite quando comparado com o programa de pré-sincronização tradicional baseado em 2 doses de PGF2a. Em estudo recém completado, Ribeiro et al. (2010) comparou a mesma estratégia em mais de 1.300 vacas em 3 rebanhos em sistema de pastejo e não observou melhora geral na fertilidade. Entretanto, nas 162 vacas anovulares, o uso do Ovsynch duplo foi superior (P = 0,07) à pré-sincronização com PGF2alfa somente [40,0 (30/75) vs. 26,4% (23/87].

Tabela 5. Efeito de vários métodos de pré-sincronização do ciclo estral na prenhez após a 1ª IA pós-parto em vacas de leite



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RICARDA MARIA DOS SANTOS

Professora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Uberlândia.
Médica veterinária formada pela FMVZ-UNESP de Botucatu em 1995, com doutorado em Medicina Veterinária pela FCAV-UNESP de Jaboticabal em 2005.

JOSÉ LUIZ MORAES VASCONCELOS

Médico Veterinário e professor da FMVZ/UNESP, campus de Botucatu

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