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Consumo de leite nos primeiros dias de vida como preditor de desempenho de bezerras leiteiras

POR CARLA MARIS MACHADO BITTAR

E GERCINO FERREIRA VIRGINIO JUNIOR

CARLA BITTAR

EM 28/02/2020

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A saúde e o crescimento de bezerras em aleitamento são questões importantes para os produtores de leite. O baixo ganho de peso antes do desaleitamento pode aumentar a idade no primeiro parto e reduzir a produção de leite. A morbidade e a mortalidade de bezerros também podem reduzir a produção e a lucratividade posterior e são importantes questões de bem-estar. Dessa forma, detectar bezerros com crescimento lento ou não saudável desde o nascimento seria bastante útil.

A baixa ingestão de leite é um bom indicador do status de saúde e pode ser um sinal de crescimento inadequado no futuro. Durante os primeiros dias de vida, existem grandes diferenças na ingestão de leite, mesmo entre os bezerros que recebem a mesma quantidade de leite, mas as consequências disso para o crescimento e a saúde posteriores não são conhecidas. O fornecimento convencional de leite, 8 a 10% do peso corporal, pode levar a perdas de peso durante os primeiros dias de vida, que são menos prováveis de serem vistas quando os bezerros são alimentados ad libitum. Sabe-se muito das consequências da baixa ingestão de colostro durante o primeiro dia de vida, da ingestão total de concentrado e das taxas de crescimento antes do desaleitamento. No entanto, pouco se sabe das consequências a longo prazo da baixa ingestão de leite durante os primeiros dias de vida.

O vigor da bezerra também pode ser um indicador potencial de desempenho posterior. Bezerras com baixo vigor têm maior probabilidade de morrer antes do desaleitamento e têm menor ingestão de colostro. Este parâmetro pode ser avaliado pela capacidade do bezerro recém-nascido de permanecer em pé após o parto sem assistência humana e existe correlação positiva entre o tempo gasto em pé na primeira hora após o nascimento e a ingestão de colostro. Até agora, as pesquisas se concentraram no vigor da bezerra ao nascimento, mas o vigor por um período mais longo pode ser tão ou mais importante na previsão de desempenho. Tecnologias recentes agora permitem que o tempo gasto em pé seja medido automaticamente, o que poderia facilitar a avaliação por um período mais longo.

Pensando nisso, de Passillé e seus colegas (2016) conduziram um experimento no Canadá para avaliar a ingestão de leite de bezerros durante os primeiros dias de vida e examinar a relação entre essa variável e o vigor, além da subsequente ingestão de alimentos durante o aleitamento, avaliando o crescimento e saúde.

Os pesquisadores utilizaram 130 bezerros da raça Holandesa, alojados em baias individuais (2,0 × 1,1 m, com cama de serragem no concreto) alimentados com mamadeira com pelo menos 4 L de colostro em uma única refeição dentro de 6 horas após o nascimento. Somente bezerros com proteína sérica > 5,5 g/dL foram incluídos para evitar doenças pela ingestão inadequada de colostro.

Entre os dias 2 e 5 de idade, foi fornecido leite de descarte pasteurizado a vontade aos bezerros, através de acesso contínuo ao leite, fornecido em baldes de plástico conectados por uma mangueira ao bico, com leite fresco servido aproximadamente as 09:00 e 15:00 horas. As recusas de leite, leite deixado no balde no próximo fornecimento, foram registradas, pesando cada balde. Não foi fornecida água ou ração inicial dos dias 2 a 4 de idade. Aos 5 dias de idade, os bezerros foram mochados com pasta cáustica após sedação com xilazina. Para medir a atividade dos bezerros, 60 deles foram equipados com um acelerômetro triaxial no dia 1 na lateral das patas traseiras. O acelerômetro foi ajustado para registrar a posição da bezerra a cada minuto.

Aos 6 dias de idade, os bezerros foram transferidos para piquetes de 7 m × 4,68 m, com área de descanso com cama de serragem (4,47 m × 4,68 m) e pisos de metal expandido revestidos a plástico (2,53 m × 4,68 m) em frente aos alimentadores. Eles foram mantidos em grupos de oito indivíduos. Os bezerros foram alimentados com leite e concentrado a partir de alimentadores automáticos. Os bezerros podiam consumir até 12L/dia de leite pasteurizado (médias de rebanho de 3,97% de gordura, 4,10% de proteína, 3,30% de lactose de amostras de tanques) a 40 °C e tiveram livre acesso a concentrado texturizado (PB = 17,9% na MS). Feno (MS = 90,8%; PB = 15,1%; FDN = 51,1%; FDA = 33,6%) e água estavam disponíveis a vontade também em sistemas que pesavam a ingestão de cada bezerro em cada refeição. Os bezerros foram desaleitados de várias maneiras, mas foram incluídos apenas bezerros que começaram o desaleitamento após 28 dias de idade.

Cada dia de tratamento de doença foi registrado para cada bezerro. O tratamento foi realizado por uma equipe que não sabia quais eram os objetivos do experimento, para evitar possíveis interferências. Uma solução reidratante foi administrada a bezerros com diarreia. Foi fornecido tratamento respiratório bovino a bezerros com doença respiratória. Os bezerros com doenças mais graves (por exemplo, infecção respiratória e diarreia) foram tratados conforme recomendações veterinárias. O peso ao nascer e o peso aos 28 dias de idade foram registrados em uma balança portátil.

O crescente interesse em programas de “crescimento acelerado” e a descoberta de uma ligação entre o ganho de peso durante o aleitamento e o potencial de produção futuro de leite, fez com que várias pesquisas fossem conduzidas para entender os padrões de ingestão de leite de bezerros até o desaleitamento. No entanto, poucos estudos descreveram o consumo voluntário de bezerros nos primeiros dias após o nascimento.

A Tabela 1 mostra a distribuição dos valores em percentil para a consumo real de leite (L) nos dias 2 a 4 e a ingestão média de leite dos dias 2 a 4 corrigida pelo peso ao nascer. Houve grande variação entre os bezerros na quantidade de leite ingerida, mesmo quando corrigida para o peso ao nascer. A ingestão de leite no dia 4 foi ligeiramente correlacionada com o peso ao nascer (r = 0,23; n = 127; P = 0,01), mas os bezerros com menor ingestão de leite no dia 4 não foram necessariamente os maiores ou os menores (Fig. 1). A ingestão de leite no dia 2 foi correlacionada apenas moderadamente com a ingestão no dia 3 (r = 0,47; n = 125; P <0,001) e no dia 4 (r = 0,28; n = 124; P <0,01). Somente uma minoria de bezerros cuja ingestão de leite estava abaixo do percentil 25 no dia 2 continuou com baixa ingestão de leite no dia 4 (fig. 2). Um número de bezerros cuja ingestão de leite estava abaixo do percentil 25 no dia 4 teve uma ingestão média ou considerável no dia 2 (fig. 2).

Tabela 1 - Distribuição dos valores (mínimo, máximo, mediana e percentis 10, 25, 75 e 90) entre bezerros para ingestão de leite nos dias 2 a 4, peso ao nascer, ganho médio diário (GMD) do nascimento ao dia 28, peso no dia 28 e medidas de atividade dos dias 2 a 4.

A Tabela 1 também mostra a duração média diária do tempo gasto deitado, a frequência de episódios em pé e a duração média dos episódios em pé e deitado entre os dias 2 e 4. Houve um grau de variação entre os bezerros em todas as medidas. O peso ao nascer não se correlacionou significativamente com nenhuma medida de atividade (P> 0,10). No entanto, a duração média dos episódios deitados no dia 2 foi correlacionada negativamente com a ingestão de leite no dia 2 (r = -0,27; n = 57; P = 0,04), com tendência semelhante para o dia 4 (r = -0,24; n = 59; P = 0,07). Nenhuma outra medida de atividade foi correlacionada com a ingestão de leite (P> 0,10).

Os resultados encontrados neste trabalho reforçam resultados anteriores, mostrando que até bezerros muito jovens, dentro de 4 dias após o nascimento, são capazes de beber quantidades consideráveis de leite. Aos 2 dias de idade, metade dos bezerros bebia mais de 4,9 L. A quantidade consumida aumentou nos dias subsequentes, com metade dos bezerros bebendo mais de 7,9 L no dia 4 e os 25% mais altos entre 9,5 e 13 L / dia.

Muitos bezerros são alimentados com cerca de 4 L/dia de leite ou sucedâneo (cerca de 10% do peso corporal) na primeira semana após o nascimento, e estes resultados mostram que esse valor corresponde à ingestão voluntária de menos de 50% dos bezerros no dia 2 e menos de 10% dos bezerros no dia 4. Claramente, as quantidades de leite ou sucedâneo convencionalmente fornecidas aos bezerros ficam bem abaixo da ingestão voluntária, mesmo nos primeiros dias após o nascimento.

Fig. 1. Peso ao nascer e consumo de leite no dia 4 de cada bezerro. Cada ponto representa um bezerro individual (r = 0,23; n = 127; P = 0,01).

Há variabilidade considerável entre os bezerros em quanto leite eles consomem quando o acesso livre é permitido. O peso ao nascer teve surpreendentemente pouco efeito na ingestão de leite, exceto no dia 4. Curioso que os bezerros com menor ingestão de leite no dia 4 eram bezerros de tamanho médio, em vez de serem muito grandes ou muito pequenos. Além disso, houve muita variação entre os bezerros na ingestão de leite quando isso foi expresso como uma porcentagem do peso ao nascer. Isso mostra que as recomendações para ajustar a quantidade de leite por peso ao nascer, por exemplo entre 10 e 15% do peso corporal, não correspondem adequadamente a relação entre peso corporal e ingestão de leite. Houve persistência no dia-a-dia nas diferenças individuais na ingestão de leite, uma vez que a ingestão no dia 2 foi correlacionada com a ingestão nos dias 3 e 4. No entanto, essas correlações foram relativamente pequenas.

Um parto difícil pode ser uma das principais causas de baixa ingestão de leite durante os primeiros dias de vida. A distocia leva a um baixo vigor no nascimento e os bezerros provenientes de partos distócicos levam mais tempo para ficar em pé, sugar e consumir quantidade suficiente de colostro. No entanto, embora os efeitos da distocia na ingestão de leite devam ser mais aparentes durante o dia 2, foi observado que a maioria dos bezerros do quartil mais baixo do dia 2 tiveram ingestão média ou acima da média no dia 4 e apenas uma minoria continuou com baixa ingestão até o dia 4, sugerindo que alguns bezerros se recuperem de problemas iniciais, como distocia, lesão durante o parto ou outros problemas de desenvolvimento.

Fig. 2. Consumo de leite no dia 2 e consumo de leite no dia 4 de cada bezerro individual. As linhas tracejadas representam o 25º percentil para ambas as variáveis. Cada ponto representa um bezerro individual.

Existem grandes diferenças entre e dentro das fazendas no que se refere as taxas de crescimento de novilhas antes do desaleitamento e a alimentação à vontade é um dos fatores para esta variabilidade. Observou-se uma variação considerável no ganho médio diário (GMD) até o dia 28 (0,07 a 1,18 kg/d), o que pode estar relacionada à ingestão precoce de leite. Há relação entre a ingestão de leite no dia 4 e o ganho de peso até o dia 28. Quando os efeitos do peso ao nascer foram contabilizados, os bezerros com menor ingestão de leite no dia 4 estavam crescendo em média 16-17 g/dia a menos que os bezerros com consumo mais alto. Também foram encontradas diferenças consideráveis entre os bezerros no consumo de energia dos dias 6 a 28 que foram correlacionados com o consumo de leite no dia 4. Curiosamente, a quantidade de leite consumida no dia 4 foi correlacionada com o peso corporal no dia 28, mesmo quando o peso ao nascer e a ingestão de energia para os dias 6 a 28 foram contabilizados.

Em média, os bezerros jovens se deitam por mais de 80% do tempo (19,2h/24h), mas houve alguma variação, de 73 a 94%. Bezerros que tiveram dificuldade para permanecer em pé durante a primeira hora após o nascimento consumiram menos colostro. No entanto, não foi encontrado nenhuma forte relação entre a ingestão de leite durante os primeiros 4 dias e os níveis de atividade dos bezerros. Também não houve associação entre o tempo total gasto em pé e a ingestão de leite, embora os bezerros que se deitem por períodos mais longos tenham consumido um pouco menos. Baixa atividade durante os dias 2 a 4 não foi associada ao GMD reduzido ou aumento do risco de doença durante as quatro semanas subsequentes.

Parte da variabilidade nas taxas de crescimento pode refletir a ocorrência de doenças. A doença na bezerra pode aumentar os custos da criação e há evidências crescentes de consequências a longo prazo, como redução na produção de leite e atraso no parto. Durante o período experimental, um bezerro morreu aos 22 dias de idade. Apenas um bezerro foi tratado por doença (diarreia) antes do dia 6, e 21 bezerros foram tratados do dia 10 ao 28 de idade. Quatorze bezerros foram tratados para diarreia, 9 bezerros foram tratados por problemas respiratórios e três tratamentos para bezerros não foram registrados. A maioria dos bezerros foi tratada apenas por 1 ou 2 dias. Os bezerros tratados tenderam a ser aqueles com menores pesos ao nascer do que os não tratados, embora a diferença não tenha sido significativa (Tabela 2). Quando o peso ao nascer foi incluído como covariável, os bezerros tratados foram aqueles que ingeriram menos leite nos dias 2, 3 e 4 (Tabela 2).

Tabela 2 - Diferenças entre os bezerros tratados e os não tratados por doença entre os dias 6 e 28.

Os bezerros tratados e não tratados não diferiram em nenhuma medida de atividade dos dias 2 a 4 (P> 0,10). A Tabela 1 mostra a distribuição dos valores para GMD dos bezerros. Para os bezerros que não foram tratados por doença, o GMD dos dias 0 a 28 foi correlacionado positivamente com a ingestão de leite no dia 4 (r = 0,29; n = 94; P = 0,005), mas não com a ingestão de leite nos dias 2 ou 3 (P > 0,10). Quando a regressão múltipla foi usada para remover o efeito do peso ao nascer, o GMD residual ao dia 28 foi correlacionado positivamente com a ingestão de leite no dia 4 (r = 0,27; n = 94; P = 0,01). A ingestão de leite no dia 4 foi correlacionada com a ingestão de ED dos dias 6 a 28 (r = 0,25; n = 94; P = 0,01). A análise de regressão mostrou que o peso corporal no dia 28 poderia ser previsto a partir da ingestão de leite no dia 4 (P = 0,03), quando a ingestão de ED dos dias 6 a 28 e o peso ao nascer foram forçados para ser incluído no modelo. O GMD dos dias 0 a 28 não se correlacionou com nenhuma medida da atividade dos bezerros (P <0,10).

Curiosamente, os bezerros tratados por doenças tiveram uma menor ingestão de leite no dia 4. Os bezerros tratados por doenças também tenderam a ser menores no nascimento, mas mesmo quando o peso ao nascer foi considerado, as diferenças na ingestão de leite no dia 4 eram menores, mas ainda aparentes.

Em um estudo correlacional como este, não se pode determinar as relações causais entre a ingestão precoce de leite e os ganhos de peso e doenças posteriores. No entanto, os resultados sugerem que o baixo consumo de leite durante os primeiros dias após o nascimento pode ser um possível sinal de alerta de falta de apetite, crescimento mais lento e maior chance de ocorrência de doenças. Consequentemente, fatores que reduzem a ingestão de leite durante os primeiros dias podem ter efeitos negativos mais tarde. Mesmo quando são oferecidas grandes quantidades de dieta líquida aos bezerros, ainda existe uma tendência a fornecer quantidades menores de leite durante os primeiros dias após o nascimento. Nesta idade muito jovem, praticamente nenhum alimento sólido é consumido, portanto, limitar a ingestão de leite resulta em redução na ingestão total de energia e nutrientes, com uma redução subsequente no crescimento.

A preocupação com a alimentação de bezerros jovens com grandes quantidades de leite reflete o medo de um risco aumentado de diarreia. No entanto, embora maiores volumes de leite ou sucedâneos pareçam levar a fezes mais moles, não há fortes evidências de que isso aumente a incidência de diarreia clínica. Neste experimento, apenas um bezerro foi tratado para diarreia durante os primeiros 4 dias de vida. Sabe-se há muito tempo que os bezerros que mamam nas vacas ganham peso nos dias após o nascimento, e os bezerros alimentados artificialmente podem perder peso nos primeiros 2 dias. Isso parece resultar da baixa quantidade de leite ou sucedâneo tradicionalmente fornecido aos bezerros, já que eles recebem grandes quantidades imediatamente após o nascimento não apresentam tais perdas de peso.

Pode-se concluir que a ingestão de leite no dia 4 de idade é um preditor em potencial da ingestão de leite, saúde e taxa de crescimento no mês seguinte. Os bezerros recém-nascidos têm um grande apetite e permitir que satisfaçam sua fome tem potencial para melhorar seu bem-estar e aumentar a produtividade. Além disso, o baixo crescimento durante os dias após o nascimento pode tornar a introdução de bezerros em grupos com alimentadores automáticos mais problemáticos. Com base nos resultados, os autores questionam a restrição no consumo de leite desses animais muito jovens.

Comentários

O fornecimento de menores volumes de leite nas primeiras semanas de vida é comum, mesmo em propriedades que adotam sistemas de aleitamento intensivo. O artigo mostrou que muitos bezerros consomem maiores volumes de leite nos primeiros dias de vida, quando o acesso é livre. A limitação normalmente se dá pela maior dificuldade de alimentação, que normalmente se dá em duas refeições (diferente do que ocorreu no artigo); ou devido a percepção de que os animais apresentam fezes mais fluídas. De qualquer modo, é muito provável que a limitação inicial resulte em nutrição inadequada o que impacta o ganho de peso e a ocorrência de doenças. Além disso, o artigo mostra que o consumo nos primeiros dias é um preditor do desempenho e da saúde dos animais. Assim, produtores que puderem avaliar o consumo voluntário destes animais em situações de maior fornecimento, podem utilizar estes dados para entender não só se o manejo ao parto e a colostragem estão adequados, gerando animais de maior vigor; mas também para dar maior atenção a animais com menor consumo inicial. Muitos trabalhos mostram a importância da colostragem no desempenho dos animais, mas trabalhos mais recentes tem mostrado que a alimentação inicial com leite de transição e depois leite nos primeiros dias de vida também afetam o desempenho dos animais. A maior atenção aos neonatos traz grandes respostas em desempenho e produção futura, por isso vale à pena investir tempo e outros recursos para obtenção dos melhores resultados possíveis.

Referência

de Passillé, A.M., et al., Associations between milk intake and activity in the first days of a calf’s life and later growth and health. Appl. Anim. Behav. Sci. (2014), http://dx.doi.org/10.1016/j.applanim.2014.10.002

CARLA MARIS MACHADO BITTAR

Prof. Do Depto. de Zootecnia, ESALQ/USP

GERCINO FERREIRA VIRGINIO JUNIOR

Doutorando na Esalq

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