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Bezerros leiteiros podem reconhecer tratadores diferentes?

POR CARLA MARIS MACHADO BITTAR

E LUCAS SILVEIRA FERREIRA

CARLA BITTAR

EM 08/08/2006

14 MIN DE LEITURA

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1. Introduçâo

O estudo das interações entre homens e animais ganhou grande importância nos últimos anos devido à crescente preocupação com o bem-estar animal. Além disso, o desenvolvimento de sentimento de medo do tratador pode resultar em dificuldades durante o manejo, o que pode afetar o desempenho animal.

Três linhas de evidência indicam que o medo de humanos pode estar relacionado com a baixa produção animal. Primeiro, a mudança do tratador pode levar a mudanças na produção, como decréscimo na produção leiteira. Segundo, existe freqüentemente menor produção em fazendas onde os animais apresentam maior medo das pessoas. Terceiro, o tratamento aversivo com os animais pode reduzir sua produção.

Por exemplo, suínos tratados de forma adversa apresentam baixas taxas de crescimento e prenhez, desenvolvimento reprodutivo atrasado, reduzido sucesso reprodutivo e maiores distúrbios metabólicos. Portanto, é importante o entendimento dos fatores que levam os animais a apresentarem comportamento receoso com relação às pessoas.

Uma importante questão é como os animais são capazes de diferenciar pessoas individualmente e como eles deduzem uma pessoa de outra. Uma variedade de acontecimentos sugere evidências de que os animais podem distinguir uma pessoa de outra. Entretanto, Hemsworth et al. (1994) verificaram que porcos não diferenciavam os diferentes tratadores, ou mesmo pessoas familiares ou não; mas tenderam a generalizar a relação que tiveram com um tratador para todos os tratadores.

Além disso, estudos têm mostrado que o manejo adequado de bovinos e aves desde de idades bem jovens pode reduzir o medo por pessoas de forma geral e não por um tratador especifico.

O medo de humanos pode se tornar aparente através do aumento no tempo para aproximação do aumento na distância de pessoas durante um teste. Utilizando vários testes, De Passillé et al. (1996) conduziram experimentos para examinar se bezerros leiteiros conseguiam distinguir diferentes pessoas.

2. Material e métodos

Animais e alojamento

Foram utilizados bezerros Holandeses, soltos em baias individuais (2.1 x 1.85 m), utilizando-se serragem como cama. O local apresentava temperatura de 18 ºC com 60 a 70% de umidade e luz das 06:00 às 18:00 h. O fornecimento da alimentação e a limpeza das baias eram realizados diariamente pela manhã após as 8:00 h, e todos os procedimentos experimentais eram realizados entre 9:00 e 17:00 h. Um grupo de bezerras fêmeas foi separado das mães algumas horas após o nascimento e foram utilizadas no Experimento 1 com 3 semanas de idade. Dois grupos de bezerros machos, também separados das mães após o nascimento, adquiridos em leilão com 14 ± 4 dias de idade, foram utilizados nos Experimentos 2 e 3 quando apresentavam entre 19 e 21 semanas de idade.

Procedimentos

Experimento 1.. Este experimento inicial avaliou se bezerras fêmeas (n=16) poderiam discriminar entre pessoas familiares ou não. Uma pessoa familiar (um homem) repetidamente acariciava os animais nas próprias baias por 15 dias. A pessoa não familiar (uma mulher) nunca tinha sido vista pelas bezerras anteriormente.

Limitações na força de trabalho foram prevenidas adequando o sexo da pessoa com o tratamento adotado. Durante o teste, uma pessoa entrava na baia e colocava-se sem movimentos num dos cantos, não iniciando interação por 10 minutos. O comportamento dos animais foi gravado em vídeo e a latência e a duração de cada período de atividade foram gravados. O contato foi definido como o bezerro com até 5 cm da pessoa e foram julgados por gravações em vídeo. Cada bezerro foi avaliado duas vezes no mesmo dia, uma vez com a pessoa conhecida e outra com a pessoa desconhecida. A ordem era trocada e as pessoas usavam macacão da mesma cor.

Experimento 2. O objetivo foi avaliar se os bezerros diferenciavam entre diferentes pessoas, baseada em experiência anterior com as mesmas. Vinte bezerros foram repetidamente tratados nas próprias baias de maneira parecida. Uma de três diferentes pessoas (uma mulher e dois homens) entrava na baia por 1 minuto e não interagiam (neutro), acariciavam e ofereciam leite (positivo) ou reprimiam com pinça no nariz ou espetando o animal com uma agulha (aversivo) em diferentes sessões, porém todos os animais recebiam o mesmo tratamento.

Para aprimorar as probabilidades de discriminação, as diferentes pessoas usavam roupas de diferentes cores; uma com um jaleco branco de laboratório, outra com um macacão verde escuro e a terceira com camiseta laranja e calça marrom. Estas pessoas utilizavam sempre as mesmas roupas. Os funcionários usuais utilizavam macacão azul escuro ou verde escuro. Os bezerros foram manejados num total de 12 vezes por cada pessoa por 3 dias. Cada pessoa foi designada para um tratamento (neutro, positivo ou aversivo) e para um número igual de animais, e sempre manejavam os mesmos animais do mesmo modo.

Os testes foram conduzidos imediatamente antes do inicio das sessões (pré-teste) e após 7 (Teste 1) e 12 (Teste 2) sessões. Durante o teste uma pessoa entrava na baia e permanecia num dos cantos por 1 min, não iniciando contato ou respondendo ao bezerro. Um dia antes do experimento, câmeras de vídeo foram colocadas acima de cada baia, para cada bezerro ser filmado independente. A latência (segundos) para o bezerro fazer contato e a duração de cada contato (porcentagem do tempo total) foram anotados. As três pessoas (neutro, positivo ou aversivo) entravam nas baias numa seqüência semi-randômica, com um mínimo de 8 min decorridos entre um teste e outro, sendo que os animais vizinhos não foram testados ao mesmo tempo.

Determinou-se se os bezerros tinham preferência para fazer contato com os tratadores positivos ou aversivos quando tinham possibilidade de escolha entre eles. Em 7 dias, os bezerros foram novamente testados (Teste 3), usando o procedimento inicial em cada baia e depois tratados duas vezes por cada pessoa.

Cada bezerro foi então movido para uma grande baia num corredor fora do galpão. Cinco minutos depois, os tratadores positivos e aversivos entravam nas baias, andavam até o centro e permaneciam em um dos lados interagindo com os bezerros por cinco minutos. A posição dos tratadores na parede esquerda ou direita foi balanceada entre os tratamentos. As respostas dos bezerros foram gravadas em vídeo e a latência para o contato e a duração do contato com cada pessoa foi anotada.

Experimento 3. O Experimento 2 sugeriu que bezerros não generalizam o medo de tratadores aversivos num novo local. O objetivo do Experimento 3 foi determinar se bezerros generalizam experiências negativas com pessoas de um local para outro. O tratamento consistia de repetidas condições positivas e aversivas (como descrito no Experimento 2), sete vezes por 2 dias, num novo tratamento em baia fora do local onde estavam.

As baias apresentavam 2m x 4m, com animais não familiares, paredes altas de madeira compensada e piso de concreto com fina camada de serragem. Um pré-teste foi realizado na baia habitual e na nova baia, usando o procedimento original descrito no Experimento 1. Após sete sessões de tratamento, os bezerros foram testados (Teste 1) novamente em ambas as baias, na mesma ordem do pré-teste.

3. Resultados

Experimento 1. O tempo para fazer contato (latência) e a duração total do contato foi o mesmo para ambas as pessoas, ou seja, familiares ou não aos animais (Figura 1; P>0.10). Entretanto, os períodos de contato foram mais curtos (P=0.02) e tenderam a ser mais freqüentes (P=0.07) com as pessoas não familiares (Figura 1).


Figura 1. Média (± EP) da latência (tempo para o início do contacto), duração total, duração da sessão e freqüência de contato com pessoas familiares ou não durante o Exp. 1.

Experimento 2. Em nenhum momento a identificação ou o sexo da pessoa, independente do papel adotado, afetou o comportamento dos bezerros (P>0.10). Não foram encontradas diferenças significativas entre os três papeis (neutro, positivo, aversivo) em relação à latência para o contato ou a duração do contato durante o pré-teste (P>0.10).

Os tratamentos conduziram a um aumento significativo na latência para o contato e um decréscimo significativo na duração do contato no Teste 1 (após sete sessões de tratamentos) para os três tratadores (Figuras 2 e 3). Entretanto, foi significativamente maior na latência para contato com os tratadores aversivos do que com os positivos ou neutros (Figura 2), e significativamente menores para a duração do contato com os tratadores aversivos do que com os positivos (Figura 3).

Durante o Teste 2 (depois de 12 sessões de tratamentos), não houve mudanças na latência para o contato. Entretanto, houve um aumento significativo, em relação ao Teste 1, na duração do contato com o tratador positivo e a diferença entre os aversivos e neutros foi significativo (Figura 3).


Figura 2. Média (± EP) latência para o contato com tratadores positivo, neutro e aversivo durante o Pré-teste, Teste 1 e Teste 2 do Exp 2. As letras x e y indicam uma diferença significativa entre os diferentes testes. As letras a e b indicam diferença significativa entre os diferentes papéis durante o mesmo teste (teste de Tukey, P<0.05).


Figura 3. Média (± EP) porcentagem do tempo total que foi usado em contato com tratadores positivos, neutro e aversivo em cada teste do Exp. 2. As letras x e y indicam uma diferença significativa entre os diferentes testes. As letras a e b indicam diferença significativa entre os diferentes papéis durante o mesmo teste (teste de Tukey, P<0.05).

Quando testados novamente em 7 dias (Teste 3), os bezerros ainda discriminavam entre os tratadores positivos e aversivos (P<0.05). Entretanto, quando colocados na nova baia por pouco tempo, os bezerros fizeram um pequeno contato com uma das pessoas e não apresentaram diferenças entre os tratadores positivos e aversivos em relação à latência para o contato (positivo:151.92 ± 3.97s, aversivo: 142.33 ± 35.39s; P>0.10) ou a duração para contato (positivo: 12 ± 5%, aversivo: 10 ± 4%; P>0.10).

Experimento 3. Durante o pré-teste, houve uma diferença significativa entre os dois locais, com maior significância para latência para o contato (Figura 4, P>0.009) e menor significância para duração do contato (Figura 5, P=0.005) na nova baia de tratamento. Na nova baia, houve significância nas interações teste x tipo de tratamento (neutro, positivo, aversivo) tanto para a latência para o contato (P=0.02), quanto para a duração do contato (P=0.001).

Durante o Teste 1 na nova baia, houve redução da latência para o contato e aumento na duração do contato com o tratador positivo e um aumento na latência para o contato e redução na duração do contato com o tratador aversivo, comparado com o pré-teste. Na baia familiar, não houve mudança, do pré-teste para o Teste 1, na duração do contato com o tratador positivo.

Entretanto, houve um aumento na latência para o contato e a redução na duração do contato com o tratador aversivo. Apesar disto, houve menor aversão ao tratador aversivo na baia familiar que na nova baia durante o pós-teste: a latência para contato foi mais curta (P=0.04) e a duração do contato foi mais longa (P=0.007).


Figura 4. Média (± EP) latência para o contato com tratadores positivos ou aversivos em cada teste nas baias habituais e novas no Exp. 3.


Figura 5. Média (± EP) porcentagem do tempo em contato com tratadores positivos ou aversivos em cada teste nas baias habituais ou novas no Exp. 3.


4. Discussão

Os resultados mostraram claramente que os bezerros aprenderam a discriminar entre as pessoas baseados numa experiência anterior, aproximando-se de tratadores positivos e evitando aqueles que os tratavam de maneira adversa. Estes dados corroboram os resultados de Grandin (1993) e Seabrook (1994) que relataram que bovinos sabem diferenciar entre pessoas individualmente.

O processo mais provável que sustenta isso é o "condicionamento clássico", pelo qual os animais aprendem a melhor predizer como eles serão tratados (Hemsworth, 1993). Animais aprenderão a evitar eventos associados a tratamento adverso e neste experimento, os bezerros aprenderam a identificar os tratadores associados a este tipo de manejo.

Durante a aprendizagem houve alguma generalização inicial para os tratadores, como Hemsworth et al. (1994) propuseram: após sete tratamentos, os bezerros tenderam a evitar todos os três tratadores, incluindo o que os tratava positivamente. Entretanto, os bezerros aumentaram o contato com os tratadores positivos, enquanto o contato com os tratadores neutros ficou constante. Isto demonstrou que alguns tratamentos positivos, e não somente a ausência de tratamentos aversivos, são necessários para os bezerros na discriminação entre tratadores e para superar o medo generalizado de pessoas.

Jones (1994) observaram que aves tratadas gentilmente por uma única pessoa tornaram-se menos hesitantes com as pessoas em geral e mostraram pouca evidência na discriminação entre pessoas diferentes. Hemsworth et al. (1994) encontraram que suínos não fizeram discriminações entre pessoas, mas tenderam a generalizar seu medo por tratadores aversivos em relação a todas as pessoas. Isto possivelmente reflete diferenças entre as espécies ou nas metodologias nestes estudos.

Neste estudo, os tratadores foram vestidos diferentemente para maximizar a habilidade de discriminação dos bezerros. As fêmeas do Experimento 1 mostraram alguma habilidade para discriminar entre pessoas familiares ou não, quando estas usavam o mesmo tipo de roupa. Embora não houve diferença na latência para fazer contato com uma pessoa familiar ou não, os contatos com as pessoas não familiares foram menores, envolvendo maiores aproximações e recuos pelos bezerros.

Neste experimento não foi possível balancear familiaridade com o sexo da pessoa. Entretanto, no segundo experimento, não foram encontradas diferenças sistemáticas entre os bezerros machos e os tratadores homens ou mulheres, embora os bezerros neste experimento eram consideravelmente mais velhos. Maiores pesquisas são necessárias para determinar quais sinais são utilizados para distinguir entre as pessoas.

É provável que existam limites em quanto os bezerros irão generalizar seus medos dos tratadores de um lugar para outro. Os bezerros tratados nas baias familiares não mostraram preferência consistente para os tratadores positivos quando reinstalados num novo local, mas aprenderam rapidamente a evitar tratadores aversivos nestas baias.

Entretanto, quando realocados nas baias familiares, alguns bezerros faziam contato com os mesmos tratadores aversivos. Os animais freqüentemente associavam uma experiência negativa com um lugar particular, de forma que o local é um dos indicativos utilizados pelos animais para predizer o tipo de manejo que será empregado caso façam aproximação a um determinado tratador. Estes bezerros recebiam alimento normalmente e tinham tratadores gentis nas suas baias familiares, o que pode explicar o motivo que os levavam a aproximar-se mais das pessoas. O contato com pessoas no novo tratamento foi menor, embora o maior tamanho das baias pode ter sido responsável por este comportamento.

Resumindo, bezerros podem distinguir entre diferentes pessoas baseando-se em experiências anteriores. Tratamentos aversivos podem resultar em medo generalizado de pessoas, mas este medo pode ser superado por tratamentos positivos. Alguns bezerros não generalizavam o medo de pessoas adquirido em um determinado local, com as mesmas pessoas em locais diferentes.

Comentários

A natureza de um tratamento recebido por um animal jovem pode influenciar seu relacionamento com humanos posteriormente. Quando o bovino adulto é temeroso com pessoas, pode haver aumento na chance de acidentes e redução na eficiência de manejo ou, no caso de vacas em lactação, redução na produção leiteira. O entendimento de fatores que levam os animais a desenvolverem o medo generalizado por pessoas é extremamente importante, uma vez que afeta o desempenho animal e a facilidade de manejo em currais e outras instalações.

O trabalho descrito neste Radar Técnico demonstrou que bezerros leiteiros podem distinguir entre diferentes tratadores, associados a um tipo de manejo, podendo assim não desenvolver medo generalizado de pessoas. A utilização de roupas com cores diferentes pelos tratadores pode auxiliar o bezerro a deduzir manejo a que será submetido ao distinguir o tratador: neutro, positivo, adverso. O local onde os tratamentos ocorrem também é importante: tratamentos adversos devem ser realizados em local especial, onde provavelmente poderão desenvolver medo por pessoas em relação a outros locais. Bezerros leiteiros são animais muito sensíveis ao manejo, sendo comum observar grandes variações no consumo de alimento em decorrência de práticas como vacinação e pesagem.

É provável que a realização destas atividades pela mesma pessoa que fornece a alimentação e faz os tratos gerais no bezerreiro (relação positiva), reduza problemas relacionados ao medo, como redução no consumo e conseqüentemente desempenho. Uma outra estratégia é a realização de práticas de manejo fora do bezerreiro de forma que o bezerro não associe suas instalações e o tratador com a experiência da descorna, por exemplo. Grandes variações e até o aparecimento de enfermidades, como diarréia alimentar, geralmente ocorrem com a troca de tratador, seja por motivo de férias ou simplesmente folga semanal. De qualquer forma, é importante que a relação entre tratador e animal seja positiva de forma que os bezerros não desenvolvam medo do tratador. A escolha do tratador para o bezerreiro é de extrema importância para o sucesso do programa de aleitamento. A escolha de um funcionário paciente e com boas noções de limpeza é mandatória para o bom desempenho animal, com boas taxas de ganho de peso e não desenvolvimento de medo generalizado por pessoas.


Referências

De Passillé, A.M.; Rushen, J.; Ladewig, J.; Petherick, C. Dairy calves discrimination of people based on previous handling. J. Animal Science, v. 74, p.969-974, 1996.

Grandin, T. The effect of previous experience on livestock behavior during handling. Agri-Practice, p.14-15, 1993.

Hemsworth, P. H. Behavioural principles of pig handling. In: T. Grandin (Ed.) Livestock Handling and Transport. CAB International, Wallingford, U.K., p. 197, 1993.

Hemsworth, P. H.; Coleman, G. J.; Cox, M.; Barnett, J. L. Stimulus generalization: The inability of pigs to discriminate between humans on the basis of their previous handling experience. Appl. Anim. Behav. Sci. v. 40, p. 129, 1994.

Seabrook, M. F. Psychological interaction between the milker and the dairy cow. In: R. Bucklin (Ed.) Dairy Systems for the 21st Century ASAE, St. Joseph, MI, p 49, 1994.

CARLA MARIS MACHADO BITTAR

Prof. Do Depto. de Zootecnia, ESALQ/USP

LUCAS SILVEIRA FERREIRA

Engenheiro agronômo formado pela UFSCar e Doutor em Ciência Animal e Pastagens pela ESALQ - USP na área de nutrição e avaliação de alimentos para bovinos. Atualmente exerce a função de Nutricionista de Ruminantes na Agroceres MMX Nutrição Animal

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RONALD DIAS TROCCOLI

GUARANI - MINAS GERAIS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 11/08/2006

Se não tratarmos nossos animais como gostaríamos de ser tratados, o resultado é um só: animais arredios, bravos e inseguros. Excelente essa tese!
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