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Bioestimulantes: oportunidades na produção leiteira

POR INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

PRODUÇÃO DE LEITE

EM 09/02/2022

8 MIN DE LEITURA

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O uso de bioinsumos na agricultura brasileira deixou de ser uma tendência para se transformar numa realidade indiscutível na safra 2020/2021. A procura incessante no mundo por alimentos saudáveis “turbinada” pela pandemia da Covid-19; a preocupação generalizada com impactos ambientais da produção de alimentos e o alto custo dos insumos químicos forjaram o ambiente ideal para a “escalada dos biológicos”.

Enquanto o crescimento do setor no mercado europeu tem sido de 12-17% ao ano, no Brasil observou-se em 2021 um incremento de 37% em relação ao ano anterior, com movimentação de R$ 1,7 bilhão e aumento significativo no número de registros (Venâncio, 2021). Neste panorama, destaca-se na produção leiteira o emprego de bioestimulantes como alternativa de aumento da produção de pastagens e cultivos de grãos, melhoria de sua qualidade e substituição de agroquímicos.

Existe uma gama de produtos que pode ser utilizada como bioestimulantes, como é o caso dos fitohormônios, enzimas, aminoácidos, microrganismos solubilizadores de fósforo (P) e potássio (K), microrganismos protetores, bactérias promotoras de crescimento e fixadoras de nitrogênio (N), fungos micorrízicos, vitaminas, ácidos húmicos e fúlvicos, extratos de algas, fosfitos, silicatos, extratos vegetais, óleos essenciais, entre outros.

Muitos desses produtos e suas associações apresentam eficácia comprovada, sobretudo em culturas de maior interesse comercial (Figura 1), e uma infinidade de outras possibilidades tem surgido diariamente.

Figura 1. Benefícios da co-inoculação da soja com Azospirillum brasilense e Bradyrhizobium spp.


Fonte: Barbosa et al. (2021).

 

O que são bioestimulantes?

São reguladores vegetais, compostos bioquímicos, extratos de algas, e microrganismos e suas misturas que, independentemente de seu teor de nutrientes, estimulam uma maior eficiência nutricional, tolerância a estresses ambientais e outras características desejáveis das culturas (Du Jardin, 2015). Estes resultados se devem à promoção do equilíbrio estrutural e hormonal das plantas, que favorece a expressão de seu potencial produtivo.
 

Por que utilizar bioestimulantes?

Os sistemas produtivos atuais se caracterizam pelo alto uso de insumos químicos, com o objetivo de melhorar a produtividade das culturas, sem considerar a complexidade da atividade biológica. De modo geral, este objetivo é atingido, mas ao não priorizar o equilíbrio solo-planta-animal tem-se, como consequência, o uso excessivo de agroquímicos, altos custos econômicos e ambientais, e impactos na saúde humana, na qualidade dos alimentos e na sustentabilidade dos sistemas.

Diferentemente do citado acima, o uso de bioestimulantes induz a melhoria do ambiente como um todo e cria oportunidades de redução do uso de adubos químicos e defensivos agrícolas, com benefícios até mesmo para estes produtos, devido ao aumento da eficiência, à possibilidade de aumento de seu tempo de vida, e incremento da oferta de alimentos mais saudáveis.

Estes mecanismos estão em íntima sintonia com as premissas da agricultura regenerativa: uma atividade produtiva que se baseia em estimular a expressão de mecanismos e processos naturais, e que se utiliza de insumos externos (quando necessário) e demais meios tecnológicos como ferramentas de otimização do uso dos recursos disponíveis.
 

Quais são os efeitos dos biostimuantes na produção leiteira?

Ao melhorar a eficiência de uso dos recursos ambientais e incentivar relações positivas entre os diferentes componentes dos ecossistemas produtivos, os bioestimulantes têm, entre outros, os seguintes efeitos:

1) aumento da produção vegetal / ha, por meio da aplicação isolada ou conjunta de bactérias fixadoras de N e vitaminas, por exemplo, como apresentado na Tabela 1.

Tabela 1. Teores de clorofilas a (CLA), b (CLB) e total (CLT), produção de massa verde (MV) e seca (MS) em plantas de braquiária (Urochloa decumbens) tratadas com A. brasilense e tiamina aos 50 dias de rebrote.

Melhorias da capacidade fotossintética, pelo aumento dos teores de clorofila, podem potencializar os efeitos da fixação simbiótica de N, resultando em aumentos importantes da produção de MS. Como consequência, é possível ter incrementos da capacidade de suporte da propriedade, devido à maior produção de forragens e grãos, sem incremento do custo / litro de leite produzido.

2) melhoria da qualidade dos volumosos produzidos, por meio do incremento de parâmetros como a degradabilidade de proteína bruta, pelo uso de biorreguladores associados à adubação foliar, conforme exemplificado na Figura 2.

Figura 2. Degradabilidade da proteína bruta do capim-elefante (Pennisetum purpureum cv. Napier), submetido a quatro tratamentos (Trat) com bioestimulantes, com corte aos 70 dias de rebrote.

Nesse caso, biorreguladores e nutrientes prolongam o estádio vegetativo das plantas, ampliando sua palatabilidade e digestibilidade, ao passo que inibidores de etileno se somam a este esforço ao retardar o início da senescência.

Outra combinação promissora é a aplicação conjunta de bioestimulantes, N e micronutrientes, que ao induzir a divisão e alongamento celular, pode resultar em incremento da massa seca de folhas em relação aos colmos, de forma concomitante ao aumento expressivo da produção de MS (Tabela 2).

Tabela 2. Produção de forragem (PF), folhas (PFL) e colmos (PC), e relação folha/colmo (F/C) de Urochloa híbrida cv. Mulato II (Convert HD364) em função de diferentes tratamentos.

A maior participação de folhas na composição da matéria seca melhora o valor nutritivo da forragem consumida. A alta relação folha/colmo facilita a apreensão da forragem pelo animal e resulta no aumento da ingestão de energia digestível, podendo ainda incrementar o teor de aminoácidos e o valor proteico das pastagens. Com isso, se observa redução da taxa de passagem, e melhoria do consumo voluntário e da produção/vaca/dia, sem aumento do uso de ração concentrada.

3) incremento da disponibilidade de nutrientes e da produção resultante, seja pela maior fixação de N atmosférico (Figura 3a) e/ou absorção de P e K, seja pelo melhor aproveitamento dos nutrientes nativos do solo, devido ao desenvolvimento mais importante do sistema radicular.

Figura 3. Massa seca (a) e acúmulo de N (b) da parte aérea em braquiária (Urochloa brizantha cv. Marandu) com e sem inoculação de A. brasilense.

Mesmo não observando-se acúmulo importante de N na parte aérea da planta no trabalho referido na Figura 3 (b), devido à dinâmica de acúmulo/utilização de N pelas plantas, o incremento observado indica a importante contribuição desses organismos na fixação de N atmosférico, mesmo em cultivos de gramíneas.

Como resultado, pode-se obter, inclusive em áreas com baixa disponibilidade de nutrientes no solo, maiores produções de pastos e grãos sem incremento da utilização de fertilizantes externos à propriedade (Figura 4), com consequente redução dos custos.


Figura 4. Respostas de milho à inoculação de A. brasilense.


Fonte: Barbosa et al. (2022).

 

O que o futuro nos reserva: oportunidades ou desafios?

Disponibilidade a cada dia maior de insumos bioativos, possibilidades de ganhos de produção forrageira e de grãos, melhoria da qualidade dos alimentos produzidos, e redução de custos são pontos de destaque no uso de bioestimulantes que apontam para benefícios mais amplos ao produtor que busca investir neste sentido.

Os maiores desafios para a adoção destas tecnologias são a mudança inerente de paradigma e o conhecimento necessário, uma vez que os custos relacionados são relativamente baixos em relação aos produtos convencionais. Mas, para onde vamos com tudo isso?

Diferentes evidências indicam perspectivas mais do que promissoras para os “biológicos”:

  • Demanda crescente por produtos diferenciados (orgânicos, ecológicos e regenerativos);
     
  • Adesão quase consensual de grandes empresas a princípios ESG (ambientais, sociais e de governança) e a compromissos ambientais, com ênfase para desmatamento zero e carbono neutro;
     
  • Uso generalizado de certificações para o acesso a mercados, juros mais baixos e bonificações.

Esse processo está em andamento e, por si só, representa grandes oportunidades, em um mundo que está mudando muito rápido, com forte apelo por práticas e produtos sustentáveis.

 

Sobre o Instituto de Agricultura Regenerativa

O Instituto de Agricultura Regenerativa é uma associação privada, sem fins lucrativos, engajada na consolidação de um novo paradigma: a produção de alimentos saudáveis, ricos em nutrientes e sem resíduos de substâncias tóxicas pode promover a restauração de processos e relações naturais, gerando benefícios socioeconômicos e ambientais. Como tal, seus efeitos se assemelham ao que ocorre em ambientes naturais, onde os diferentes indivíduos interagem, de forma sinérgica e complementar.

Sem deixar de reconhecer a contribuição de práticas como o preparo mínimo do solo e o uso de culturas de cobertura em substituição aos agrotóxicos como contribuições efetivas da agricultura orgânica, a agricultura regenerativa dá um passo à frente: incorpora uma abordagem holística da produção agrícola, embasada em princípios de hierarquia ecológica e práticas conservacionistas. Com isso, regeneração, manutenção e aumento da resiliência da produção de alimentos se aliam à melhoria da qualidade de vida de produtores e consumidores de alimentos, tanto do meio rural como de grandes aglomerações urbanas.

Para saber mais sobre o Instituto, acesse o site. 

 

Colaboraram para esta publicação:

Sebastião Ferreira de Lima - Engenheiro Agrônomo, Mestre em Agronomia e Doutor em Fitotecnia.
Eduardo Pradi Vendruscolo - Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutor em Agronomia
Marcelo Abreu da Silva - Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutor em Ecoetologia
Milene Dick - Médica Veterinária, Mestre em Agronegócios e Doutora em Zootecnia
Rickiel Rodrigues Franklin da Silva - Engenheiro Agrônomo, Mestre em Agronomia
Cícero Célio de Figueiredo - Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutor em Agronomia
Vespasiano Borges de Paiva Neto - Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutor em Agronomia
Homero Dewes - Farmacêutico, Mestre em Bioquímica e Doutor em Biologia

 

Referências

Barbosa, J.Z., Meta-analysis reveals benefits of co-inoculation of soybean with Azospirillum brasilense and Bradyrhizobium spp. in Brazil. Applied Soil Ecology, 163, 103913, 2021.

Barbosa, J.Z., et al. Meta-analysis of maize responses to Azospirillum brasilense inoculation in Brazil: Benefits and lessons to improve inoculation efficiency. Applied Soil Ecology, 170, 104276, 2022.

Burak, D.L. et al. Insumos biológicos na recuperação de pastagens degradadas da região sul do estado do Espírito Santo. In.: Gonçalves, F.G., et al. (Org.). Sistemas Integrados de Produção: Pesquisa e desenvolvimento de tecnologias. Guarujá: Científica Digital, 2021.

Du Jardin, P. Plant biostimulants: definition, concept, main categories and regulation. Scientia Horticulturae, 196, 3-14, 2015.

Pezenti, E. Avaliação do uso de biorreguladores e fertilização foliar em capim-elefante (Pennisetum purpureum). Itapetinga, BA: UESB, 2020. 53p.

Silva, S.L.C. Potencial produtivo de Urochloa híbrida submetida a aplicações de ureia, fertilizantes foliares e bioestimulante na época da seca. Uberlândia, MG: UFU, 2016. 27p.

Venâncio, R. Mercado de bioinsumos cresce 37% sobre safra anterior e chega a R$ 1,7 bilhão. Isto É Dinheiro. 2021.

Vendruscolo, E.P., et al. Chlorophyll concentration and production of Urochloa decumbens treated with diazotrophic bacteria and thiamine in the Brazilian Cerrado. Tropical Grasslands-Forrajes Tropicales, 9(1), 134-137, 2021.

INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

O Instituto de Agricultura Regenerativa é uma associação privada, sem fins lucrativos, engajada na consolidação da produção de alimentos saudáveis, ricos em nutrientes e sem resíduos de substâncias tóxicas.

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MARIA DO CARMO BOTH

CANOAS - RIO GRANDE DO SUL - INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS

EM 23/03/2022

Parabéns pela abordagem!
INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

ELDORADO DO SUL - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 01/04/2022

Obrigado pelo comentário sintético e profundo. Agricultura Regenerativa: uma abordagem "nova" e velha da produção de alimentos. Seria ela o novo ou o normal? Afinal de contas, algo que se faz a 10.000 anos (agricultura integrada ao ambiente) não dá para chamar de novo. O problema é chamar de Agricultura Convencional algo que surgiu a pouco mais de 50 anos.
Para cada desvio de rota, uma correção. Para cada novo caminho, novos horizontes. Façamos nossa parte!
MUNDO AGRO GOIAS

GOIÂNIA - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 24/02/2022

Obrigado pelo esmero para nos trazer informação de qualidade. Temos acompanhado por aqui várias experiências muito interessantes com o uso de bioinsumos. Novos horizontes...
TEREZA REGENER

SÃO PAULO - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 16/03/2022

Gratos pelo comentário. Os bioinsumos e a agricultura de processos são, sem dúvidas, os grandes novos astros desta década. Tens toda a razão: são novos horizontes, tempos e oportunidades.
INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

ELDORADO DO SUL - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 01/04/2022

Obrigado pelo feedback. Se quiserem relatar algumas destas experiências por aqui, fiquem a vontade. Cada uma delas, são novas oportunidades de aprendizado para todos.
EM RESPOSTA A TEREZA REGENER
INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

ELDORADO DO SUL - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 01/04/2022

Muito obrigado pelo apoio à divulgação de nosso trabalho. Vamos em frente, sempre juntos, cada vez mais fortes!
CAYQUE PEREIRA DE OLIVEIRA

PORANGATU - GOIÁS

EM 18/02/2022

Excelente trabalho! Já fiz pesquisas com bioestimulantes e também tive ótimos resultados
INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

ELDORADO DO SUL - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 24/02/2022

Obrigado pelo interesse em nosso trabalho. Sobre as pesquisas com bioestimulantes por vocês realizadas, ficaríamos gratos se puderem compartilhar maiores detalhes por aqui. Se preferirem, entrem em contato conosco pelo link disponível no final do texto. Sejam nossos parceiros!!!
EDUARDO FLORES

JARAGUÁ DO SUL - SANTA CATARINA - PESQUISA/ENSINO

EM 17/02/2022

Temática atual e muito pertinente, não apenas na produção leiteira, mas para o setor agropecuário como um todo. Vale muito a pena difundir este tipo de informação!! Parabéns
INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

ELDORADO DO SUL - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 24/02/2022

Obrigado pelo retorno. Muito bem lembrado: o uso de bioinsumos já é, não somente, uma realidade na agropecuária brasileira como um todo, mas também, um divisor de águas em nossas perspectivas produtivas. Abrem-se, a cada dia, novas possibilidades de incrementos produtivos, acesso a mercados, agregação de valor e assim vai. Para isso, todas as informações são pertinentes. Nos cabe, reuni-las, "separar o joio do trigo" e divulgar de todas as formas possíveis. Junte-se a nós!!!
RONALDO SOUZA

CASTRO - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 16/02/2022

Informações muito úteis para nossa atividade. Menos químicos, menos custos e mais lucro para o produtor. É o que precisamos. Parabéns pelo artigo.
INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

ELDORADO DO SUL - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 18/02/2022

Gratos pelo feedback. É tempo de técnicos trabalharem com produtores para o incremento do lucro e a redução dos riscos. Isso não se faz somente com aumentos produtivos. Redução de custos e riscos passa, principalmente, pelo melhor uso dos recursos disponíveis na propriedade. Também pela potencialização de processos e interações que ocorrem nos ambientes naturais e que dão origem a melhores resultados produtivos. Estamos engajados nisso. Continuem colaborando conosco com suas experiências e lições de vida.
DANIELA FÁVERO

VILA MARIA - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 10/02/2022

Parabéns pelo artigo! Assunto muito interessante a ser tratado, em meio a busca cada vez maior de produção mais orgânica e sustentável. É tempo de por em prática técnicas que visem um amanhã mais limpo.
INSTITUTO DE AGRICULTURA REGENERATIVA

ELDORADO DO SUL - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 18/02/2022

Obrigado pelo comentário e, por continuar nos acompanhando e auxiliando na divulgação de nosso trabalho. Muito pertinente tua colocação sobre a busca, hoje quase consensual, de produções sustentáveis. Lástima que tenhamos que difundir o uso de técnicas de produção limpa e a possibilidade de se ter alimentos, ambientes e vidas saudáveis, quando isso deveria ser o normal no setor. Se erramos no passado, façamos algo melhor para o futuro. Parabéns pelo engajamento em prol de um mundo melhor.
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