Apetite global por queijo impulsiona crescimento dos laticínios dos EUA
Exportações de queijo e proteínas lácteas garantem estabilidade ao setor nos EUA, com destaque para mercados na Ásia e perspectivas na Europa. Confira!
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Exportações de queijo e proteínas lácteas garantem estabilidade ao setor nos EUA, com destaque para mercados na Ásia e perspectivas na Europa. Confira!
Os investidores estão com mais apetite neste ano por operações de fusão e aquisição de empresas no agronegócio. Leia mais!
O apetite da China por alguns produtos lácteos, no entanto, cresceu à medida que os consumidores procuram produtos de valor agregado. Saiba mais informações!
O consumo de queijo no México teve um crescimento consistente na última década e espera-se que continue crescendo à medida que a inflação econômica diminui.
O apetite da China por laticínios australianos continua crescendo, mas, a demanda pelas ofertas australianas não param por aí.
As atitudes dos consumidores em relação às alternativas aos lácteos estão mudando, à medida que os produtos elaborados com vegetais continuam ganhando espaço nas prateleiras. De acordo com um relatório recente da Innova Market Insights sobre o espaço global de alternativas aos lácteos, o aumento do interesse em dietas flexitarianas é um fator importante por trás da crescente categoria.
O sudeste da Ásia não é conhecido pela tradição de consumir laticínios, mas, na verdade, os consumidores do país mais populoso da região, a Indonésia (270 milhões de pessoas), consomem queijo há mais de um século: em parte, devido aos vínculos históricos da Indonésia com a Holanda. O crescimento da demanda ocorre à medida que mais pessoas no país entram na classe média e diversificam suas dietas.
Desde a criação do Ato de Alimentos de 1981, o qual permite que os produtores vendam uma quantidade limitada de leite cru diariamente, o consumo do produto na Nova Zelândia vem crescendo. Os Houstons - Mark, Phillippa e o filho, Richard - da fazenda leiteira de Village Milk, dizem que é necessário uma atenção especial à limpeza, incluindo um regime rigoroso de testes no rebanho, para o sucesso de seus esforços em transformar o leite cru em leite saudável na mente do público. Eles também acreditam que outros produtores de leite cru terão que fazer isso se quiserem garantir que o público possa confiar no produto.
Um estudo experimental sobre as percepções dos consumidores descobriu que os compradores europeus têm pouco apetite por alternativas aos lácteos sem animais.
Apesar da incerteza gerada pelos conflitos no Oriente Médio, a demanda por produtos proteicos lácteos permaneceu forte, continuando a sustentar os preços internacionais dos lácteos. Esse apetite contínuo por proteína provocou mudanças perceptíveis na demanda por produtos e nas estruturas de preços ao longo do mês, especialmente nos leites em pó.
À medida que a indústria de lácteos dos EUA avança pelo primeiro trimestre de 2026, os dados estão enviando uma mensagem clara e inconfundível: o apetite global por produtos lácteos americanos não está apenas crescendo - está acelerando.
A recém-lançada Makalu Sorvetes, de Porto Alegre, aposta no design de suas embalagens para conquistar mercado. A marca, as embalagens e o material de PDV foram desenvolvidos pela agência gaúcha Zon Design.
Feridas na pele, inchaço da face, falta de apetite, inquietação ou apatia em bovinos, ovinos ou caprinos podem ser sinais de fotossensibilização, também conhecida pelo nome popular de requeima. A doença atinge ruminantes em geral, principalmente, no início das chuvas. Os prejuízos vão desde o gasto com tratamento, diminuição da produção de carne ou leite e até a perda de animais. A detecção precoce aumenta as chances de cura.
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A onda de otimismo que dominou os mercados financeiros globais nas últimas semanas, que levou bolsas de valores a alcançarem patamares recorde, estimulou um maior apetite ao risco e motivou ajustes para baixo do valor do dólar em relação ao de outras moedas, abriu espaço para uma alta generalizada das cotações das principais commodities exportadas pelo Brasil em novembro em Chicago e Nova York.
O que podemos fazer para reduzir os impactos do período de transição? Uma das primeiras abordagens necessárias é fornecer conforto aos animais pós-parto, com acesso a água e alimentos de qualidade, embora o apetite destes animais esteja diminuído. Um segundo ponto seria o tratamento dos animais doentes, que vão necessitar de acompanhamento direto de um técnico especializado para melhor direcionamento da duração do tratamento e melhor abordagem.
Para os apreciadores britânicos de queijo, é aqui que a magia acontece. Blocos de queijo provenientes de todo o mundo são cortados e distribuidos para consumo. A empresa Harvey and Brockless assenta no apetite britânico por produtos de qualidade.
A demanda firme por soja brasileira, tanto por parte da China quanto da indústria nacional de aves e suínos, também influenciada pelo apetite dos asiáticos, continua a levar os preços do grão a renovar máximas.
A instabilidade trazida pela pandemia faz o mercado de leite e derivados ser guiado pela volatilidade. O que vale hoje pode não valer amanhã. E a tarefa de projetar um cenário futuro ficou ainda mais complicada. A expectativa da indústria é de que o atual patamar de preços se mantenha pelos próximos meses, o que ajudaria na recuperação do setor. Com oferta e demanda, neste momento, reguladas, a definição virá do apetite.
A indústria vem aumentando seu apetite pelo mercado saudável com várias novidades, sobretudo no exterior, onde o potencial de consumo ainda é maior que o daqui. Nos EUA, a Kellogg's lançou recentemente um novo cereal com prebióticos, probióticos e fibras, uma combinação que promete saúde digestiva e aumento da imunidade.
As empresas australianas de iogurte estão com grande foco em explorar o crescente mercado de iogurte do Sudeste Asiático, com os olhos no maior mercado promissor de todos: a China. Uma delas, a The Yoghurt Shop, de South Australia, em uma tentativa de capitalizar o crescente apetite da região por produtos lácteos de alta qualidade está de olho nas margens extraordinárias da China.
Em 2016, a dinamarquesa Arla Foods e a Dairy Farmers of America (FDA) formalizaram uma joint venture que abrangeu a construção de uma fábrica de laticínios focada principalmente na produção de queijo cheddar premium. A unidade - chamada Craigs Station Creamery - foi construída no oeste de Nova York. Segundo a Arla, a decisão de entrar no negócio de queijo cheddar foi impulsionada pelos hábitos de compra dos americanos e o apetite crescente dos consumidores pelo produto.
Vários estudos sugeriram que as proteínas, especialmente o soro do leite, bem como as fibras dietéticas, podem afetar as sensações de apetite e ajudar a reduzir o consumo de energia. Isso foi o que pesquisadores da Universidade de Laval, em Quebec, no Canadá, buscaram investigar com um iogurte enriquecido com esses ingredientes.