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GO: índice de preços da cesta de derivados lácteos tem variação positiva de 1,6%

O Boletim de mercado do setor lácteo goiano tem como objetivo apresentar os resultados do índice de preços da cesta de derivados lácteos definida pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás. A seguir, são apresentados os resultados para o mês de referência de janeiro e que foram levados à reunião deliberativa da câmara técnica no dia 24 de janeiro de 2020.

No mês de janeiro, a indústria de laticínios do estado de Goiás teve um ganho médio na comercialização da sua cesta de derivados lácteos. Com exceção do leite UHT, todos os demais derivados lácteos que compõem a cesta tiveram variações positivas nos seus preços médios. O preço médio do leite UHT, em janeiro, caiu 0,73%, comparado com o preço médio de dezembro. De outro lado, os preços médios do leite em pó, do queijo muçarela, do leite condensado e do creme de leite a granel subiram, respectivamente, 4,42%, 1,14%, 1,72% e 1,07%, comparados com o mês anterior.

Com base nessas variações individuais, o índice da cesta de derivados lácteos teve uma variação total ponderada de 1,60%, indicando, portanto, uma tendência de alta no preço do leite para o próximo mês.

Sobre o Índice

O índice divulgado no Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano surgiu a partir da iniciativa do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e do Instituto Mauro Borges (IMB), em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) e o Sindicato das Indústrias de Laticínios no Estado de Goiás (Sindileite). Ele é calculado a partir da variação dos preços de uma cesta de produtos lácteos que representa o mix médio de derivados produzidos pelos laticínios no Estado de Goiás.

Na cesta avaliada são considerados cinco produtos: leite UHT integral, leite em pó integral, queijo muçarela de barra, leite condensado e creme de leite à granel. O cálculo leva em consideração os preços recebidos pela indústria no mercado atacadista.

As informações são da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás e do Instituto Mauro Borges.

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