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Embaixada: Brasil e China devem considerar livre comércio

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 27/07/2020

2 MIN DE LEITURA

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“O mercado chinês vai crescer ainda muito nos próximos anos, e com uma urbanização cada vez intensa – é a maior classe média do mundo, com 400 milhões de pessoas. A política chinesa tem sido a autossuficiência em cereais e alimentos básicos, mas a abertura para importação de outros produtos. E os estudos apontam que a China vai dobrar a demanda por alimentos até 2050”. A afirmação foi feita pelo Ministro Conselheiro da Embaixada da China no Brasil, Qu Yuhui.

Ele participou da edição dessa semana do Webinar CEBC (Conselho Empresarial Brasil-China). Com o tema “Agricultura e Inovação: Um olhar estratégico para as relações entre Brasil e China”, o encontro virtual reuniu membros dos governos brasileiro e chinês e do empresariado, incluindo a presença de Embaixador Orlando Leite Ribeiro, que é Secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Rodrigo Santos, Head da Bayer Crop Science LATAM e Carolina Tascon, Diretora Comercial da COFCO International. A moderação do evento ficou a cargo do Embaixador Luiz Augusto de Castro Neves, presidente do CEBC.

“Acredito que os dois governos, tanto o brasileiro como o chinês, devem estreitar cada vez mais a comunicação entre si para disponibilizar os mecanismos para trabalhar no mercado chinês. Temos que pensar no tema de livre comércio, que é sensível, mas o comércio deve ocorrer deve acontecer de forma aberta. Outros países já fizeram e estão colocando muitos produtos na China”, afirmou Qu Yuhui.

Além disso, de acordo com o Conselheiro da Embaixada da China no Brasil, os empresários brasileiros devem ser mais “‘agressivos’ no mercado chinês, evitar o imediatismo, pensar em longo prazo, investir mais no marketing, entender o consumidor e fortalecer as cadeias para acessar essa demanda”. 

O Embaixado Orlando Leite Ribeiro, por sua vez, afirmou no evento que “há uma grande concentração em uma única commodity e um único país, China, que detém 40% das compras do agronegócio brasileiro, o que representa algo em torno de US$ 5 bilhões. Essa é uma forma de ver as coisas. A outra é que a cada Dólar exportado para os Estados Unidos, o Brasil vende sete Dólares em produtos do agronegócio para a China”.

Segundo ele, a Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, tem como prioridade a diversificação de produtos e mercados. “E temos tido sucesso nisso, pois já abrimos 85 novos mercados desde o início do governo. Mesmo para a China, já conseguimos a liberação de diversos produtos”, concluiu.

As informações são do Agrolink.

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LUIZ ROBERTO FAGANELLO

TOLEDO - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 28/07/2020

Bom dia! Não seria interessante aumentar a comercialização de produtos transformados para gerar muito mais emprego aqui no Brasil do que enviar produtos de baixo valor agregado (soja em grãos, farelos). Qual seria o impacto para a economia interna se ocorrer transformação dos produtos no brasil?