Desempenho do setor lácteo depende de políticas de apoio

O desempenho do setor lácteo em 2020 dependerá de ações práticas a serem adotadas pela gestão pública do país e dos estados para remediar o impacto da Covid-19. Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Estado (Sindilat-RS) e diretor geral da Cooperativa Santa Clara, Alexandre Guerra, serão necessários planos sociais e medidas que permitam a recuperação da economia. O executivo participou de live, nesta segunda-feira (15/6), com a jornalista Gisele Loeblein no canal no YouTube de GaúchaZH.

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O desempenho do setor lácteo em 2020 dependerá de ações práticas a serem adotadas pela gestão pública do país e dos estados para remediar o impacto da Covid-19. Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Estado (Sindilat-RS) e diretor geral da Cooperativa Santa Clara, Alexandre Guerra, serão necessários planos sociais e medidas que permitam a recuperação da economia. O executivo participou de live, nesta segunda-feira (15/6), com a jornalista Gisele Loeblein no canal no YouTube de GaúchaZH.

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O bate-papo na íntegra pode ser acessado em aqui. “Vamos depender muito do transcorrer dos próximos meses, até porque quando chegarmos em agosto e setembro teremos maior produção no Sul do Brasil. Vai se comportar conforme a oferta e a demanda”, afirmou Guerra. O dirigente ressaltou ainda que é preciso valorizar os produtos locais, a fim de auxiliar na recuperação da economia. “Temos que nos abraçar como um sistema cooperativo. Assim, tenho certeza que vamos nos recuperar mais rápido do que a gente imagina”, ressaltou.

Guerra ainda falou sobre as mudanças na forma de consumo das famílias durante a pandemia. Segundo ele, no início da quarentena, o setor registrou queda na linha de food service, mas, por outro lado, apresentou melhor desempenho em itens como queijo, leite em pó e leite UHT utilizados nos lares. 

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O dirigente também enfatizou a importância de se trabalhar a competitividade no setor para que o país se torne exportador de produtos lácteos. Sobre o mercado chinês, afirmou que é preciso entender a cultura do país asiático, compreender o posicionamento do produto e forma de embalagem, além da comunicação. “É preciso posicionamento. Temos que entrar nesse mercado com produtos diferenciados, e conquistá-lo através de itens como queijos, requeijão, produtos que agreguem mais”.

Durante a transmissão, o dirigente também discorreu sobre as medidas que estão sendo tomadas nas unidades da Santa Clara no Rio Grande do Sul para manter a saúde dos trabalhadores durante a pandemia, com adoção de rígidas normas de segurança e distanciamento.

As informações são do Sindilat.

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