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Colaboração entre varejo e indústria é boa notícia em meio ao caos do Coronavírus

Várias semanas ainda virão com notícias tristes sobre os impactos da tragédia global do novo Coronavírus. Todo momento difícil, porém, traz grandes aprendizados. Na cadeia de distribuição, uma informação alentadora é o avanço do trabalho colaborativo entre varejo e indústria. A percepção é de André Felicíssimo, vice-presidente de vendas da P&G, companhia responsável por algumas das marcas de bens de consumo mais vendidas do País, como Ariel, Downy, Gillette, Oral B e Pampers.

"Se existia algum conflito comercial na semana passada, agora não existe mais. Os dois lados estão juntos em uma missão de cidadania, que é abastecer a população", afirma o executivo. Exemplo disso ocorreu quando as reuniões presenciais foram substituídas pelo atendimento remoto. De cara, houve total concordância entre P&G e varejistas de que o momento exigia mesmo o cancelamento das visitas. Mas havia um ponto que poderia ser entrave: por questões de segurança, a fabricante tem como norma global não recorrer ao WhatsApp nas confirmações de pedidos e outras definições contratuais. Para centralizar os acordos, era preciso que os clientes instalassem o Microsoft Teams, plataforma de comunicação com diversos recursos e funcionalidades. Foi mais fácil do que se poderia imaginar: todos concordaram em baixar o programa e passaram a utilizá-lo sem colocar obstáculos". 

Em diversos momentos da entrevista exclusiva à SA Varejo, André Felicíssimo destacou essa empatia como um dos aspectos que mais chamam a atenção no trabalho conjunto neste momento de tanta tensão no Brasil e no mundo. "Só temos a agradecer aos nossos clientes. O que estamos vendo é, de fato, um resgate da colaboração entre varejo e indústria".

Ponto de inflexão no uso da tecnologia   

Nas palavras do VP de vendas da P&G, um dos diversos aprendizados deste momento é de que a tecnologia pode ser usada de forma mais frequente nas rotinas comerciais que envolvem supermercado e fornecedor. Afinal, está claro que, em um período tão crítico para a cadeia de distribuição, os recursos tecnológicos já se mostram eficientes e confiáveis para reduzir as distâncias sem prejuízo às definições comerciais. Passada a crise sanitária, a tendência apontada é de que as reuniões "olho no olho", sempre importantes, tenham foco cada vez maior em aspectos estratégicos, como o desenvolvimento das categorias . 

As informações são do SA Varejo.

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