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Atacadão: queda nas compras de pessoas jurídicas, mas alta nas de consumidores finais

O Atacadão , formato de cash & carry do Carrefour Brasil, chegou a registrar queda de 25% nos clientes pessoa jurídica nas primeiras semanas do início da quarentena. O recuo, entretanto, foi compensado pelo aumento das vendas aos consumidores finais, que elevaram o tíquete médio em suas compras de abastecimento. Além disso, mercadinhos de 1 a 3 checkouts, que também são atendidos pela bandeira, elevaram suas compras como resposta à  maior procura dos brasileiros por lojas localizadas perto de casa.

"Já percebemos, inclusive, que alguns restaurantes, que estão vendendo para o consumidor só pegar o produto e ir embora, estão ocupando a fatia de mercado que antes eram, por exemplo, das boleiras", explicou Roberto Müssnich, CEO do Atacadão, em teleconferência de resultados realizada ontem (12/05).

Para se ter uma ideia, a bandeira de atacarejo aumentou em 13,6% o faturamento bruto no primeiro trimestre deste ano em relação a igual período do ano passado, alcançando R$ 10,8 bilhões. Só no período de 14 a 31 de março, o avanço foi de 18,6%.  "Ganhamos ainda novos consumidores no formato", completou o CEO da bandeira.

No período, a margem bruta do Atacadão retraiu ligeiramente 0,5 ponto percentual, para 15,4%. Segundo a companhia, trata-se de um reflexo da forte base de comparação. "Temos um modelo excepcional que mantém o equilíbrio entre custo e preço baixo", ressaltou Müssnich.

Segundo ele, a bandeira atua sob três pilares para manter seu posicionamento: negociação com fornecedores, controle de custos internos e preço baixos. Neste último, ressaltou que o Atacadão é quem move o mercado e não o contrário. "Somos os primeiros a reduzir preço e os últimos a aumentar", enfatizou. "Por tudo isso, não acredito em queda de vendas no Atacadão".

O CEO da bandeira também comentou sobre os planos de expansão do formato. "Discutimos esse assunto todos os dias, pois temos de manter nosso caixa saudável. Mas, por enquanto, estamos mantendo a previsão de 20 lojas para este ano. Quatro foram inauguradas no primeiro trimestre", disse. A companhia segue aguardando a análise do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) sobre a compra de 30 lojas do Makro, realizada em fevereiro deste ano.

As informações são do SA Varejo.

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