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Como o HyD pode te ajudar a enfrentar os desafios do periparto e garantir mais saúde e produtividade?

Por:

Cristina S. Cortinhas, Supervisora de Inovação e Ciência Aplicada

Marcelo G. Machado, Gerente Técnico Nacional para Gado de Leite

Veronica L. Schvartzaid, Coordenadora de Marketing para Gado de Leite

 

Em março, em matéria divulgada aqui no Milkpoint apresentando o HyD®, tecnologia recentemente lançada  no Brasil pela DSM, falamos  sobre os desafios de periparto de vacas leiteiras, a evolução das tecnologias nutricionais envolvidas nesse período nos últimos anos e, finalmente, a mais recente solução,o Hyd, molécula exclusiva da DSM.

Agora, iremos explorar em detalhes sobre as principais doenças, seus impactos, custos e oportunidades.

1) Retenção de placenta e correlação com hipocalcemia:

A retenção de placenta é considerada a doença mais cara da atividade, de acordo com algumas literaturas, podendo variar de R$ 1000-3000/caso entre gastos de tratamento, perda de leite e perda de saúde. Pode ser avaliada com 12h ou 24h pós parto apesar de ser mais utilizado a mensuração em 24h. As origens da doença são várias, porém é muitas vezes mais correlacionada com a hipocalcemia, manejo incorreto, baixa sanidade e alto estresse. Está também correlacionada com todas as outras doenças e deve ter sua anotação feita separada entre casos totais e casos reais (onde retira-se retenções derivadas de aborto, natimorto, distocias e gemelares) para  permitir decisões diferentes para cada uma. A título de recomendação de prevalência máxima, busca-se trabalhar com <8% e <15%, respectivamente para real e total, em vacas estabuladas.

Em nutrição uso de dietas acidogênicas, níveis corretos de vitaminas (OVN®), níveis corretos de minerais antioxidantes (Se, Zn, Cu TM) e aditivos diversos costumam ter bons retornos sobre capital investido e já possuem resultados consistentes a campo.

Controle do estresse térmico, vacinação e controle de doenças, correto acasalamento, treinamento de funcionários também são de altíssima eficiência.

2) Cetose clínica e subclínica

Era considerado o maior desafio nos EUA até a década passada. Uma vez controlada, pode ter grandes impactos positivos no rebanho, como o aumento de produtividade animal, redução de casos de mastite entre outros. Quanto maior os erros de manejo no periparto que acentuam a diferença entre a energia necessária e capacidade ingestória do animal, ou balanço energético, maior os casos de cetose.

Quando o balanço energético é negativo aumenta-se os níveis de corpos cetônicos no animal, a destacar o BHBA (beta-hidroxi-butirato), que podem ser facilmente medidos por aparelhos de glicemia ou cetonuremia). Quando a cetose se apresenta na forma clínica possui diagnóstico complexo, porém quando subclínica, o diagnóstico se da com níveis iguais ou maiores que 1,2 mmol/L de BHBA no sangue. Considera-se bons níveis de prevalência  até 1% e 20%, respectivamente. Seu custo é estimado em R$ 500-2000/caso.

Tudo que conseguirmos manipular em termos de maximizar consumo de matéria seca de um lado e melhor conversão dessa matéria seca pelo outro  é de grande valia para melhoria desses índices.

Estresse térmico, doenças preliminares (i.e. retenção), espaço de cocho, espaço de cama, escore de condição corporal correto, qualidade de volumoso e FDN entre outros, são de grande impacto.

Em termos nutricionais se destacam: aumento de digestibilidade do amido (silagens de grãos, RumiStar® etc), aumento da digestibilidade da fibra (escolha de ingredientes e silagens), aumento de energia não amilácea (FDN concentrado e pectina), além de uso eventual de gorduras protegidas, óleos essenciais (Crina®) que maximizam consumo e melhoram conversão de energia na MS no rúmen, Rovimix® Biotin® em níveis de 40mg/cab/d também mostram benefícios em recuperação de lesões de casco e assim maximizando consumo.

3) Metrites

A avaliação de metrites possui ampla citação na literatura, porém ainda existem dúvidas de como padronizar sua mensuração no campo. A título de simplificação consideramos todas infecções uterinas (independente da maneira de diagnóstico, tipo de testes etc) que ocorram de 7-30 dias pós parto, sobre o total de partos. Seu custo varia de R$ 500-1500/caso e tem raízes multifatoriais tornando ela uma das mais difíceis de se controlar de todas as doenças da fase.  De forma prática, consideramos como ideal o máximo índice de metrite igual ao dobro de sua taxa de retenção total e dessa maneira, dependendo da relação das duas exploramos saídas diferentes.

Como clássica saída para metrite sempre invista em estresse térmico. Talvez o fato de maior impacto nesse indicador seja manipular consumo e melhorar reposta imune, prejudicada sob stress.

Em termos nutricionais invista em consumo de matéria seca. Níveis de antioxidantes (vitaminas OVN®, microminerais no formato de Minerais Tortuga) devem sempre ser considerados.

4) Mastite pós parto

A mastite é uma doença de grande impacto não pelo seu custo individual mas pela sua altíssima prevalência. Está distribuída em toda lactação, porém possui maior risco no pós  parto pelo período de depressão imunomodulatória do animal. Assim ter um indicador de incidência de mastite até 30 dias de DEL, por vacas paridas tem grande valia. Não avaliamos um indicador ótimo para esse valor e avaliamos cada sistema de produção. Seu custo aproximado pode ser avaliado em R$ 500-1800/caso, na literatura mundial.

Maximizar conforto (tempo deitada), ser criterioso no estresse térmico e usar antioxidantes na dieta,  também tem grande impacto na imunidade pós parto. Rovimix® E®, Se Tortuga, HyD® tem efeito direto na mastite.

O HyD, tecnologia apresentada anteriormente, também tem resultados importantes na redução dessas doenças e consequente aumento na produção de leite. Seu efeito está diretamente relacionado a melhoria do metabolismo de cálcio, mineral que tem ação importantíssima em ação do sistema imune. Em diversos estudos realizados pela DSM em parceria com Universidades, ao ser administrado no período pré parto, o HyD apresentou redução de até  38 pontos percentuais em incidência de metrite, até 31 pontos percentuais sobre a incidência de retenção de placenta e aumento de mais de 3L de leite no pós parto, até 42 dias mensurados.  Como a inovação é um dos valores da DSM, junto com o lançamento dessa tecnologia no Brasil, foi lançado também a nova solução para período pré parto da companhia, o Bovigold Pre Parto Plus, que conta com o HyD em sua composição. Com base nos resultados apresentados em estudos e o investimento na solução completa, que agrega as demais tecnologias da DSM como Vitaminas em níveos OVN, Crina, minerais em formato Mineral Tortuga, o produtor pode ter um ROI maior que 7 ao utilizar esse novo produto em sua fazenda. Não há dúvidas que as tecnologias estão disponíveis para melhorar a produção de leite, a rentabilidade do produtor e levar a pecuária de leite um passo além.

 

Para saber mais mais entre em contato pelo box abaixo:

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