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Quais são os principais agentes ambientais causadores de mastite?

EDUCAPOINT

EM 11/06/2018

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Dentre as bactérias que causam a mastite ambiental, destacam-se três grupos principais:

1) Streptococcus ambientais

Esse grupo, diferentemente dos Streptococcus agalactiae, tem origem principalmente no ambiente em que a vaca fica. Nesse grupo, destacam-se duas espécies: Streptococcus uberis e Streptococcus dysgalactiae.

Embora alguns estudos mostrem que essas bactérias podem ter algum comportamento contagioso, o que é mais conhecido em termos de epidemiologia e transmissão é que essas bactérias são transmitidas a partir do ambiente.

2) Coliformes

Dentre o grupo dos coliformes, destacam-se duas espécies principais: Escherichia coli e Klebsiella ssp. Esses dois agentes são Gram-negativos e têm como origem a matéria fecal, que pode contaminar a cama, o ambiente, a água e, em contato com o teto, de uma forma oportunista, causar mastite.

Uma das características desse grupo é que ocorre uma resposta bastante aguda da vaca, ou seja, a resposta inflamatória da vaca é muito intensa, podendo até levar ao óbito do animal. Cerca de 5% dos casos clínicos de mastite de uma fazenda leiteira são desse tipo mais graves, sendo a grande maioria desses casos causados por coliformes.

3) Staphylococcus coagulase-negativa

Essas bactérias têm uma patogenicidade menor do que a Staphylococcus aureus, causando menor grau de lesão e de perdas em termos de produção de leite. Há, inclusive, estudos que mostram que esses agentes não alteram a produção de leite.

Tem-se observado um aumento grande da frequência desses agentes em vários países do mundo, inclusive no Brasil, e a presença desses agentes tem sido objeto de estudos bastante intensos nos últimos anos. Não existe ainda uma definição sobre medidas específicas para esse tipo de agente causador de mastite.

Esse conteúdo faz parte do curso Cultura microbiológica na fazenda: como usá-la para o controle de mastite, do EducaPoint, ministrado pelo Dr. Marcos Veiga (professor da USP e Coordenador do laboratório QUALILEITE) e o MSc. Eduardo Pinheiro (Consultor especialista em qualidade do leite e controle de mastite).

No curso, eles explicam tudo sobre essa ferramenta, desde os procedimentos que a fazenda deve seguir para realizar o procedimento da forma correta e obter resultados seguros, os materiais necessários para coleta e inoculação da amostra, como realizar a leitura das placas e interpretar os resultados, bem como os cuidados que devem ser tomados para se evitar os erros mais comumente encontrados.

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