ESQUECI MINHA SENHA CONTINUAR COM O FACEBOOK SOU UM NOVO USUÁRIO
Buscar

Vacinas e Vacinações na Pecuária Leiteira - como aumentar a eficiência (parte I)

POR AMAURI ALFIERI

PRODUÇÃO DE LEITE

EM 10/05/2012

12 MIN DE LEITURA

3
0

O sucesso da atividade leiteira é dependente de uma série de aspectos relacionados ao animal, às instalações e ao manejo. Com relação ao animal destaca-se a genética; nas instalações destacam-se os aspectos relacionados ao ambiente (facilidade de manejo, limpeza, desinfecção) e de conforto (bem-estar animal); no item manejo, devem ser incluídos, principalmente, os tópicos de manejo zootécnico (práticas de produção) e nutricional. Entretanto, outro aspecto não citado anteriormente, e que é um dos mais importantes para assegurar a produtividade e rentabilidade da atividade pecuária, é a saúde animal.

A saúde animal não é estática, ela é dinâmica, e está intrinsicamente relacionada com todos os tópicos anteriores. O presente artigo destina-se, fundamentalmente, a discutir formas de aumento da eficiência de vacinas na pecuária leiteira e, com isso, infelizmente essa inter-relação da saúde animal com outros tópicos da atividade leiteira não poderá ser discutida com maior propriedade. Entretanto, para falar de vacinas é obrigatório falar de saúde e para falar de saúde não podemos deixar de falar em doenças e nas formas como as mesmas ocorrem. Discutiremos mais adiante alguns aspectos relacionados exclusivamente às doenças, destacando-se como, porque e quando ocorrem, quem são os responsáveis, como o organismo animal procura combatê-las e como nós podemos auxiliar nessa defesa.

Discutindo resumidamente a inter-relação dos tópicos anteriores, no que tange ao animal, podemos dizer que a genética e a saúde animal podem constituir-se em duas faces da mesma moeda. Em todas as áreas do conhecimento da biologia é sabido que, quando procuramos melhorar uma determinada característica de um ser vivo, quase sempre, alteramos outra característica. Na pecuária leiteira teríamos uma série de exemplos que poderiam ser citados, mas um que qualquer produtor de leite sabe muito bem é que quanto mais especializada é a sua vaca na produção de leite maior é a susceptibilidade às mastites, tanto clínicas quanto subclínicas. Quanto mais pura (grau sanguíneo) for a sua bezerra, mais susceptível ela será aos episódios de diarreia neonatal e aos problemas respiratórios. Ou seja, quando melhoramos uma aptidão, com frequência, diminuímos a rusticidade do animal.

Os animais foram criados para serem livres na natureza. Porém, essa forma de criação é incompatível com a produção de proteína animal suficiente para o consumo humano. No nosso caso específico, a produção leiteira somente pode ser viabilizada por meio da criação dos animais em rebanhos, sejam ele confinados, semi-confinados ou em criação extensiva. Porém, temos que criá-los em número suficiente para que haja produção. Aí começam os problemas. Ao aumentarmos a densidade animal, aumentamos também os riscos sanitários. Ou seja, aumentamos a probabilidade de que microrganismos patogênicos para os animais, ou mesmo para o homem (zoonoses), possam ser transmitidos devido a maior densidade populacional. Porém, esse é um risco que obrigatoriamente temos que correr, pois sem o mesmo não há produção. O importante é que saibamos dos riscos e, com isso, possamos adotar medidas para diminuir (mitigar) os mesmos. E essa é a nossa função como produtores ou como profissionais com atuação em saúde animal.

Uma gama de diferentes tipos de instalações pode ser encontrada na atividade da pecuária leiteira. Embora esse não seja o foco do artigo, temos que ter em mente que algumas estruturas físicas facilitam a disseminação de doenças por proporcionar maior contato entre os animais; outras dificultam processos de limpeza e desinfecção que reduziriam a contaminação ambiental; outras proporcionam desconforto aos animais que, em situações de estresse, diminuem a produtividade e, principalmente, o potencial de resposta imune contra as infecções.

Em termos de manejo zootécnico a inter-relação com saúde animal se manifesta de várias formas no dia-a-dia das fazendas leiteiras. Bezerras criadas em ambiente coletivo, com animais de diferentes faixas etárias, são muito mais susceptíveis a uma série de infecções (entéricas, respiratórias, entre outras) do que aquelas manejadas individualmente. Novilhas manejadas inadequadamente atrasam consideravelmente, por vários motivos, a idade ao primeiro parto e, consequentemente, à primeira lactação. Ainda com relação ao binômio "manejo x saúde", talvez o aspecto mais importante seja aquele relacionado ao manejo nutricional dos animais. Saúde e nutrição andam juntas. Apesar de quase sempre termos o hábito de relacionar os aspectos nutricionais com a produção leiteira e/ou com a reprodução de nossa novilha ou vaca, a nutrição está intrinsecamente relacionada com a saúde animal. Esse campo é vastíssimo em exemplos práticos, mas com relação ao binômio "nutrição x saúde", para nos atermos no tema principal desse artigo, teremos que nos concentrar apenas no potencial de resposta imunológica contra as infecções.

Não há produção sem saúde animal e, consequentemente, a falta de saúde implica em menor produtividade animal. Com isso, o nosso dever é promover a saúde. Na promoção da sanidade animal estamos buscando diminuir os riscos da ocorrência de doenças nos rebanhos. Para isso, temos uma série de ferramentas, muitas das quais já resumidamente comentadas anteriormente como: i) conhecer os riscos que o melhoramento genético, realizado com o objetivo de aumentar a produtividade, pode acarretar com a redução da rusticidade animal; ii) proporcionar instalações adequadas onde os riscos de contaminação ambiental possam ser melhor controlados; iii) proporcionar bem-estar aos animais; iv) praticar manejo adequado e específico para cada fase da criação; v) oferecer alimento de qualidade em quantidade adequada; dentre outros. Com essas condutas, estamos diminuindo os riscos sanitários para os rebanhos leiteiros e proporcionando condições ideais para que os animais possam responder prontamente a um desafio.

Os comentários anteriores foram realizados, porque é prática comum no campo, ao falarmos sobre uma doença qualquer, para a qual exista uma vacina disponível no mercado, mesmo que inconscientemente, jogarmos toda a responsabilidade no controle da doença para a vacina. Afinal, vacinamos os animais e, com isso, a vacina tem que resolver o problema. Porém, não podemos nunca esquecer que vacinar não é sinônimo de imunizar. Para que os animais de um rebanho estejam protegidos contra uma infecção eles precisam desenvolver uma resposta imune. Essa resposta tem que ocorrer num determinado tempo (ideal e/ou ótimo) e com magnitude suficiente para que, na hipótese de risco, os animais possam eliminar o agente infeccioso específico o mais rápido possível. Porém, para desenvolver a resposta imune o animal tem que estar apto para tal. Animais com deficiências (quantitativas e/ou qualitativas) nutricionais não respondem adequadamente às vacinas, ou seja, não têm capacidade de desenvolver resposta imunológica com intensidade suficiente para resistir a um desafio infeccioso. O mesmo acontece naqueles animais com infecções (bacterianas, parasitárias, virais) intercorrentes; animais submetidos a um desafio muito grande em virtude da contaminação ambiental; animais com níveis de cortisol sanguíneo elevado por um período de tempo relativamente longo em virtude de más condições ambientais e/ou da falta de condições de bem-estar (estresse); animais com infecções imunodepressoras.

As doenças, tanto na pecuária leiteira quanto em qualquer outro sistema de produção animal, são de apresentação muito diversificada. Quase sempre relacionamos doenças com um sinal clínico, porém isso não é regra, ou seja, nem sempre acontece. Existe uma gama de formas de apresentação clínica das infecções nos animais de um rebanho. Em um manejo sanitário que inclui um Programa de Vacinação, o conhecimento das formas de apresentação clínica das doenças é importante para definirmos os protocolos mais adequados para o uso de vacinas específicas, em momentos específicos e em categoria animal específica. Nesse artigo, somente serão citadas as possíveis formas de apresentação das doenças que deverão ser discorridas nos artigos subsequentes.

Particularmente em rebanhos bovinos leiteiros as infecções podem apresentar-se, mais classicamente, de forma:

i) Sintomática ou Assintomática.

Na forma sintomática, como o próprio nome diz, os animais apresentam algum tipo de sinal clínico (sintoma) que é facilmente identificado pelo produtor ou pelo tratador. Apesar de ser a forma de apresentação que mais preocupa, afinal os animais estão como alguma alteração clínica, esse tipo de infecção é o de mais fácil diagnóstico, pois a própria forma de manifestação clínica indica que algo está errado e, nessa situação, com frequência, o proprietário procura rapidamente auxílio de um profissional especializado (Médico Veterinário).

Já nas infecções assintomáticas, não há manifestação de sinal clínico, pelo menos aparente. Com isso, esse tipo de infecção pode passar completamente despercebido no rebanho, ou seja, elas são silenciosas ou estão camufladas. No geral, as infecções assintomáticas comprometem índices ou taxas utilizadas para avaliar a produção dos rebanhos. Naqueles rebanhos onde esses índices de produtividade não são avaliados cotidianamente as infecções assintomáticas, com frequência, não são diagnosticadas. Com isso, geralmente, esse tipo de infecção tende a se difundir no rebanho.

ii) Localizadas ou Sistêmicas.

Nas infecções localizadas, os animais apresentam sinal clínico que caracteriza um distúrbio em um aparelho ou sistema específico, como o digestório (diarreia); respiratório (pneumonia); reprodutivo (mortalidade embrionária e/ou fetal); mamário (mastites clínicas / subclínicas); locomotor (problemas de casco); sistema nervoso, dentre outros.

Nas infecções sistêmicas o microrganismo patogênico, além de um órgão específico, também tem a capacidade infectar outros órgãos por meio da circulação sanguínea. Ou seja, o microrganismo invasor tem capacidade de fazer viremia, bacteremia, septicemia ou parasitemia, conforme a classe de microrganismo e, com isso, comprometer também órgãos distantes do foco inicial de infecção. A manifestação clínica do animal não fica restrita a um sistema, mas a dois, três ou vários deles.

iii) Epidêmicas ou Endêmicas.

As infecções epidêmicas ocorrem na forma de foco ou de surto, no qual vários animais apresentam sinais clínicos específicos num curto período de tempo. Em geral, elas são sintomáticas e, com isso, mais fácil de serem identificadas.

Na forma endêmica, a infecção caracteriza-se por comprometer vários animais do rebanho ou de uma categoria (bezerras, novilhas, vacas). A forma endêmica pode ser sintomática (brucelose, tuberculose) ou, mais frequentemente, assintomática (IBR, BVD, Leptospirose, Campilobacteriose, Tricomonose, Neosporose), contribuindo com redução nos índices e/ou taxas de produção/reprodução. Para identificação da forma endêmica é fundamental lançar mão de técnicas de diagnóstico laboratorial.

Outras formas de infecções podem ocorrer, com menor frequência, em rebanhos bovinos. Entretanto, por sua baixa frequência, como por exemplo, algumas infecções imunodepressoras, não serão comentadas.

Imunidade

Quando falamos em vacina, pensamos em proteção, e quando pensamos em proteção, nos vem à mente a imunidade. Para a maioria dos leigos no tema, a imunidade é alcançada por meio de anticorpos. Porém, imunidade é um tema extremamente complexo que não é escopo desse artigo esmiuçá-lo. Serão abordadas apenas algumas definições básicas para que esse e os outros artigos da série possam ser melhor compreendidos. Existem vários tipos de imunidade, porém iremos nos concentrar basicamente naqueles tipos que podem ser modulados por vacinas.

Tipos de imunidade

Imunidade Inata

A imunidade inata ou natural, como o próprio nome diz, já está presente desde o nascimento dos animais. Ela é completamente inespecífica e não é modulada por infecções recorrentes. Ela está presente mesmo antes de qualquer infecção e é composta por estruturas, células e moléculas, que formam barreiras com ação sistêmica ou localizada, e que têm por função proteger o organismo de forma inespecífica, ou seja, independente do tipo de microrganismo invasor. São exemplos de imunidade inata: i) integridade da pele; ii) pH estomacal; iii) microbiota genital e intestinal; iv) lágrima; v) epitélio ciliado, secreções (muco), afunilamento das estruturas anatômicas como o de trato respiratório superior; vi) reflexo da tosse; vii) células como neutrófilos, macrófagos e monócitos; viii) moléculas como fibrinogênio, proteínas de fase aguda, proteínas do complemento. Em geral, a imunidade inata não pode ser modulada. Ou seja, não conseguimos interferir (manejo sanitário) com o objetivo de aumentar esse tipo de imunidade. A imunidade inata está presente desde o nascimento do animal, ou seja, faz parte do indivíduo, porém pode ser significativamente afetada por influências hereditárias, nutricionais e ambientais. Com isso, apesar de não podermos utilizar o recurso vacinal para modulá-la, podemos sim, por meio do manejo e nutrição adequados, contribuir com a sua eficiência, ou mais frequentemente, não prejudicar (atrapalhar) a mesma.

Imunidade Adquirida

A imunidade adquirida pode ser passiva ou ativa. A Imunidade passiva é aquela que o animal já recebe pronta. Os exemplos mais clássicos de imunidade passiva é a imunidade colostral, na qual os bezerros, por meio da ingestão do colostro, adquirem (passivamente) anticorpos provenientes das mães; e a imunidade passiva que é obtida por meio da administração de soros hiperimunes, como o soro antiofídico, soro antitetânico, pelos quais os animais recebem anticorpos pré-formados contra um determinado veneno ou toxina, respectivamente.

A imunidade adquirida ativa é aquela na qual o animal precisa primeiro ser apresentado a um microrganismo para que, posteriormente, o reconheça como invasor e, com isso, desenvolva, ele próprio, uma resposta imune contra o agente. Essa exposição do organismo animal a um antígeno constituinte de um microrganismo pode ser natural, decorrente de uma infecção, ou artificial, decorrente de uma vacinação. Fazem parte da constituição dos microrganismos patogênicos, além de outras estruturas, os antígenos que, quimicamente, nada mais são do que proteínas e/ou glicoproteínas presentes em sua superfície e, em algumas situações, também em estruturas internas. Os antígenos são reconhecidos pelo organismo animal como moléculas estranhas. Contra moléculas estranhas, o sistema imune tem a capacidade de desenvolver uma resposta imunológica, que constitui a imunidade adquirida.

Na dependência do tipo de antígeno infectante, a imunidade adquirida por ser classificada também em imunidade humoral ou imunidade celular. Ambos os tipos de imunidade são bastante complexos, sendo constituídos por diferentes tipos de células e moléculas (anticorpos e interleucinas). Porém, nesse artigo somente iremos nos deter nos componentes efetores da imunidade adquirida humoral e celular. Na imunidade humoral, a molécula efetora mais importante é o anticorpo, e na imunidade celular, como o próprio nome diz, é uma célula, o Linfócito T Citotóxico.

Antígenos distintos induzem diferentes tipos de imunidade adquirida. Em geral, os antígenos não replicantes, como as toxinas (venenos) e microrganismos, mesmo patogênicos, mortos ou inativados (que não se replicam no organismo do animal), induzem resposta imune humoral. Já os antígenos constituintes de microrganismos vivos, como vírus, bactérias e parasitas, que conseguem se multiplicar no organismo do animal, e por isso são denominados antígenos replicantes, induzem tanto a imunidade humoral quanto, principalmente, a imunidade celular. Esses conceitos serão fundamentais para que possamos compreender o mecanismo de ação das vacinas inativadas (mortas) e das vacinas atenuadas (vivas) que deverão ser muito explorados nos artigos posteriores dessa série.

Para o controle de algumas doenças que afligem os rebanhos bovinos, o estímulo da imunidade adquirida humoral é suficiente. Já para outras infecções, será necessário estimularmos a imunidade adquirida mediada por células (imunidade celular). Quando pensamos em vacinas, em outras palavras, podemos dizer que algumas doenças podem ser controladas por vacinas inativadas (mortas), pois a principal forma de controle é por meio do aumento do título de anticorpos circulantes. Entretanto, o controle eficaz de algumas doenças específicas, somente pode ser conseguido por meio de vacinas atenuadas (vivas), constituídas por antígenos replicantes, pois a imunidade mais eficaz, nessa situação, será a celular. Sem dúvida, a seleção de um ou outro tipo de vacina deve ficar a critério de um profissional habilitado para isso, ou seja, o Médico Veterinário, que irá selecionar o tipo de vacina ideal a ser incluído no Programa Imunoprofilático de cada rebanho.

Esse artigo foi publicado na Revista Leite Integral, mais um produto AgriPoint. Ficou interessado? Clique aqui para assinar.

3

DEIXE SUA OPINIÃO SOBRE ESSE ARTIGO! SEGUIR COMENTÁRIOS

5000 caracteres restantes
ANEXAR IMAGEM
ANEXAR IMAGEM

Selecione a imagem

INSERIR VÍDEO
INSERIR VÍDEO

Copie o endereço (URL) do vídeo, direto da barra de endereços de seu navegador, e cole-a abaixo:

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

SEU COMENTÁRIO FOI ENVIADO COM SUCESSO!

Você pode fazer mais comentários se desejar. Eles serão publicados após a analise da nossa equipe.

EDGENALVO AZEVEDO FEITOSA

GARANHUNS - PERNAMBUCO

EM 15/05/2012

Parabens Amauri excelente artigo , muito importante para quem trabalho com pecuária.
EDER GHEDINI

TAPEJARA - RIO GRANDE DO SUL

EM 10/05/2012

Parabéns pelo texto!

Falarmos em Medicina Veterinária preventiva é algo muito complexo. Percebemos que todo o trabalho realizado com o intuito de preservar a integridade física do animal vai além da não ocorrência de determinada enfermidade para o qual este esta imunizado, mas também pensarmos no bem estar animal, na diminuição da utilização de terapêutica no combate a enfermidade, em déficit de produção etc. Ao trabalharmos com o manejo preventivo certamente estaremos culturalmente evoluindo e este manejo passa sem dúvida alguma por um protocolo vacinal eficaz visando a diminuição da  incidência de novos casos ou mesmo a erradicação de determinada doença.

Forte abraço.
INFORVETE

SALVADOR - BAHIA - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 10/05/2012

Excelente comentário do Dr. Amauri Alfieri, desnudou em poucas palavras os "mistérios" da imunização. Outrossim, é importante salientar que a maioria dos produtores e técnicos negligenciam um aspecto tão importante na sanidade: a vacinação. Alguns delegam-na, muitas vezes, a pessoas leigas que não sabem que qualquer alteração pode modificar a eficiência da vacina, levando a uma falsa sensação de imunidade.

Pericleon A. Rocha- Médico Veterinário - Bahia
MilkPoint AgriPoint