Saiu hoje na Gazeta Mercantil, reportagem assinada por Fernanda Loureiro, que informa sobre o excelente desempenho da companhia norte-americana de sorvetes da marca Häagen-Dazs no Distrito Federal. Com apenas três meses de vendas em supermercados e lojas de conveniência, o DF já representa 8% do faturamento da marca norte-americana de sorvetes finos no Brasil. O bom desempenho fez praticamente dobrar o número de pontos de venda que comercializam o produto e vai apressar a abertura da primeira loja Häagen-Dazs em Brasília, ainda com data a ser definida pela norte-americana Pillsburry, que detém os direitos sobre a marca.
Os sorvetes Häagen-Dazs são comercializados no mercado brasileiro desde 1998, quando a empresa passou a direcionar suas atenções para o mercado da América Latina. Desde então, a marca está presente em quatro lojas próprias em São Paulo, duas no Rio de Janeiro e em mais de mil pontos de venda, incluindo os mercados paulista, carioca e o de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, que ainda não dispõe de sorveteria. Desde outubro de 2000, a empresa passou a existir em Brasília e Curitiba e, no início deste ano, estende suas operações também para Belo Horizonte e Goiânia.
De acordo com o gerente de negócios da Häagen-Dazs no Brasil, Ricardo Motta, o grande potencial de consumo e os números de venda que Brasília tem apresentado nesses três meses requerem uma maior priorização de investimentos na capital federal. "Brasília tem moradores que, em função da alta renda, viajam muito e conhecem a marca, mundialmente consumida. O brasiliense se adaptou bem à novidade e, como resultado, tivemos que renovar várias vezes os estoques dos supermercados", acrescenta o gerente de negócios.
Com rigoroso processo de produção e matéria-prima a base de produtos naturais (sem acréscimo de conservantes ou aromatizantes), os sorvetes seguem receita familiar e são produzidos em apenas três fábricas, que monitoram os produtos da importação ao ponto de venda e estão localizadas nos Estados Unidos, França e Japão. A marca foi concebida em 1961 e negocia, hoje, com 50 países em todo o mundo.
Por Fernanda Loureiro, para Gazeta Mercantil, 04/01/01
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