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Brasil já pode exportar sêmen e embriões bovinos para a República Dominicana

postado em 16/09/2015

1 comentário
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O Brasil abriu mais um mercado para a exportação de sêmen e embriões bovinos. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) assinou memorando de entendimento com o Ministério da Agricultura da República Dominicana para exportar esses materiais genéticos. “Por meio do acordo, o Mapa se compromete a assegurar as garantias sanitárias e a cumprir os requisitos estabelecidos para exportação de sêmen e embriões de bovinos à República Dominicana”, diz a diretora substituta do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Mapa, Valéria Burmeister Martins.

A partir do acordo, apenas o sêmen e os embriões obtidos em centros de coleta e processamento registrados no Mapa poderão ser exportados à República Dominicana. O material genético destinado àquele mercado do Caribe deverá ser obtido de animais nascidos e criados no Brasil. O memorando de entendimento entre o Brasil e a República Dominicana – países membros da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) – foi assinado no início deste mês.

Nos últimos 14 anos, as exportações brasileiras de sêmen bovino para o mercado mundial tiveram expressivo crescimento. Em 2000, os embarques desses materiais genéticos somavam cerca de US$ 88,5 mil. Em 2014, saltaram para quase US$ 1,4 milhão. Os países que mais importaram esses produtos do Brasil no ano passado foram a Colômbia (44%) e o Paraguai (33%).

As informações são do Mapa. 
 

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Comentários

Duarte Vilela

OUTRA - OUTRO - Pesquisa/ensino
postado em 17/09/2015

Parabéns a nossa Ministra do MAPA. Era uma vergonha o mercado ilegal de material genético de altíssima qualidade do Brasil para a Dominicana e outros países. Ainda temos muito a avançar porque o mercado de embriões e animais vivos superiores é muito promissor e é lamentável ir ao sul do México, assim como a vários outros países do Caribe e América Central, principalmente Panamá e ver belos exemplares de animais Gir leiteiro, Guzerá e Girolando brasileiros clandestinos. Todos perdem com isso, o governo pelas divisas não geradas, o produtor vendedor brasileiro por correr riscos e vender abaixo do preço e o produtor comprador por não poder registrar seu animal nas associações correspondentes, depreciando assim seu produto.

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