Cana de açucar na alimentação de bovinos
A cana de açúcar, quando adequadamente utilizada, é uma excelente alternativa para melhorar a alimentação dos bovinos de corte e leite, principalmente nos períodos secos do ano.
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A cana de açúcar, quando adequadamente utilizada, é uma excelente alternativa para melhorar a alimentação dos bovinos de corte e leite, principalmente nos períodos secos do ano.
Grande parte dos produtores parece ainda desconhecer a necessidade de produzir carne ovina com qualidade apreciável pelo consumidor, talvez porque não vislumbre as vantagens financeiras de oferecer um produto padronizado que atenda aos requisitos do consumidor informado, que paga mais pelo produto diferenciado. A medida que a demanda por um determinado produto aumenta, há maior exigência com relação à qualidade e a maior valorização dos produtos é feita através do conhecimento destes. O consumidor moderno é mais preocupado com a saúde e deseja ter conhecimento sobre as características do produto alimentício que está ingerindo.
O presidente da organização de produtores de leite European Milk Board (EMB), Romuald Schaber, comunicou, através da reunião bimestral de produtores de leite celebrada em Bruxelas, que é necessária a "implicação da Administração" para criar uma base que permita instaurar um mercado regulado, baseado na oferta e na demanda, segundo informou a Federação Espanhola de Empresários Produtores de Leite (Prolec). A EMB reúne mais de 100.000 pecuaristas da Alemanha, Áustria, Bélgica, Croácia, Dinamarca, Escócia, Espanha, França, País de Gales, Holanda, Luxemburgo, Irlanda, Itália, Suécia e Suiça. O principal objetivo da reunião era buscar soluções conjuntas para a grave crise que atravessa o setor leiteiro.
Os produtores de leite da Espanha veem nos contratos e na criação de Organizações Profissionais fortes a solução para a crise setorial, enquanto que os produtores de outros países da Europa seguem reclamando de um preço que cubra os custos de produção. Todos concordam em confiar no sistema de cotas de produção de leite para superar a atual crise econômica.
A suplementação de colina protegida da ação ruminal (RPC), durante o período transição, tem resultados positivos, que se prolongam durante toda a lactação
Em geral, cerca de 25-30% das vacas leiteiras precisam ser substituídas a cada ano.
Esta pesquisa sugere que o Ruprocol® pode ter um maior impacto na produção das vacas leiteiras que o produto concorrente.
Entenda como é possível nutrir com precisão as vacas leiteiras e melhorar a eficiência produtiva dos animais.
Transformar carne <i>commodity</i> em carne "produto" é um assunto discutido já há algum tempo. A preocupação está em atender a uma crescente fatia de mercado interessada em consumir alimentos diferenciados, sejam estes caracterizados por possuir melhor qualidade, facilidade e praticidade no preparo das refeições, dar importância ao meio ambiente ou serem considerados mais saudáveis.
A companhia suíça de lácteos, Emmi, está aumentando sua participação na indústria de leite de cabra, comprando mais companhias nos Estados Unidos e na Espanha. Em dezembro, a Emmi comprou 80% de participação na processadora de leite de cabra, Lácteos Caprinos S.A., da Espanha. Agora, a companhia concordou com a aquisição da companhia familiar americana, Jackson-Mitchell, Inc. (Meyenberg).
A cor da carne é definida pelo conteúdo e a forma da mioglobina. A mioglobina é uma proteína transportadora de oxigênio e tem a função nas células musculares do transporte e armazenamento de oxigênio.
A maciez é uma das principais características sensoriais da carne, considerada pelo consumidor tão ou mais importante que o sabor e o aroma (Canhos e Dias, 1983). A maciez é um parâmetro da textura do alimento e pode ser definida como a facilidade com que a carne se deixa mastigar (Osório et al., 1998).
Os cuidados com a nutrição e alimentação de cordeiros até o desmame começa ainda na fase de gestação das ovelhas, principalmente nos últimos 50 dias, em que ocorre cerca de 70% do crescimento e desenvolvimento do(s) feto(s). Nesta fase, as ovelhas têm elevada exigência nutricional, entretanto, sua capacidade de consumo é diminuída devido ao aumento do tamanho do útero que comprime o rúmen, reduzindo sua capacidade de enchimento. Além disso, a presença de alguns hormônios no final da gestação, como os estrógenos, inibe o apetite dos animais reduzindo ainda mais sua capacidade de ingestão.
Buscando aperfeiçoar a utilização dos modelos matemáticos como ferramenta para formulação de ração para pequenos ruminantes, pesquisadores das Universidades do Texas e de Cornell nos Estados Unidos e da Universidade de Sassari na Itália desenvolveram o SRNS (Small Ruminant Nutrition System).