Tate & Lyle fecha parceria com a Lorenz
Colaboração estratégica busca otimizar a oferta de produtos e reduzir o impacto ambiental, garantindo maior competitividade, inovação e eficiência logística.
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Colaboração estratégica busca otimizar a oferta de produtos e reduzir o impacto ambiental, garantindo maior competitividade, inovação e eficiência logística.
Os produtos lácteos com baixo teor de gorduras saturadas demonstraram proporcionar maiores benefícios à saúde do que as dietas lácteas convencionais com alto teor de gordura. A modificação de produtos através da nutrição animal pode ser uma solução viável no futuro.
A Dannon acha que sim. E ao fazer essa declaração ousada, a companhia francesa, com fortes raízes na América do Norte, pode estar mirando a rival Chobani na corrida pelo espaço no mercado de produtos com "ingredientes naturais".
No artigo anterior, intitulado "Aproveitamento de machos de origem leiteira para produção de carne: Por que o Brasil não usa essa tecnologia com eficiência?" foi abordada a possibilidade de se aproveitar os machos de origem leiteira para a produção de carne. Desde a publicação, vários comentários foram postados levantando a questão da viabilidade econômica do aproveitamento desses animais no Brasil, assunto que será abordado neste artigo escrito por um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Tocantins.
A companhia de iogurte grego dos Estados Unidos, Chobani, anunciou em seu blog na semana passada que está fazendo uma parceria com a Green América para lançar uma linha de iogurte orgânico em 2015 e explorar o iogurte convencional livre de organismos geneticamente modificados. Essa é uma tarefa difícil para a companhia número um de iogurte [...]
A marca de iogurte Stonyfield Organic foi criticada por organizações de saúde pública como o CSPI (Centro para Ciência de Interesse Público) pelo seu recente vídeo de marketing no YouTube, com crianças tentando definir ingredientes de organismos geneticamente modificados (OGM).
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) incorporou ao ordenamento jurídico brasileiro o mecanismo para diminuir a ocorrência da presença em baixos níveis (PBN) de organismos geneticamente modificados (OGM) entre os países do Mercosul - Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. A Instrução Normativa nº 5 com a deliberação foi publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira (24).
No IV Encontro da Comissão de Biotecnologia Agropecuária do Mercosul, realizado na Argentina, foi adotado mecanismo regional para reduzir a ocorrência da presença em baixos níveis de Organismos Geneticamente Modificados (OGM) entre os países do Mercosul - Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.
Seis declarações foram assinadas pelos ministros da Agricultura do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile, no encerramento da 36ª reunião do Conselho Agropecuário do Sul (CAS), nesta sexta-feira (21), em Buenos Aires. Foram temas dos documentos trabalhar por abordagem comum na região do limite máximo de resíduos e em relação à resistência antimicrobiana, convergência regulatória, acesso a recursos fitogeneticos, técnicas de edição gênica, além de acesso a mercados de produtos geneticamente modificados.
Confira 4 exemplos de situações reais observadas em fazendas brasileiras, alguns exemplos bons e outros nem tanto, que mostram aspectos a serem modificados no manejo das vacas e que podem gerar resultados bastante significativos.
Os regulamentos da Nova Zelândia sobre leite cru serão avaliados este ano, em meio ao debate que vem ocorrendo sobre seus benefícios e riscos para a saúde. A revisão começará em novembro, com o objetivo de determinar se os regulamentos atuais do leite cru do país, implementados em novembro de 2016, precisam ser modificados.
Em Natal, em encontro internacional, realizado na última semana, sobre organismos geneticamente modificados (OGM), as discussões foram centradas na necessidade de adequar a legislação entre os países para permitir um baixo nível de presença de eventos de OGMs pelo país importador, no caso de ainda não haver aprovação local. O objetivo é o de preservar o comércio.
A Know Brainer Foods está visando trazer mais funções para a categoria de lácteos com sua linha de cremes cetogênicos contendo ghee orgânico produzido a pasto (manteiga clarificada), óleo sem organismos geneticamente modificados (GMO), triglicerídeos de cadeia média (MCT) e colágeno.
Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional, nesta quarta-feira, uma lei estadual do Rio Grande do Sul, de 18 anos atrás, que, em tese, havia transferido para o Ministério da Agricultura a tarefa de fiscalizar o cultivo e comercialização ou até mesmo o uso de organismos geneticamente modificados (OGM) para testes, pesquisas e experimentos no Estado.
Os lançamentos de produtos lácteos sem organismos geneticamente modificados (OGM) na Alemanha totalizaram 15% do total de novos produtos lácteos no país entre agosto de 2016 e julho de 2017, de acordo com novos dados da Mintel. A atividade de declarar que o produto é livre de OGM na Alemanha agora é o dobro da média europeia, que permaneceu estável em 7% com relação aos produtos lácteos desde 2015.
O debate sobre transgênicos é um caso típico da relação entre o universo utópico e o plano da realidade. A questão regulatória dentro do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança, que visa criar regras para o movimento entre países de organismos vivos modificados (OVMs), como sementes, grãos, enzimas, bactérias e outros microorganismos, é um exemplo interessante de como os países, organizações não-governamentais, entidades do setor privado e organizações da sociedade civil se movimentam em torno de um assunto tão polêmico.
A nova linha vai ajudar as empresas a satisfazer a demanda por alimentos sem ingredientes geneticamente modificados - especialmente nos EUA. O número de lançamentos de produtos com uma declaração de sem OGM tem aumentado nos últimos anos, à medida que os consumidores se tornam mais preocupados com as origens e práticas envolvidas na fabricação de seus alimentos.
A adoção do milho transgênico pelos agricultores no Brasil avança em ritmo surpreendente. Apenas quatro anos desde a sua liberação pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), as sementes geneticamente modificadas deverão ocupar aproximadamente dois terços da área destinada à cultura na safra 2011/12.
A Renner, marca tradicional de tintas no Brasil, soma-se agora ao polo de produção leiteira norte do Rio Grande do Sul. A primeira unidade da Laticínios Renner (Relat) que vai produzir soro de leite em pó em Estação, no norte do Estado, será inaugurada hoje. A torre de secagem de 30 metros de altura e equipamentos de última geração importados da Itália estão em teste para iniciar o beneficiamento de 1,2 milhão de litros de soro de leite por dia.
A revista britânica The Economist traz em sua edição desta semana um editorial e um longo artigo sobre a agricultura no Brasil onde enumera os avanços feitos no cultivo de alimentos no país nas últimas décadas e diz que o mundo "deveria aprender com o Brasil" maneiras de evitar uma crise de alimentos.
A Comissão Europeia (CE) afirmou nesta terça (3), por meio de um porta-voz, que o leite e a carne de vacas clonadas ou de suas crias não trazem riscos à saúde humana. Bruxelas se pronunciou a partir da suposta distribuição de leite proveniente de vacas modificadas geneticamente que está sendo investigada no Reino Unido.
Este é o Ano Internacional da Biodiversidade, e em outubro ocorrerá a 10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica, a COP 10, em Nagoya, no Japão. O objetivo da convenção é preservar a biodiversidade, o uso sustentável de seus componentes e fomentar a repartição dos benefícios oriundos da utilização dos recursos genéticos. Em paralelo ocorrerá a MOP5, reunião do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança. A relação entre biodiversidade e biotecnologia é o foco deste protocolo, já que é importante assegurar que o desenvolvimento da biotecnologia não traga danos à biodiversidade.
A Associação Brasileira de Agribusiness (Abag) elaborou uma lista com 16 tópicos com as reivindicações do setor para entregar aos quatro principais candidatos à presidência da República. De modo geral, as propostas são parecidas com as apresentadas nas últimas eleições, mas o próprio setor reconhece que as questões tributária e fundiária, a infraestrutura deficitária e o meio ambiente são os quatro principais temas mais problemáticos.