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22 resultados para "endometrial"

Incidência de endometrite subclínica em vacas holandesas secas e vazias
19/09/2011

Incidência de endometrite subclínica em vacas holandesas secas e vazias

Incidência de endometrite subclínica foi de 25,81%. Não foi detectado efeito da presença do corpo lúteo e do ECC na incidência de endometrite subclínica em vacas Holandesas secas e vazias. Dessa forma, pode-se sugerir que por erro no manejo reprodutivo, parte das vacas avaliadas não ficaram gestantes durante a lactação devido à ocorrência de endometrite subclínica, que provavelmente foi consequência de problemas pós-parto não tratados adequadamente.

Estro: implicações para fertilidade - Parte 4
12/12/2018

Estro: implicações para fertilidade - Parte 4

Foi mencionado em artigos anteriores que o diâmetro do folículo pré-ovulatório não era diferente entre as categorias de intensidade de pico, mas isso não implica que a duração do proestrus ou da dominância era semelhante, pois não havia controle de emergência folicular nos estudos relatados. Portanto, a duração do proestros e da dominância (Bleach et al., 2004; Cerri et al., 2009) não podem ser excluídas como possíveis causas relacionadas com a fertilidade reduzida observada.

Retenção de placenta e endometrite subclínica: prevalência e relação com o desempenho reprodutivo de vacas leiteiras mestiças
16/12/2016

Retenção de placenta e endometrite subclínica: prevalência e relação com o desempenho reprodutivo de vacas leiteiras mestiças

Seção Reprodução: "Após o parto, para que a vaca esteja apta a conceber novamente, é necessário que vários processos ocorram, sendo eles a involução uterina, a regeneração do endométrio, a eliminação do conteúdo bacteriano do útero e a retomada da atividade cíclica ovariana (Sheldon et al., 2008). O risco da ocorrência de doenças uterinas é aumentado quando existem falhas em um ou mais desses processos, reduzindo assim a fertilidade de vacas leiteiras (Djuricic et al., 2012). Além disso, fatores endócrinos, imunológicos, genéticos, de manejo e suas interações contribuem para o aumento na incidência de infecções uterinas", por Rodrigo R. Buso, Carla C. Campos e Ricarda M. Santos, da Faculdade de Medicina Veterinária - Universidade Federal de Uberlândia.

Efeito das inflamações e da condição de saúde sobre o desenvolvimento e a fertilidade de gado de leite - Parte 2
21/11/2016

Efeito das inflamações e da condição de saúde sobre o desenvolvimento e a fertilidade de gado de leite - Parte 2

Seção Reprodução: "Os mecanismos biológicos que explicam as doenças que ocorrem no pós-parto, entretanto, não estão claramente entendidos. A maioria dos estudos é de natureza epidemiológica e a grande maioria está associado aos efeitos negativos de doenças durante o estágio inicial da lactação, com redução da taxa de prenhez por inseminação artificial ou com intervalos maiores até o início da gestação", por Ricarda Maria dos Santos, professora da UFU e José Luiz Moraes Vasconcelos, professor da UNESP de Botucatu.

Parâmetros produtivos e reprodutivos associados ao comportamento de estro - Parte 2
10/06/2016

Parâmetros produtivos e reprodutivos associados ao comportamento de estro - Parte 2

Seção Reprodução: "O estro tem um importante efeito positivo sobre a fertilidade. Além disso, este efeito também parece estar associado à intensidade do estro, o que levanta uma série de dúvidas quanto aos detalhes dos mecanismos fisiológicos associados à melhora da fertilidade associada ao estro", por Ricarda Maria dos Santos, professora da UFU e José Luiz Moraes Vasconcelos, professor da UNESP de Botucatu.

Estratégias nutricionais para otimizar a eficiência reprodutiva - Parte 3
20/03/2017

Estratégias nutricionais para otimizar a eficiência reprodutiva - Parte 3

Seção Reprodução: "Alguns aminoácidos são limitantes para produção de leite, como evidenciado por aumento do rendimento de leite, proteína e porcentagem de proteína no leite depois da suplementação com aminoácidos específicos, protegidos da ação ruminal. Geralmente, os três primeiros aminoácidos na dieta de vacas leiteiras que são limitantes para a produção de leite são a metionina (Met), lisina (Lys) e histidina (His). Além disso, muitos aminoácidos podem ter efeitos positivos sobre processos fisiológicos independente de seus efeitos sobre a síntese de proteínas", por Ricarda Maria dos Santos, professora da UFU e José Luiz Moraes Vasconcelos, professor da UNESP de Botucatu.

O período de transição e a saúde uterina
25/05/2015

O período de transição e a saúde uterina

As doenças uterinas podem ser classificadas em metrite puerperal, metrite clínica, endometrite clínica e endometrite subclínica. Tais doenças são altamente prevalentes em vacas leiteiras de alta produção e foram associadas a menores taxas de prenhez por IA, aumento do intervalo entre o parto e a concepção, aumento da taxa de descarte e perdas econômicas. A metrite afeta em torno de 20,0% das vacas leiteiras em lactação, com incidência entre 8 e > 40% em algumas fazendas. A endometrite clínica também afeta em torno de 20,0% das vacas leiteiras em lactação, com prevalência entre 5,0 e > 30% em alguns rebanhos.[...]

Prevenção e tratamento de doenças reprodutivas pós-parto - Parte 1
02/07/2012

Prevenção e tratamento de doenças reprodutivas pós-parto - Parte 1

Praticamente todas as vacas leiteiras sofrem contaminação bacteriana do útero durante duas a três semanas após o parto e grande parte delas apresenta pelo menos uma patologia do trato reprodutivo. Este artigo apresenta uma breve revisão dos dados e conceitos recentes, relacionados ao desenvolvimento e à atenuação da infecção e da inflamação do trato reprodutivo em vacas leiteiras durante os dois primeiros meses do pós-parto. Por Ricarda dos Santos (Professora da UFU) e José Vasconcelos (Professor da UNESP)

Nutrição e saúde uterina no pós-parto e a fertilidade
21/06/2010

Nutrição e saúde uterina no pós-parto e a fertilidade

Estudos epidemiológicos demonstraram claramente que há uma forte relação entre as doenças no pós-parto e o desempenho reprodutivo subsequente dos bovinos leiteiros. As vacas diagnosticadas com hipocalcemia clínica tinham 3,2 vezes mais probabilidade de retenção de placenta (RP) do que as vacas que não tinham hipocalcemia clínica (Curtis et al., 1983). Whiteford e Sheldon (2005) também verificaram que a hipocalcemia estava associada à ocorrência de doença uterina em vacas leiteiras em lactação. Markusfeld (1985) relatou que 80% das vacas com cetonúria desenvolveram metrite.

Relação entre Nutrição e Reprodução da vaca em lactação - Parte 2
08/06/2010

Relação entre Nutrição e Reprodução da vaca em lactação - Parte 2

A ingestão inadequada de nutrientes e reservas orgânicas inadequadas durante o início da lactação são os principais fatores que afetam o desempenho reprodutivo de vacas leiteiras. Melhorar o balanço energético pelo aumento do consumo de energia através de carboidratos não fibrosos adicionais ou gordura suplementar na dieta reduz os dias até a primeira ovulação e melhora a concepção após o parto. Há forte evidência sugerindo que o manejo das vacas durante o período anterior ao parto afeta a saúde uterina.

O Efeito do hormônio de crescimento na fertilidade: dependência de variações sazonais, dosagem e fase da lactação - Parte 3
09/06/2009

O Efeito do hormônio de crescimento na fertilidade: dependência de variações sazonais, dosagem e fase da lactação - Parte 3

O estresse térmico influencia negativamente a reprodução e a produção de vacas leiteiras. Diversos estudos da University of Florida investigaram se a utilização de IGF-I <i>in vitro</i> ou se aplicações de bST <i>in vivo</i> poderiam melhorar a tolerância dos embriões ao estresse térmico e melhorar tanto as taxas de prenhez quanto a produção de leite em períodos de calor.

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